Amarrações de magia negra poderosas

Amarrações de magia negra poderosas

O notório padre e ocultista Montagne Summers (1880- 1948), nos seus estudos sobre o famoso grimório de magia negra Demonolatry ( 1595), faz menção a uma bruxa Francesa de nome Brunehaut, que viveu por volta dos anos de 613 d.C. A bruxa Brunehaut era famosa pela sua habilidade no encantamento de homens, sendo certo que tanto lhes podia fazer acender o fogo da paixão, como deixa-los frouxos de impotência, através dos seus trabalhos de magia negra chamados «l’aiguillette», que é aquilo a que nos dias de hoje se chamam de amarrações.

Os mesmos trabalhos de magia negra foram mencionados por Jean Bodin (1520-96),  um jurista e filosofo francês, autor da notória obra «De lá Demonomanie des Sorcieres» , publicada em Paris, no ano de 1580 . As obras deste celebre demonologista descreveram as suas observações pessoais sobre casos verídicos de bruxas, de bruxaria, de magia negra e de trabalhos de magia negra. Algumas das mais famosas bruxarias de magia negra, eram as amarrações, sendo que na Idade Media as amarrações tinham o nome de «Ligatures», ou «ligaduras», ou «nós das bruxas», ou «escadas das bruxas».

As amarrações das ligaduras ou das escadas das bruxas, são  um dos mais antigos bruxedos conhecidos da história europeia. È na verdade uma das mais antigas amarrações de que há registo histórico. Em trabalhos de magia negra, essa bruxaria era feita através de uma corda ou de uma longa tira de couro. No caso de se tratar de couro, eram tiras de couro de boi preto, ou de cobra. Nesta amarração do , diversos nós eram enlaçados ao longo da corda ou tira de couro, sendo que em cada laçada era enfiada uma pena de ave negra como um galo preto, um corvo, ou qualquer outra ave completamente negra, sem a mínima ponta de branco. Colocavam-se também ossos de defunto que houvesse morrido sem ser baptizado, ou de um condenado á morte que não recebeu extrema unção, ou de suicidas, ou de falecidos abandonadas sem devidos ritos funerários. Eram assim e sempre ossos de uma alma amaldiçoada e penada. Nos enlaçamentos ou nós da corda, podia-se também enlaçar um pedaço de cabelo da vítima, ou um pedaço da sua roupa, um pequeno objecto da sua pertença, ou até um efígie representativa da vitima. Dessa forma, o bruxedo celebrado na escada da bruxa ficava ligado á vitima, e conforme era feito na corda, também sucederia á vitima. Os nós iam sendo enlaçados pela corda, o que lhe concedia a aparência de uma escada de corda.  Vários nós eram dados ao longo da corda, e para cada nós havia um encantamento. Havia também dezenas de tipos de nós diferentes para cada tipo de finalidade que se desejava alcançar, assim como os seus respectivos encantamentos. Alguns dos nós e seus respectivos encantamentos, destinavam-se a lançar terríveis maldiçoes, e uma vez estando o trabalho de magia negra feito, então a corda era escondida num local secreto. Enquanto a corda não fosse descoberta e os seus nós desfeitos, a maldição não abandonaria a sua vítima. E por isso, a pessoa não tinha alternativa senão ceder.

Houve vários casos historicamente documentados de como este trabalho de magia negra podia infestar pessoas com temíveis maldiçoes. Na Franca do século XIV, viveu a bruxa Jeanette Neuve. A bruxa era famosa pelas suas fortes amarrações. Por volta dos anos de 1390, houve um certo nobre de nome Burzet que tendo tido uma desavença com a sua esposa, não encontrava forma de conseguir reconciliar-se. Procurou então os préstimos da bruxa Jeanette, que lhe realizou uma amarração na qual usou de três gotas do seu próprio sangue de bruxa. Estando o bruxedo feito, eis que passados tempos a nobre senhora começou a ceder aos avanços reconciliatórios do fidalgo. Porem, sendo uma mulher teimosa, achou que melhor faria deixando o homem a sofrer por algum tempo, antes de ceder ao misterioso ímpeto de reconciliação que havia misteriosamente tomado conta do seu pensamento e da sua vontade. Pois começando a teimar e a resistir àquilo que o bruxedo decretou, e andando a adiar a reconciliação, eis que a nobre senhora começou a ver a sua saúde inexplicavelmente debilitada, assim como começou a sofrer de tormentos e assombrações nocturnas, acabando por cair enferma na sua cama, por motivos que os médicos não conseguiam explicar. Porem, assim que a mulher se foi entregar ao  nobre que a tinhad mandado amarrar, imediatamente todos os padecimentos e tormentos desapareceram e esfumaram-se tão misteriosamente quanto tinham aparecido. Assim actuam as mais fortes amarrações, e assim é o seu resultado: ou a vitima do bruxedo cede aos fins da amarração, ou então sofrerá grandes padecimentos até ceder. Cedendo, os tormentos cessam. Porem: insistindo em teimar e resistir, então os tormentos persistem e insistem sem cessar, até ao ponto da sua desgraça. A pessoa não tem alternativa senão ceder. Seja como for, a vitima nunca mais se livra do bruxedo, nem da sombra de quem a mandou embruxar. Nunca mais. Não há escapatória. E por isso, a pessoa não tem alternativa senão ceder.

