Trabalhos de magia negra dos bonecos para proteger casamento

Trabalhos de magia negra dos bonecos para proteger casamento

As Esposas Alrunas, eram Deusas pagãs germânicas, protectoras do lar, do casamento e da família. A Deusas pagãs chamadas de Esposas Alrunas, eram representados em bonecos de madeira conservados no lar. Quando havia um perigo que assolaria aquele lar, aquela família ou aquele matrimonio, as Deusas pagãs agiam através das bonecas de madeira, dando avisos através de sonhos ou visões. Através da magia negra,, alguns bruxos conhecedores das tradições nórdicas da Europa ainda invocam estes demónios em trabalhos de magia negra para proteger o casamento. A noção que espíritos podem incorporar em bonecos, á já ancestral. O notório filosofo e matemático Pitágoras ( 570 – 495 a.C), nas suas viagens testemunhou a existência desses bonecos que incorporavam espíritos.  

O uso de bonecos em que habitam espíritos, em poderosos trabalhos de magia negra, tem sido observado, testemunhado e comprovado ao longo dos séculos. Lewis Spence ( 1874 – 1955), um notório ocultista Escocês, no seu compêndio «Encyclopaedia of the Occult» (1920), dá nota de como o povo de Jornsvikingia no século XII tinha um sumo sacerdote Vdlsunga, que recorrendo de uma boneca de marfim fazia previsões com uma espantosa precisão sobre qualquer assunto. Há também vários relatos de como em África observava-se que alguns Xamãs conseguiam convencer espíritos a habitar numa boneca, e depois a usavam nos seus bruxedos. Nas antigas tradições da Escócia, havia uma boneca feita com folhas de milho a que chamavam «a velha», e que inspirava receio devido aos espíritos demoníacos que podia albergar.

Em 1661, um espírito de trevas assombrou a casa do sr John Mompesson, de Tedwoth Wilts. O evento sucedeu quando a esposa do Sr. Mompesson teve em sua casa um boneco tocador de tambor que deu de presente aos seus filhos. Passados dias de ter o boneco  em casa, aparições começaram a ser vistas pela família, moveis moviam-se por si mesmos, porcelanas eram arremessadas por mãos invisíveis, as crianças mais novas eram levitadas enquanto dormiam nas suas camas, e sempre que estes eventos ocorriam ouvia-se um rufar do tambor, sem que porem ninguém estivesse a tocar nele. Outras vezes, o boneco começava misteriosamente a rufar o tambor sem ninguém lhe tocar, e logo ocorriam todo o tipo de sinistras aparições e manifestações de espectros. O caso foi testemunhado por um padre já reformado de nome Joseph Granvill, e as suas observações e investigações foram publicadas na obra Saddmismus Triumphatus, de 1668. Casos iguais sucederam já no século XX, mais concretamente nos anos 70, desta vez não com um boneco tocador de tambor assombrado, mas antes com uma boneca infestada por um demónio. Foi esse caso verídico que inspirou os filmes de Anabelle.

O Malleus Maleficarum ( 1486), dos demonologistas Jacob Sprenger ( 1438 – 1495), e Heinrich Kramer,  ( 1430 – 1505), no seu capitulo XI que quando a bruxa faz uma figura de cera para embruxar alguém, e faz algo ao boneco para ferir a pessoa como como perfura-la, embora o dano esteja a ser causado ao boneco, porem o Diabo está a ferir o homem tal conforme foi feito pela bruxa ao boneco.

Já na Antiguidade, o filosofo e escritor Horácio ( 65 – 8 a.C), descreve na sua obra os sinistros ritos das bruxas, celebrados no cemitério de Esquine, onde as bruxas ali procuravam por ossos de defuntos amaldiçoados e ervas ocultas, invocando espectros, e banqueteando-se num cordeiro rasgado em pedaços, cujo o crânio depois usavam para invocar a demónios. Naquele cemitério, as bruxas pagãs faziam bonecos representativos das vítimas dos seus trabalhos de magia negra, e operavam as mais fortes amarrações

Jacques Collin de Plancy ( 1793 – 1881) célebre ocultista e demonologista Francês, autor do influente «Dictionnaire Infernal», um tratado de demonologia publicado em 1818, dá nota na sua obra de uma jovem de nome Louise, que viveu em 1598, e que foi possuída por demónios, havendo essa possessão sucedido por influencia de um demónio que habitava em bonecas.

Algumas bruxas da Idade Média, conheciam bem os trabalhos de magia negra feitos com as Esposas Alrunas, que eram bonecas através dos quais eram invocados os espíritos das Deusas Pagãs Alrunas, a ancestrais Deusas Germânicas do lar e do casamento, que eram na verdade poderosos demónios protectores do lar para onde fossem chamadas. E num lar onde estes espíritos de magia negra habitassem, não havia quem ali conseguisse entrar para causar mal, nem gerar separações.

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