Amarrações proibidas

Amarrações proibidas

Johannes Hartlieb ( 1400-1468), que serviu o duque da Baviera em Munique, de 1456 a 1464 escreveu a obra Das Puch aller verpoten kunst – «The Book of all forbiden arts» , ou «O livro das Artes Proibidas», no qual se debruça profundamente sobre o estudo da bruxaria, da necromancia e da magia negra. Nessa obra, Hartlieb afirma que «aquele que quer praticar estas artes negras, deverá fazer variadas formas de oferendas a Satanás, jurar-lhe votos, e estar em aliança com ele». Também no século XVI, o célebre teólogo e ocultista Alemão Heinrich Cornelius Agripa ( 1486 – 1535), descreveu as artes da magia negra nestes mesmos termos.

Aquando da destruição de um asilo para pacientes mentais em Ghent, na Bélgica, cujo e edifico remontava ao século XVI; foi descoberta uma arca escondida dentro de uma parede. A arca continha o manuscrito de um bruxo, que apesar de se encontrar parcialmente danificado pela humidade , porem ainda era legível em certas e importantes passagens. Chamou-se ao documento o «Manuscrito de Ghent», e presentemente ainda é um dos misteriosos grimórios de magia negra que sobreviveram até aos nossos dias. Em França um dos mais famosos grimórios ainda em circulação nos dias de hoje, são o Grand Albert e o Petit Albert, cuja a origem remonta a 1706, havendo sido reimpresso por Jacques-Antoine Garnier em 1723. Na Alemanha, o «Romanus Büchlein», (1788), ou o «Pequeno Livro dos Romanos», ainda hoje gozam de grande popularidade em certos círculos do oculto. O texto foi reimpresso por Johann Scheible, e foi uma das principais fontes da magia negra e do Vodu holandês que mais tarde floresceu na Pensilvânia.

Foi com ensinamentos como aqueles constantes destes ancestrais grimórios, que as bruxas, desde os tempos mais imemoriais, executaram os mais poderosos trabalhos de magia negra. Alguns desses saberes que ficaram historicamente documentados nesses grimórios, foram transmitidos por demónios ás suas bruxas.

Jacques Collin de Plancy ( 1793 – 1881) foi um célebre ocultista e demonologista Francês, autor do influente «Dictionnaire Infernal», um tratado de demonologia publicado em 1818. No seu tratado, Plancy descreve que nos Sabbat satânicos, as bruxas dançavam com demónios que incorporavam na forma de bodes ou outros animais. O demonologista Pierre de Lancre testemunhou todas estas realidades, e foi com fundamento nas suas observações e notas pessoais que o demonologista escreveu varias obras influentes, tais como Tableau de L’Constance de Mauvais Anges de 1612, L’Incredulité et Mescréance du Sortilége de 1622, e De Sortilége de 1627. Foi nessas obras que Lancre descreve como os demónios incorporados na forma de animais copulavam com as bruxas, e como elas a partir desse momento nunca mais eram iguais, e nunca mais readquiriam uma única resta de pureza que ainda houvesse nas suas almas. Porem, desse dia em diante os seus poderes espirituais aumentavam substancialmente, tornando-se os seus bruxedos muito mais virulentos e pestilentos. Era durante a celebração dos Sabbat satânicos, que os demónios ensinavam pessoalmente ás bruxas varias formulas, encantamentos e técnicas ocultas para a celebração dos mais fortes trabalhos de magia negra.