Os séculos X e XI na França, foram tempos de grande actividade de movimentos de magia negra e cultos satânicos. Durante o reinado de Roberto II de França, o piedoso, ( 972 – 1031), haviam em Orleans inúmeras sociedades de adoradores de Satanás, e muitas colmeias de bruxas que prestavam culto ao Diabo. O facto ocorreu por volta dos anos de 1022, e os cronistas dessa época deixaram um extenso rol de documentação histórica que comprova a existência de bruxas, da magia negra e dos trabalhos de magia. negra. Nos Sabbats das bruxas, era frequente que o padre satânico que celebra os ritos se apresente como um emissário do Diabo, da mesma forma que durante uma missa cristão, o padre católico se apresente como um emissário de Deus. Era frequente nessas missas o bruxo usar a mascara de um animal como um bode, com os cornos de bode enfaixados na sua cabeça, e o seu corpo coberto por peles do animal. O acto é considerado pela Igreja um sacrilégio, uma ofensa a Deus. São Teodoro, o sétimo arcebispo da Cantuária ( 668 – 690), no capitulum XXVII do seu Liber Poenitentialis, faz nota expressa que «se alguém em ritos for vestido como um veado ou um touro, isto é, tornar-se um animal selvagem e vestir-se na pele de um animal, e colocar na cabeça a cabeça daqueles animais, e assim se transformarem na aparência de um animal selvagem, são merecedores de penitencia por três anos, porque isso é diabólico» Por isso mesmo, e por ser um acto herético, e porque o acto herético é agradável ao Diabo, e por sê-lo propicia a sua invocação, tais costumes eram realizados aquando da celebração dos Sabbats satânicos, ou até na celebração de missas negras. Dessa forma o padre satânico cometia uma heresia declarada «diabólica», e muitas das vezes o demónio respondia atendendo á invocação que lhe era dirigida, indo incorporar temporariamente no corpo do bruxo através de possessão demoníaca. Durante o reinado de Elisabete I de Inglaterra ( 1533 – 1603) , houveram diversos padres satânicos que praticaram esta heresia durante a celebração de missas negras e Sabbats satânicos. Entre eles encontravam-se Roger Birtles e a sua esposa Anne Birtles, assim como William, o lorde de Hermitage Castle conhecido como o «Red Cap», que era o líder de um famoso clã satânico de bruxas e bruxos. Em 1589, houve também um outro celebre bruxo de nome Nicniven, que praticou o mesmo tipo de liturgias de magia negra. Após a sua morte, sucedeu-lhe a sua esposa, que se tornou a rainha do Sabbat. Já em 1576, a famosa bruxa Elisabeth Dunlop, também conhecida por bruxa Bessy, praticava nesses Sabbat satânicos os mais fortes trabalhos de magia negra. O notório padre e ocultista Montagne Summers (1880- 1948),  faz menção a esta bruxa na sua obra, e a bruxa ficou famosa por ter sido seduzida por um demónio de nome Thom Reid, que lhe pediu que renunciasse á fé cristã, ao baptismo, e que adorasse a Satanás. A bruxa tudo isso aceitou, e em troca os seus trabalhos de magia negra tinham uma eficácia espantosa. Foram vários os trabalhos de magia negra que a bruxa Bess realizou em Edimburgo. O mesmo sucedeu á bruxa Alison Peirson, que por volta dos anos de 1588 era celebre pelos seus trabalhos de amarração de magia negra. A ela o Diabo pediu o mesmo que á bruxa Bess, porem acrescendo-lhe que deveria envolver-se em relações profanas e luxuriosas com o seu irmão, que também havia sido seduzido pelos caminhos do culto ao Diabo, e da magia negra, igualmente convertendo-se em bruxo. Havendo aceite praticar tal perversa abominação, o Demónio agradou-se e saciou-se na iguaria daquela ímpia heresia, e em troca deu á bruxa saberes inéditos sobre trabalhos de magia negra para fins eróticos e amorosos. Com estes saberes, a bruxa conseguia amarrar por bruxaria de amarração qualquer homem ou mulher que desejasse, fosse qual fosse a situação, e fosse qual fosse o pecado em que ambos incorriam, desde o adultério, a outros devassos pecados.

