trabalhos de magia negra para ter amor

Trabalhos de magia negra para ter amor

No «compendium maleficarum» , ou o «Compêndio das Bruxas» de 1608, do padre Italiano Francesco-Maria Guazo (n. 1570)  , são descritas as varias finalidades para que uma bruxaria podia servir, assim como os seus poderosos  efeitos. O padre observou pessoalmente casos de bruxaria, de magia negra e possessões demoníacas, tendo sido testemunha dos poderosos efeitos da magia negra.

Um dos casos de magia negra e bruxaria que ficou famoso e inscrito na memoria da história do Reino Unido do século XVII. Por volta dos anos de 1612, havia um cavalheiro de nome Inger, que habitava na vila de Milton Hernest, na localidade de Bedford. Do dia para a noite, estranhos e sinistros eventos começaram a suceder na sua propriedade. Os seus porcos começaram a virar-se uns contra os outros, devorando as suas próprias entranhas, e atacando quem quer se que tentasse aproximar. Dois cavalos apareceram misteriosamente mortos nas cavalariças, quando na noite anterior estavam de perfeita saúde. Um grupo de vinte animais desentendeu-se furiosamente, correram para a represa do moinho, onde se afogaram. Todo o tipo de aflições e eventos anormais começaram a suceder sem qualquer explicação, para grande aflição do sr Inger, que acabou acamado, num estado inexplicavelmente fragilizado. E o motivo era a bruxaria, um fortíssimo trabalho de magia negra para se ter o amor, encomendado a uma bruxa por uma mulher enamorada pelo sr Inger.  E a bruxa que lançou o trabalho de magia negra para ter o amor desejado, era a notória bruxa Mary Sutton, uma bruxa que residia na mesma localidade, e cujos os bruxedos eram temidos. A bruxa Mary Sutton tinha feito Pacto com o Diabo, de quem havia recebido a marca da bruxa na sua perna, quando o Demónio a possuiu lascivamente durante a celebração de um Sabbat satânico. A bruxa ficou famosa pelos seus trabalhos de magia negra para amarrações, pois com eles havia tido três homens casados, e nenhum deles conseguiu resistir ás suas amarrações. Teve um filho de cada um deles, e quando se fartava de um companheiro rapidamente se desfazia dele fazendo-o acordar do bruxedo que o mantinha preso e libertando-o, para logo a seguir ir embruxar outro cavalheiro que lhe agradasse. Os seus desejos carnais e depravação eram conhecidos e agradáveis ao Demónio, que recompensava a bruxa com sabedorias do oculto. E conforme a bruxa se satisfazia a sí mesma conforme queria através dos seus bruxedos, ela também satisfazia a sua vasta clientela de senhoras ansiosas por conquistar os homens do seu agrado. Este tipo de trabalho de magia negra para o amor, era geralmente celebrado com recurso á oferenda de galo preto aos demónios invocados. Já um notório bruxo de nome Louis Graufidi ( f. 1610), afirmava que um galo preto estava presente nos Sabbat das bruxas, sendo que quando ele cantasse, terminava a reunião. São Prudêncio ( 348- 410), dizia que os ritos demoníacos celebravam-se durante a noite, até ao cantar do galo. Tendo o galo cantado, então terminam as cerimonias do demónio, pois que os ritos de Satanás cessam, quando os ofícios da Igreja começam. Por isso mesmo, nos tempos de são Benedicto ( 1526- 1589), logo ao raiar do dia iniciavam-se cânticos religiosos, aos quais se chamavam «Gallicinium», em honra do galo que anunciava o nascer do dia que trazia a luz de Deus, e o cessar das actividades das assombrações e dos demónios. Nicolas Remy( 1530 – 1612), foi um demonologista Francês que presenciou pessoalmente vários casos verídicos de bruxas, bruxaria e trabalhos de magia negra.  Com as conclusões que retirou das suas experiências e observações, Nicolas Remy escreveu a obra «Demonolatreiae», publicado em 1595. Nicolas Remy falou certa vez com a notória bruxa Latoma, que lhe disse que o galo era desprezado pelos demónios, por ser considerado um arauto de Deus, um paladino da luz, um mensageiro da cristandade, despertando os homens para a adoração a Deus, afastando-os dos pecados com que as trevas da noite os infestam através da bruxaria.  Assim, para os sacerdotes cristãos o galo que anunciava o nascer do dia e do Sol, e assumia-se como um símbolo da luz de Deus que diariamente vence as trevas. Pois por o galo ser tao importante e precioso para estes fiéis de Deus, diz-se que o Diabo o adoptou como oferenda a ser-lhe sacrificada em ritos de magia negra, enquanto símbolo da sua vitoria sobre aquele que era um paladino da luz Deus. E de todos os galos, preferiu o preto. E por isso mesmo, é que a oferenda do galo preto e do seu sangue, se tornou um elemento tradicional na magia negra, e um elemento agradável aos demónios invocados. Sacrificando um galo preto, esta-se a sacrificar um arauto da luz, e esta-se a silenciar o detestável cantar que anuncia a alvorada. Isso agrada aos demónios, e daí o galo preto ter esta importância simbólica, cuja a origem poucos conhecem.

