Amarrações para diferenças de idade

Amarrações para diferenças de idade

No célebre Malleus Maleficarum ( 1486), dos demonologistas Jacob Sprenger (1438 – 1495), e Heinrich Kramer,  ( 1430 – 1505), podemos ler como os bruxos do Faraó do Egipto, com a ajuda de demónios, criaram sapos e serpentes, tal conforme está inscrito na Bíblia, assim comprovando-se não apenas que a magia negra é uma realidade comprovada até na própria Palavra de Deus, como que a bruxaria é uma pratica que existe desde os tempos mais primordiais da história da humanidade, e que os seus efeitos são muito concretos e objectivos. O mesmo afirmou Santo Agostinho ( 354 – 430 d.C), no Livro XXXIII, onde afirma que os efeitos das acções demoníacas estão longe de ser ilusões, mas sim evidências muito concretas que se podem ser constatar com factos. Continua o Malleus Maleficarum afirmando que as bruxas muitas das vezes podem causar os maiores tormentos aos homens através de assombrações, e que se é verdade que a assombração pode parecer uma ilusão aos olhos daqueles que rodeiam o embruxado, porem para o embruxado aquele padecimento é tão real como a própria realidade do seu próprio corpo, pois que todos os seus sentidos e razão lhe confirmam os horrores que está a experimentar e a sofrer. Por outro lado, os efeitos do bruxedo também se podem fazer manifestar em fenómenos muito palpáveis e completamente inexplicáveis, o que causa sempre desassossego, desinquietação e assombro á alma do embruxado. Tudo isso, contribui para fragilizar o embruxado ao ponto em que ele ceda aos objectivos do bruxedo, ou que permaneça a sofrer até que ceda. E estes padecimentos perpetuam-se sem cessar até que a vitima ceda, ou teimando ela em resistir, perdurarão até ao ponto da sai desgraça. E é por estes imparáveis, impiedosos e potentes meios, que uma bruxaria age sobre a sua vitima. Seja como for, a vitima nunca mais se livra do bruxedo, nem de quem a mandou embruxar. Nunca mais.

O notório padre e ocultista Montagne Summers (1880- 1948), na sua obra «The Black Mass», faz menção como aos demónios lhes agrada sobremaneira a obscenidade e a desobediência para com os mandamentos da Igreja.  O glamour da heresia, o sacrilégio dos obscuros deboches, o frenesi da hedionda luxuria, são como iguarias nas quais os espíritos infernais se banqueteiam, e por isso muitas das vezes tais profanas invocações são usadas como chamariz aos demónios. Também por isso, estes seres infernais são particularmente eficazes quando se trata de abordar assuntos eróticos, amorosos ou de luxuria.   Durante o reinado do rei Luis XIV em Franca (1638 – 1715), havia um famoso bruxo cujos préstimos ocultos eram fartamente procurados por pessoas da mais alta sociedade. Tratava-se do abade Guibourg ( 1610- 1686), que era um padre satânico. O abade era um padre apóstata, um abjurador, ou seja, um padre que havendo sido procurado pelo Diabo e encantado pelos seus poderes, renegou a sua fé, renunciou aos seus votos sacerdotais, e corrompeu o seu sacerdócio indo contaminar-se com a magia negra, celebrando Pacto com o Diabo, e tornando-se assim um padre satânico, um padre ao serviço de Satanás, um bruxo. O abade Guibourg era conhecido entre as bruxas como «Monsieur le Prieur». Era um homem já de idade avançada, que porem conseguia possuir todas as mulheres que desejava através dos seus trabalhos de magia negra, até as mais donzelas, e apesar das clamorosas diferenças de idade. Por isso mesmo, a sua fama era tal, que as suas missas negras – pagas a peso de ouro – eram requisitadas por nobres, realeza, alta burguesia e aristocracia Francesa, e até Inglesa. Descrito como um homem alto, com um rosto maligno mas sensual, dizia-se que a força maligna dos trabalhos de magia negra do abade, era impiedosa. Não havia assuntos de natureza erótica que o bruxo não conseguisse manipular, nem enredo em questões de luxuria que o padre satânico não conseguisse desenlaçar. A bem ou a mal, as vítimas das suas amarrações não escapavam: ou cediam aos desejos de quem as tinha mandado embruxar, ou acabavam em grandes aflições e tormentos que as perseguiam até á hora da sua desgraça. Fosse como fosse, uma coisa era certa: a vítima acabava sempre, ou deitada na cama de quem a mandou embruxar, ou deitada na sepultura de um cemitério. Era esse o resultado das fortes amarrações de magia negra, conforme ainda hoje continua a ser. Por isso, fosse como fosse, a vítima nunca mais se livrava do bruxedo, nem de quem a tinha mandado embruxar. Nunca mais. Não havia escapatória. O abade e bruxo ficou famoso por ter celebrado as missas negras e ritos satânicos requisitados pela marquesa de Montespan, a fim de garantir que se tornaria a única amante do rei. O bruxedo celebrado em Missa Negra foi testemunhado pelo Abade Mariette, o vigário de St. Séverin, que descreveu como o coração de dois pombos foi consagrado a Satanás no decorrer de uma missa satânica. O rito decorreu na capela do Château de Villebousin, em Saint-Denis, pois que celebrando-se um rito satânico no próprio coração de uma Igreja, e profanando-se um altar de santos de Deus com a ímpia magia negra, constituía uma hedionda heresia de tal ordem, que era do imenso agrado do Diabo, pelo que o chamamento de demónios ali proferido seria irresistível aos espíritos do Inferno. A blasfema liturgia foi celebrada sob o corpo desnudado de uma bruxa, e uma cria de tenra idade foi sacrificada. O rito teve um sucesso espantoso, e as amarrações do bruxo e abade tornaram-se lendárias.