Outro caso também sucedido em França por volta do ano de 1330/35, foi o da bruxa Catherine Derlot. A bruxa Catherine Derlot participou em memoráveis Sabbats Satanicos, onde os mais fortes de trabalhos de magia negra eram celebrados. Catherine Derlot tornou-se bruxa quando estando nos seus afazeres domésticos numa localidade de nome Pech-David em Toulouse, ela foi abordada por um homem de elevada estatura. O homem encantou-a com o seu olhar, e seduzindo-a, convidou-a a participar num Sabbat Satânico. Na próximo noite de sábado, Catherine Derlot compareceu á reunião de bruxas, onde viu o Diabo incorporar num enorme bode negro. Depois de o saudar, Catherine Derlot submeteu-se-lhe, dando-lhe os prazeres que o Diabo queria. Em troca, o Diabo ensinava-lhe todo o tipo de bruxedos para todo o tipo de assuntos, cada um deles sempre eficaz e de efeitos visíveis. O Diabo pedia-lhe também que frequentasse missas negras onde se profanavam as missas da Igreja, e se honrava a Satanás. Na sua iniciação, a bruxa Catherine Derlot recebeu um caldeirão como presente do Diabo, assim como ensinamentos sobre a forma como acender um fogo amaldiçoado que fosse chamamento ao próprio fogo dos infernos, assim realizando as mais fortes magias negras nesse caldeirão. Aprendeu também os ingredientes para os mais poderoso bruxedos feitos no caldeirão oferecido pelo Diabo, tais como ervas venenosas, órgãos de animais, e certas partes de defuntos que não houvessem sido baptizados, ou até obtidos por meio de sacrilégio ao solo consagrado dos cemitérios. Desses defuntos, usavam-se pedaços de unhas, pedaços de cabelo, pedaços de roupa, dedos, orelhas, línguas, cada coisa apropriada ao tido de bruxaria que ia celebrar. A bruxa Catherine Derlot muitas vezes afirmava para grande escândalo dos padres, que Deus e o Diabo eram deuses iguais, um reinando sobre o reino do Céu, e outro reinando sobre o reino da Terra. Todas as almas que o Diabo conseguia seduzir, eram almas perdidas para o Altíssimo Deus do céu, e viveriam  perpétuamente na terra e no ar deste mundo, indo todas as noites visitar as casas onde habitaram em vida, e inspirar os vivos a servir ao Diabo ao invés de servir a Deus. Essas almas de antigas bruxas vagueando a terra, seriam por isso angariadoras de novas bruxas, num círculo que se perpetuava sem cessar. Afirmava a bruxa que recebeu estes ensinamentos do próprio Diabo, e que a luta entre Deus e o Diabo tem existido desde o início da eternidade, continuará a existir até ao fim da eternidade, e nunca deixou nem deixará de existir, porque é eterna, sem início, nem fim. Umas vezes um sai vitorioso, outras vezes o outro sai vitorioso, num ciclo sem fim, que sempre existiu, e sempre existirá. E é deste ciclo eterno e desta disputa sem fim que nasceu a própria Criação, e é esta contenda entre opostos que alimenta e sustenta a existência da própria criação. Sem esta luta entre um e outro, nada existiria. Era esta a doutrina que o próprio Diabo ensinara á bruxa Catherine Derlot, que é a doutrina do Satanismo que perdura viva até aos nossos dias. O pacto da bruxa Catherine Derlot foi celebrado nocturnamente nos confins de uma floresta na paroquia de Quint, numa encruzilhada de duas estradas. A bruxa deixou que gotas do seu próprio sangue derramassem sobre um fogo onde ardiam ossos de defuntos que não haviam sido baptizados, pronunciou um encantamento em latim, e um demónio apareceu-lhe na forma de uma chama violeta. Tratava-se de um demónio Chalkydri, um demónio muito conhecido nas tradições da bruxaria Eslovena, e que é mencionado nos demónios Enochianos. O erudito bizantino Michael Psellus, ( n. 1017), foi um célebre autor que fez varias menções aos livros do rei Salomão,  e dos seus saberes que permitiam invocar e controlar demónios. Este demónio é mencionado por Psellus, e a bruxa Derlot beneficiou da sua ajuda. Desde então, todos os seus trabalhos de magia negra tornaram-se infalíveis. Às sextas-feiras á noite, a bruxa frequentava sabbat satânico que se celebrava numa localidade de nome Pech-David em Toulouse. Outras vezes os sabbat realizavam em locais mais longínquos, no topo das montanhas negras dos Pirenéus. Era nesses Sabbats que a bruxa prestava adoração ao Diabo que se manifestava incorporado através de possessão demoníaca num grande bode negro, entregando-se para satisfazer os profanos prazeres do Diabo, fosse de quem mais participasse no festim de abominações. Sacrifícios de criaturas de tenra idade eram feitos a Satanás, e depois disso a bruxa voltava a receber mais ensinamentos sobre os segredos dos trabalhos de magia negra. Alguns dos segredos que a bruxa Derlot usou em muitos dos seus mais lendários bruxedos, foi usar de figuras de cera representando as vitimas da magia negra, assim dispondo da sua sorte conforme lhe era encomendado: ora unindo casais, ora separando casais, ora destruindo lares, ora arruinando negócios e empestando vidas com pestilências demoníacas, enfermidades e assombrações. Os seus trabalhos de magia negra para amarrações, tornaram-se lendários.

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