Os bruxedos da bruxa Mary Sutton eram poderosos, e o sr Inger aprendeu isso por sí mesmo. Já fragilizado e acamado pelos tormentos que insistam em persegui-lo, houve uma certa noite de lua cheia em que o Sr Inger viu uma aparição no seu quarto, e o espectro era a imagem da bruxa Mary Sutton. A bruxa deitou-se ao seu lado na cama, e disse-lhe que se ele dormisse com uma certa mulher, os seus tormentos acabariam. O homem recusou a oferta da bruxa, e nesse mesmo momento ela desvaneceu a sua imagem de mulher, transformando-se num horrível espectro cadavérico e putrefacto, desaparecendo seguidamente nas trevas do quarto. Assim estava comprovado que o homem tinha sido vítima de uma forte amarração, pois é assim mesmo que uma amarração age na vítima, que é atormentando-a sem cessar até a fragilizar, para que atormentada e fragilizada a vítima ceda ao objectivo do bruxedo. Cedendo, acabam-se-lhe os tormentos. Porem: resistindo e teimando em não ceder, então os castigos persistem a fustigar até ao ponto da sua desgraça. È esse o resultado de uma amarração, e dele não há escapatória. Seja como for, a vitima nunca mais se livra do bruxedo, nem da sombra de quem a mandou embruxar. Nunca mais.

Outro caso sucedeu na Irlanda do século XIV, onde uma bruxa de nome Alice Keyteler (n. 1263) – a bruxa mais famosa da Irlanda desses tempos – usava de amarrações de magia negra tão poderosas, que apenas para si mesma – através de amarrações de magia negra –  tomou quatro maridos ricos, e herdou as suas fortunas. Os seus trabalhos de magia negra eram muitas das vezes celebrados em cemitérios. Os cemitérios são locais desde sempre frequentados por bruxas, até pela necessidade de ali ser um local onde se podem colher alguns dos mais raros ingredientes para algumas dos mais fortes trabalhos de magia negra. De acordo com Paulus Grillandus, um jurista italiano do século XVI, nos cemitérios as bruxas recolhiam pedaços de corpos, especialmente daqueles pertencentes a condenados á forca, pois que tinham sofrido uma morte amaldiçoada aos olhos de Deus, e por isso as suas almas podiam facilmente ser invocadas para trabalhos de magia negra. Por isso, as bruxas recolhiam desses condenados pedaços de unhas, cabelos, ossos, dentes, etc. Todos esses pedaços eram usados em temíveis ritos oficiados para trabalhos de magia negra, muitas das vezes também, celebrados em cemitério. Tal como os corpos de condenados, dizia-se que a bruxas também procuravam por crianças que houvessem falecido sem serem baptizadas, pois as suas almas estando ausentes de salvação, podiam facilmente ser invocadas para fins de magia negra. Alice Keyteler, a bruxa mais famosa da Irlanda, usava nos seus trabalhos de magia negra o crânio de um ladrão condenado, uma alma penada que era invocada nestes trabalhos de magia negra, e que assombrava as vitimas do bruxedo até elas cederem aos propósitos das bruxarias.  Alice Keyteler teve quatro maridos, todos eles seduzidos por meios de bruxaria e amarrações. E conforme a bruxa Alice assim fez para sí mesma, também o fez para as incontáveis senhoras e cavalheiros que a procuravam abundantemente, a fim de requisitar os préstimos ocultos da famosa bruxa. Em 1324 a sua fama era lendária, e a bruxa tinha já uma colmeia de bruxas seguidoras. Keyteler tinha um demónio que a acompanhava sempre, chamado Robin Artinson, um espírito demoníaco familiar. Era nas encruzilhadas que a bruxa Alice invocava esse demónio, oferendando o sangue de 3 galos pretos. Houve Sabbats e missas negras realizadas dentro de Igrejas, e oficiados pela bruxa Alice Keyteler. Os trabalhos de magia negra de Alice Keyteler eram celebrados em cemitérios ou encruzilhadas, e os seus efeitos eram temidos, fosse para assuntos amorosos com amarrações, fosse para assuntos de vingança e retribuição.  Nos dias de hoje, quem ainda detém os ancestrais saberes ocultos, continua a celebrar os mesmos tipos de magia negra que a a bruxa Alice Keyteler celebrava. O processo místico continua igual ao que era há séculos atrás,  igualmente contagiante, e igualmente imparável.

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