Amarrações de são Cipriano

Amarrações de são Cipriano

A influencia de s. Cipriano, o bruxo, foi de tal forma universal, que se fez sentir por toda a Europa, desde os países Latinos como Portugal, Espanha e Itália, até aos países Nórdicos como a Alemanha, a Dinamarca, e toda a Escandinávia, ou seja, a Noruega, Finlândia, Suécia e Islândia.

Em 1802, um caçador de tesouros de nome Jens Clemmensen, conseguiu chegar á posse de um grimório chamado «Ciprianus den XII & Faustus Dreyfaices Höllen Schwang», e o livro encontra-se até aos dias de hoje na Real Biblioteca Dinamarquesa.  Na Dinamarca e na Suécia, os grimórios eram conhecidos por svartkonstboken ou svartboken, ou os «Livros Negros», ou os «Livros de Trabalhos Negros»

Por volta de 1720, houve dezenas de casos na Dinamarca, de soldados que fizeram pacto com o Diabo e se tornaram bruxos. A blasfémia dos seus pactos, e os fortes efeitos dos seus trabalhos de magia negra, chamaram as atenções até da realeza. Na Suécia, entre 1680 e 1789, o mesmo sucedeu com várias mulheres que se entregaram lascivamente ao Diabo, celebrando pacto com Satanás, e tornando-se bruxas. Os grimórios que facultavam as fórmulas para celebração desses pactos que ocorreram na Dinamarca e na Suécia, eram baseados em textos de s. Cipriano, o bruxo, e algumas edições de 1780 a 1820 eram preciosidades conservadas em segredo por verdadeiras bruxas e bruxos.

Os grimórios Alemães de magia negra, inspirados nos ensinamentos e s. Cipriano, o bruxo, atingiram grande popularidade. Por volta dos anos de 1830, um certo livreiro e antiquário de nome Johann Scheible, reuniu um precioso catálogo de grimórios e livros antigos sobre magia negra. Também o pastor protestante Georg Conrad Horst, ( 1769- 1832), escreveu mesmo uma ampla enciclopédia de seis volumes sobre magia negra, de nome Daemonomagie oder Geschichte des Glaubens und Zauberei. ( 1821-26). Outros grimórios apareceram contendo influências de s. Cipriano, o bruxo, como um grimório de Fausto, e o Petit Albert. O famoso grimório Francês de magia negra do século XVIII chamado Petit Albert. ou Petit Albertus. O grimório teve um enorme sucesso nos círculos do oculto em França, especialmente entre bruxas veneradoras de Satanás, e os efeitos dos seus bruxedos são tão certeiros que se tornaram lendários.  O seu autor foi o notório frade dominicano, Bispo e ocultista Germânico Albertus Magnus, (1205 – 1280), motivo pelo qual a obra se chama «Pequeno Albertus», pois que muitas bruxas olhavam para este grimório como um pequeno mestre que as acompanha, e que era do célebre Bispo Alberto. O grimório foi sendo passado de mão em mão em versões manuscritas, até que foi publicado em Lyon, no ano de 1602. Na verdade, muitos ensinamentos dos escritos de s. Cipriano o bruxo acabaram por ser inscritos pelo Bispo Albertus Magnus no seu Petit Albert.

Por volta de 1775, foi publicada uma obra Alemã de nome D. Faustus Original Geister Commando, datada de 1510 em Roma, e revista pelo Dr. Habermann. A obra seria fruto dos conhecimentos do célebre Fausto ou Johann Faust ( 1488 – 1538), um bruxo e conjurador de demónios cujo o nome foi adoptado pelo notório poeta e dramaturgo Inglês Christopher Marlowe ( 1564 – 1593), na sua obra Tragical History of Doctor Faustus (1589), e também descrito no célebre Faust do famoso Johann Wolfgang Goethe ( 1749 – 1832).  Este grimório transpunha conhecimentos de magia negra de s. Cipriano, o bruxo, assim como continha ensinamentos de Salomão, sigilos mágicos, e os nomes secretos que permitem invocar certos demonios, em particular Mephistopheles, que era o espírito demoníaco familiar do bruxo Faustus.  A obra é uma raridade conservada ainda hoje na conceituada British Library. Outro livro de magia negra da mesma época, foi o Die Egyptische Geheimnisse, de Albert Magnus. Tambem foi célebre um outro grimório de magia cigana, intitulado Romanusbüchlein, publicado em Veneza no ano de 1788.

Todas estas obras eram herdeiras de fragmentos de conhecimentos de magia negra de s. Cipriano, o bruxo. Com estes saberes, realizavam-se as mais fortes amarrações de s. Cipriano, o bruxo, e usando deles as bruxas da Idade Media tornaram-se famosas por alcançarem resultados espantosos com as suas amarrações de s. Cipriano, ás quais não haviam nem homem, nem mulher que lhes conseguisse escapar. Todos aqueles embruxados por uma amarração de s. Cipriano, o bruxo, acabavam por se entregar irresistivelmente apaixonados, e arrebatadamente enamorados.

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