Jacques Collin de Plancy ( 1793 – 1881) foi um célebre ocultista e demonologista Francês, autor do influente «Dictionnaire Infernal», um tratado de demonologia publicado em 1818. No seu tratado, Plancy faz nota que os Sabbat satânicos são reuniões de bruxas, bruxos e demónios, onde as bruxas celebram culto ao Diabo, e se entregam a festins de herética e devassa luxuria com demónios.  Em troca, os demónios ensinavam pessoalmente ás bruxas varias formulas, encantamentos e técnicas ocultas para a celebração dos mais fortes trabalhos de magia negra. Os Sabbat eram celebrados em encruzilhadas ou locais remotos e desertos. Houve porem Sabbats que chegaram a ser celebrados dentro de Igrejas, pois que a grande heresia de um tal acto profano oficiado dentro de um templo de Deus constituía uma iguaria que muito agrada ao Diabo, que assim retribuía ás bruxas com os mais primorosos favorecimentos na feitura das suas magias negras. Os trabalhos de magia negra que eram celebrados no decorrer dos Sabbat satânicos, tal como aqueles oficiados em Missas Negras, revestiam-se de particular poder e eficácia, pois eram elaborados na presença pessoal de demónios, e investidos pela autoridade que o Diabo concede a actos que são solenemente celebrados em sua veneração, e onde os mais requintados pecados, heresias e profanas devassas lhe são oferendadas. Tais trabalhos favoreciam todo o tipo de desejos expressos em amarrações, até os mais excêntricos ou proibidos. E porem: quanto mais proibido era o desejo expresso neste tipo de trabalho de magia negra, mais favorecimento alcançava, pois que mais agradável era aos demónios invocados por estes meios. Por isso mesmo, na Idade Média estas amarrações eram procuradas pela mais alta-sociedade, cujos fidalgos, cavalheiros e nobres senhora ansiavam para satisfazer os seus mais apaixonados caprichos.

No século XVII,  existiu uma celebre bruxa em França, de nome Catherine Deshayes.( f. 22 Fevereiro 1680) O nome pelo qual era comummente conhecida, era «La Voisin». A bruxa Catherine Deshayes era famosa pelos trabalhos de magia negra afrodisíacos que preparava. Todas as figuras da alta-sociedade eram seus clientes frequentes, e no decurso da sua carreira, a bruxa Catherine Deshayes enriqueceu. Com parte da sua fortuna, comprou uma propriedade e nos jardins mandou erguer uma capela. A capela era secreta, privada, e nela eram celebradas Missas Negras. Apenas um círculo muito restrito de pessoas tinha acesso ás cerimonias de magia negra ali oficiadas, e onde a bruxa fazia o culto dos antigos deuses pagãos, agora tidos como demónios pelo cristianismo. Catherine celebrava culto a Astaroth e Asmodeus, dois demónios particularmente poderosos em assuntos de luxuria, e dos caprichos dos mais proibidos desejos. A verdade dos factos demonstrava que os seus trabalhos de magia negra eram fortíssimos, pois a sua clientela era vasta, exclusiva, e sempre disposta a pagar qualquer preço, pois os seus resultados eram surpreendentes. Sabe-se que entre os seus clientes estavam princesas, membros da família real, alta-aristocracia, frequentadores da corte do rei Luís XIV, e até o duque de Buckingham. Consta que o duque tinha requintados mas secretos desejos, que os trabalhos de amaração da bruxa satisfaziam para seu grande deleite. Por isso mesmo os seus trabalhos de amarração tornaram-se lendários.

Por volta dos anos de 1792, a Madame Belloc ofereceu emprego a uma jovem de nome Virginie. A Madame Belloc uma dama da alta sociedade, e acima de tudo uma fervorosa crente cristã. Grande foi o seu espanto quando passados tempos descobriu que a jovem Virginie era uma bruxa e fiel satanista, membro de uma seita satânica que tinha a sua sede sobre a sombra de santo Caprásio de Agen ( 303 dC), um santo do quarto século muito venerado em França na época. Assim se testemunhava com os santos são frequentemente usados pelas bruxas para encobrir e dissimular as suas artes de magia negra, o seu culto ao Diabo, e os seus trabalhos de magia negra, pois que na mesma capela onde se prestava culto e missas ao santo durante o dia, era o mesmo local que durante noite era contaminado com as maiores heresias satânicas, ao ali celebrarem-se as «missas da bruxa», nas quais a jovem bruxa Virginie entregava-se lasciva e profanamente na qualidade de representante da rainha do Sabbat, e amante do Diabo. Quando tinha doze anos, a jovem Virginie foi levada a casa de um padre idoso, que celebrava uma missa de blasfémias. Foi nessa missa que o velho padre corrompeu Virginie, levando-a a aceitar o Diabo com o qual ela celebrou Pacto, e contaminando-a com um demónio familiar que a acompanhou desde então, ajudando-a em todas as suas artes de magia negra.

A Madamme Belloc rapidamente descobriu o poder das bruxarias ali celebradas naquela capela de um santo, pois o seu marido foi de tal forma amarrado pela bruxa Virginie, que parecia ter perdido o juízo.

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