Amarração com bonecos de cera

Amarrações com bonecos de cera

Alguns dos mais fortes e lendários trabalhos de magia negra e amarrações, foram celebrados pela célebre bruxa de Coggshall. A bruxa de Coggshall era uma viúva que residia na localidade de Coggshall, em Essex, na Inglaterra, por volta dos anos de 1699.  Chamavam-na a viúva Coman, que era o sobrenome do seu falecido esposo. Coman ficou viúva ainda cedo, e nunca mais voltou a casar. Dizem que foi após o falecimento do seu esposo, que a viúva desgostosa foi procurada pelo Diabo, com quem aceitou Pacto, e aceitou desse modo entrar pelos caminhos da magia negra. Durante décadas foi uma célebre bruxa, procurada por inúmeras pessoas que vinham de todos os cantos da Inglaterra, a fim de solicitar os préstimos das suas artes místicas e trabalhos de magia negra. A sua reputação tornou-se tao célebre, que por volta do ano de 1699 o assunto chamou as atenções do reverendo J.Boys, o vicário de Coggshall. O vicário decidiu investigar a veracidade dos rumores sobre a bruxa, e para seu grande espanto confirmou pelos seus próprios olhos que se tratava mesmo de uma bruxa de verdade. A viúva Coman tinha celebrado Pacto com o Diabo, tendo-lhe jurado não voltar a meter os pés na Igreja daquele Deus que lhe tinha tirado prematuramente o seu marido. A bruxa mantinha consigo vários espíritos demoníacos familiares, a quem alimentava adicionando gotas do seu próprio sangue de bruxa á sua alimentação.

A bruxa de Coggshall durante décadas celebrou trabalhos de magia negra com bonecos feitos de cera, aos quais adicionava gotas do seu próprio sangue de bruxa e encantamentos ocultos em Latim. Nos casos de amarrações, os bonecos eram trespassados com espinhos da árvore do espinheiro branco . A árvore do espinheiro branco tinha uma reputação diabólica já na Grécia da Antiguidade, e os seus frutos eram proibidos dentro do lar, pois eram invocatórios da Deusa Artemis, uma Deusa adversa ao casamento monogâmico, e aos seus frutos ou descendências. Consta também que foi do espinheiro branco que foi feita a coroa de espinhos colocada na cabeça de Jesus, pelo que a mesma árvore continuou associada a forças de trevas e diabólicas, sendo uma árvore amaldiçoada. Dessa forma, usando-se destes espinhos no boneco de cera embruxado, a criatura amarrada pela amarração de magia negra era infestada de tais padecimentos espirituais… que era forçada a ceder a quem a mandou amarrar, ou teimando em resistir ao bruxedo, então acabava em desgraça. Não havia escapatória. As amarrações da bruxa de Coggshall eram tão fortes e célebres, que a sua clientela vinha dos mais distantes locais para requisitar a sua magia negra.

Tem sido inúmeros e notórios os casos historicamente conhecidos de trabalhos de magia negra em que se usam bonecos, e o seu poder foi testemunhado por fontes credíveis. Uma dessas testemunhas, foi o Papa João XXI ( 1245 – 1344). O Papa João XXII tinha a certeza absoluta da existência de bruxas e bruxarias, porquanto ele mesmo foi vitima de trabalhos de magia negra. Em 1317, um ano após a sua eleição como Papa, soube-se que três padres lhe tinham lançado bruxedos de magia negra, e que essas bruxarias tinham sido feitas com recurso a bonecos com a sua imagem. Por esse motivo, e por ter confirmado na própria pele os efeitos da magia negra, em 1320 o Papa João XXII instruiu a Igreja em França para investigar todos os casos de quem fizesse sacrifício a demónios, ou de quem lidasse nas artes de magia negra através de trabalhos de magia negra feitos com bonecos de cera. O próprio Papa confirmava assim – para alem de qualquer réstia de dúvida – a veracidade sobre o poder destes trabalhos de magia negra feitos através de bonecos, e cujos os efeitos ele mesmo tinha sentido.