O duque de Richelieu ( 1696 – 1788), associando-se a um riquíssimo nobre Austríaco que tinha um profundo interesse pelos mistérios do oculto, encomendaram diversos trabalhos de amarração celebrados em Missa Negra, e oficiados conforme os ensinamentos do Abade Guibourg. Essas missas foram realizadas numa capela deserta de uma casa de campo situada num local ermo e distante. Nessa capela praticaram-se ritos satânicos através das maiores blasfémias que foram executadas sob o altar da capela, que era solo sagrado. A missa foi celebrada em plena capela, e lida sobre o corpo desnudado da amante do bruxo que conduzia a ímpia cerimónia satânica, havendo essas heresias sido coroadas pela manifestação do Demónio, que agradando-se com os sacrilégios, respondeu ás invocações que lhe eram dirigidas e concedeu grandes feitos e efeitos ás amarrações e trabalhos de magia negra ali oficiados. Algumas dessas amarrações permitiram ao nobre Austriaco desfrutar das mais belas e jovens donzelas da Europa, apesar das nítidas diferenças de idade que o separavam das suas amantes.

Por volta dos anos de 1792, havia em França uma bruxa famosa de nome Virginie, que se afirmava abertamente como uma fiel satanista. A bruxa Virginie celebrava fortes trabalhos de magia negra na catedral de são Caprisius. Quando era jovem, a bruxa foi levada á presença de um velho padre que celebrou uma missa blasfema diante dela, e assim a angariou para as hostes dos adoradores de Satanás. Foi com apenas doze anos, que Virginie foi feita bruxa pela mão do velho padre satânico, e iniciada nas artes da magia negra. Uma vez já feita mulher e adquirindo uma invejável reputação de bruxa eficaz,  era desnudando-se em ímpia heresia no altar da catedral, e ali sacrificando crias de tenra idade ao mesmo tempo que entoava encantamentos de magia negra, que a bruxa realizou fortes amarrações. Os demónios que a bruxa Virginie invocava compareciam, e os seus trabalhos de magia negra contaminavam sempre as suas vítimas. E conforme grande foi a diferença de idade entre a bruxa e o padre satânico que a iniciou, pois também grande era o seu poder em bruxedos relacionados com amarrações para amantes com diferenças de idade. Por isso mesmo, os seus trabalhos de magia negra eram um preciosidade avidamente procurada por todo o tipo de cavalheiros e damas de França. E os efeitos das bruxarias da Virginie jamais falhavam, o que maravilhava a sua clientela. De facto, ou a vitima da magia negra se entregava rendida e aos pés dos mandantes do bruxedo, ou então a vitima padecia de todo o tipo de aflições e tormentos até se entregar. Entregando-se, os tormentos cessavam. Porem teimando em resistir, então os tormentos persistiam a fustigar  vitima, até ao ponto da sua desgraça. Fosse como fosse, a vitima nunca mais se livrava do bruxedo, nem da sombra de quem a mandou embruxar. Nunca mais. Não havia escapatória. E ainda nos dias de hoje, assim é.

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