O uso de bonecos tem desde sempre sido usados nos trabalhos de magia negra. Por vezes feitos de cera, outras vezes de barro, outras de tecido, e até mesmo simplesmente de gravetos unidos com cordas. Normalmente usados para trabalhos de magia negra com fins amorosos e amarrações, porem também eram empregues em contendas com rivais em negócios, para vinganças pessoais. O uso de bonecos de cera ou barro para fins de magia negra, remonta já ao antigo Egipto, e ás próprias origens da magia. Alguns grimórios de magia negra insistem que o boneco usado num trabalho de magia negra deve conter alguns ingredientes, como as cinzas dos ossos de um defunto, ou terra de uma campa fresca, ou de aranhas, a que se adiciona raiz de sabugueiro. Lendas dizem que foi numa árvore de sabugueiro que Judas – o apóstolo que traiu Jesus a troco de 30 moedas de prata – se enforcou. Outros lendas dizem que a madeira da cruz onde Jesus foi crucificado provinha de uma árvore de sabugueiro. Por esses motivos, a árvore de sabugueiro foi uma árvore intimamente associada e fortes forças espirituais, e até a maldiçoes, sendo também uma árvore amaldiçoada. O seu uso em bonecos de magia negra , causa os mais temíveis tormentos da vitima da magia negra . Em certos casos, o boneco deve ter alguma coisa que tenha estado em contacto com a vítima de bruxedo, ou até que pertença ao corpo da vitima bruxedo, como fios de cabelos, aparas de unhas, saliva, suor, lágrimas, sangue, secreções sexuais, roupa. Até o solo onde está a pegada feita por uma pessoa, pode ser colhido e servir para ligar a pessoa ao boneco. Os tormentos que se infligem á pessoa também variam conforme a bruxaria que se aplica ao boneco. Por exemplo: queimar o boneco fará pessoa a definhar lentamente, até á morte, cravar com pregos levará a pessoa á loucura, trespassar com espinhos causará tormentos de toda a espécie, enterrar o boneco trará assombrações á vitima, etc. A fórmula inteira para tais métodos, é conhecida apenas por verdadeiros bruxas e bruxos.

Um dos casos verídicos e mais célebres sobre trabalhos de magia negra realizados com bonecos, ocorreu na Inglaterra do século XIV. John de Notingham ( f. 1325), foi um famoso bruxo Inglês, cujos os lendários trabalhos de magia negra deixaram inscritas na historia indeléveis provas sobre a bruxaria, e a veracidade dos seus efeitos. Um dos seus mais notórios trabalhos ocorreu em 1323 quando um burgues de nome Robert de Mareschal contratou os préstimos do bruxo para lançar um bruxedo a um vizinho seu de nome Richard de Sowe . John de Notingham aceitou o trabalho, e iniciou os preparativos do mesmo retirando-se para uma casa isolada nos arredores de Coventry, onde começou a elaborar e trabalhar numa figura de cera representativa da vítima. O trabalho estava completo em 1324. Na noite de 27 de 27 de Abril, o bruxo John de Notingham chamou Robert de Mareschal á sua presença, e pediu-lhe que atirasse um pedaço de chumbo á cabeça do boneco. O homem assim o fez, e nada sucedeu. John de Notingham disse então a Robert de Mareschal que aguardasse pelo efeito. Mareschal regressou a casa sem saber aquilo que pensar, e no dia seguinte foi visitar o seu vizinho. Foi com temor que encontrou Richard de Sowe completamente desorientado. Disseram-lhe que de Sowe tinha enlouquecido subitamente durante a noite, que não se lembrava nem reconhecia ninguem á sua volta, e gritando repetia frequentemente a palavra «Flecha!». Nas semanas seguintes o homem não melhorou, até que na presença de Robert de Mareschal o bruxo John de Notingham retirou o pedaço de chumbo da cabeça da figura de cera, e trespassou no coração do boneco. Passados alguns dias, Richard de Sowe pirou ainda mais, debilitando-se fisicamente de forma inexplicável. Este caso historicamente documentado comprova o alcance e o poder da magia negra, e dos trabalhos de magia negra feitos com bonecos.

Outro dos casos verídicos mais famosos de bruxaria através de bonecos de cera, ocorreu em Inglaterra, por volta de 1594. Foi dessa data que Ferdinand Stanley, conde de Derby ( 1559-1594),  encontrou na sua cama um boneco de cera feito por uma bruxa. O boneco foi imediatamente queimado, assim tentando-se travar o bruxedo. De nada serviu, pois o conde de Derby começou a ver o seu estado de saúde piorar inexplicavelmente, e veio a falecer poucos dias depois. As bruxarias celebradas através de bonecos de magia negra, sempre foram das mais temidas e imparáveis, e os seus resultados estão comprovados historicamente em célebres casos verídicos.

Por volta de 1660, haviam duas grande colmeias de bruxas activas na região do condado de Somerset, na Inglaterra. Ambos eram presididos pelo Diabo, que se dava a manifestar incorporando num homem através de possessão demoníaca, e apresentando-se sempre sob o nome de Robin. Uma bruxa de nome Ann Bishop era a rainha de uma das colmeias de bruxas constituída por seis bruxas e oito bruxos.  A outra colmeia de bruxas era composta por onze membros, sendo dez mulheres e apenas um homem. O homem apresentava-se sempre de negro, e nunca ninguém soube a sua verdadeira identidade, uma vez que após a extinção daquelas colmeias de bruxas, o homem esfumou-se para nunca mais ser visto. Ambas as colmeias de bruxas realizaram sabbats satânicos nocturnos, nos quais o diabo sempre se fez manifestar, fosse apenas em espírito, ou fosse encarnado num homem. Quando algumas das bruxas por algum motivo não podia ir ao sabbat fisicamente e em carne-e-osso, então visitava-o e participava dos ritos em espírito. Nesses Sabbat as bruxas participavam num farto e abundante festim cuja a refeição era proporcionada pelo Diabo. Os festins das bruxas de Somerset constavam de carnes, bolos que eram um despertar irrecusável da gula e quantidades generosas de cerveja e vinho, tudo providenciado pelo Diabo. Há quem falasse de um bolo mágico, que era servido no final das refeições, e que proporcionava sensações indescritíveis. Depois da refeição, as bruxas dançavam. As suas danças em torno de um caldeirão, realizavam-se sempre no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio, simbolizando isso a oposição ás convenções cristãs.

Após o banquete e as danças, as bruxas realizavam vários trabalhos de magia negra. Nesses trabalhos de magia negra, as bruxas cravavam agulhas ou espinhos em bonecos de cera. Os bonecos eram baptizados pela própria mão do Diabo, assistido que era no baptismo por duas bruxas que representavam as madrinhas de baptismo. O boneco uma vez baptizado com o nome da pessoa que se desejava embruxar, gerava uma relação espiritual com a própria vítima da bruxaria. Tudo aquilo que fosse por isso feito no boneco, acabaria por suceder na vítima, e em carne-e-osso. Um trabalho de magia negra feito nestes Sabbat ficou famoso por volta de 1664, pois que um boneco foi baptizado com o nome de um homem chamado Dick Green, e passado pouco tempo o homem veio a falecer em circunstancias inexplicáveis, tal conforme lhe tinha sido destinado no boneco.

A célebre obra Malleus maleficarum (1486), explica como é que estas amarrações dos bonecos de cera funcionam, e como é que geram efeitos na sua vitima. O Malleus maleficarum afirma com clareza que existem corpos materiais, ( os nossos corpos de carne e osso), e corpos espirituais, ( a nossa alma), e que os corpos espirituais influenciam os corpos materiais. Diz a obra que se isso é verdade, então também corpos artificias, se correctamente gerados e trabalhados, podem influenciar corpos materiais. E é justamente isso que sucede com os trabalhos de magia negra que feitos com recurso , por exemplo, a bonecos. Nesse caso, o boneco é como um corpo artificial que é gerado e depois baptizado em nome da vítima, assumindo com ela uma ligação, um elo de certa forma análogo àquele que a alma dessa pessoa tem com o seu corpo. Ora, esse corpo artificial uma vez ligado ao corpo material da vítima pelo bruxedo, ele influenciará a vítima. E por isso, conforme for feito ao corpo artificial, também o mesmo ocorrerá ao corpo carnal da vítima, e até mesmo ao seu corpo espiritual, ou alma. No Malleus Maleficarum, os autores demonstram assim qual é o mecanismo através do qual este tipo de bruxedo funciona, e como acaba por produzir efeitos na sua vitima.

A bruxa Alice Duke era membro da colmeia de Ann Bishop, havendo sido recrutada pela própria rainha. A sua iniciação foi feita, dando três voltas andando para trás, sempre de costas, á volta de uma igreja. Consta que após a primeira volta, apareceu-lhes um homem de negro. Há segunda volta, apareceu-lhes um sapo que lhes pulou para cima. Á terceira volta estava á espera das mulheres um rato, que logo se esgueirou e fugiu. Foi então que o homem de negro apareceu novamente, e falou á bruxa Ann Bishop, afirmando-lhe que Alice Duke estava aceite da colmeia de bruxas. Mais tarde, o demónio picou o quarto dedo da mão direita de Alice, pelo que o seu sangue derramado naquele momento se transmutou em sangue de bruxa, e com a picada o demonio deu-lhe a marca do Diabo, ou a marca da bruxa. A maioria das bruxas de Somertset tinha recebido espíritos familiares demoníacos como oferta do Diabo. A bruxa Alice Duke recebeu um gato, que se alimentava de algumas gotas extraídas de um mamilo oculto no seu corpo. A bruxa Elisabeth Style que pertencia ao mesmo grupo de Ann Bishop, recebeu um cão preto que lhe concedia favores e desejos, bastando para isso que lhe dissesse a frase «Ò Sathan, dai-me o vosso propósito». Outras das bruxas de Somerset não recebeu propiamente um espírito demoníaco familiar, mas antes, afirmou em 1665 que o Diabo tinha por habito visita-la por volta das cinco da madrugada na forma de um ouriço, que se alimentava sugando sangue dos seus seios. A bruxa queixava-se do quão doloroso era o procedimento, e que quando tal sucedia ela entrava num estado de transe, podendo nessa altura recitar os mais fortes encantamentos, que depois davam sempre resultados assombrosos.

As bruxas de Somerset era temidas pelos trabalhos de magia negra através dos quais lançavam poderosas maldições. Por isso, era procuradas por incontáveis clientes que lhes requisitavam os seus préstimos de magia negra. A capacidade de infringir maldições, tem desde sempre sido considerada como um dos principais atributos das bruxas e da bruxaria. As maldiçoes são o coração e o amago da magia negra. È com maldiçoes que opera a magia negra, e é lançando maldiçoes que a magia negra gera os seus efeitos. A bruxas desde sempre que usam magia imagética – veja também: as 3 leis que fazem a magia negra funcionar – , para com ela lançar maldiçoes a uma vitima. Usando de um boneco de cera, ou uma vela, um uma efígie, ou uma foto, ou uma corda baptizada com o nome da vitima, as bruxas desde sempre tem usado técnicas ocultas de magia negra para infestar as mais tormentosas maldiçoes nas suas vitimas. Algumas das lendárias bruxas de Somerset, usavam expressões vocalizadas ou encantamentos dirigidos a algo que representasse a vítima, para infligir uma maldição a essa pessoa. No caso das bruxas de Somerset, elas usavam da expressão «e a varíola levou», o que impregnava a vítima da maldição desejada, tal conforme fosse impregnada de um vírus. Os eventos ocorridos com as bruxas de Somerset foram testemunhados por um padre já reformado de nome Joseph Granvill. Os resultados das suas observações e investigações foram publicados em 1681, num documento intitulado «Sadducismus Triumphatus». Nos dia de hoje, quem ainda detém estes saberes ocultos de magia negraa, ainda executa os mais poderosos trabalhos de magia negra para trazer o amor de volta. E hoje como há séculos atrás, esses trabalhos de magia negra continuam a ser os mais poderosos trabalhos de magia negra para trazer o amor de volta.

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