Amarrações que funcionaram

Amarrações que funcionaram

A magia negra, a bruxaria e os trabalhos de magia negra, longe de serem um fenómeno de camponeses ignorantes e pobres incultos supersticiosos, foi desde sempre uma realidade constatada até pelas mais altas figuras da sociedade. São vários e inúmeros os casos de figuras históricas da realeza que celebraram bruxarias, ou que recorreram da magia negra. E são também inúmeros os casos de grandes sucessos alcançados pelos trabalhos de magia negra, havendo alguns deles ficado famosos. São por isso vários os exemplos historicamente comprovados de amarrações que funcionaram, e que se tornaram famosos.

Eleanor Conham, a duquesa e de Gloucester, foi protagonista de um celebre caso de amarração amorosa na Inglaterra do século XV. Por volta dos anos de 1420, Eleanor Conham procurou os serviços da bruxa Marguery Jourdemain. Conhecida pela bruxa do Olho. Em 1420, a bruxa já tinha alcançado grande fama e os seus trabalhos de magia negra eram abundantemente requisitados, pois eram célebres as amarrações que a bruxa Jourdemain lançava usando bonecos baptizados com o nome da vítima, sobre os quais ela lançava fixamente um olhar, ao mesmo tempo que entoava encantamentos em Latim. O poder daquele mau olhado lançado sobre o boneco, infestava impiedosamente a pessoa ali representada pela figura. E conforme o boneco era infestado pela bruxaria, pois também a pessoa representada pelo boneco era contagiada pela maldição. Os efeitos eram espantosos, e foram usados em todo o tipo de situações, desde vinganças, a separações, e a amarrações.  A bruxa Jourdemain era especialmente procurada pelas senhoras da corte em assuntos relacionados com relacionamentos amorosos, e por vezes até em situações nas quais desejavam engravidar rapidamente de um certo fidalgo, ou desfazer-se de uma gravidez inoportuna. Ambicionando casar com Humphrey, o poderoso duque de Gloucester, Eleanor Conham recorreu dos serviços da bruxa Marguery Jourdemain. O duque já era casado, pelo que a situação era difícil. Assim, a amarração de magia negra foi feita, com recurso á invocação de espíritos de mortos, assim como com a intervenção de demónios. Estando o trabalho de magia negra feito,  em 1425 Eleanor Conham  tornou-se amante do duque de Gloucester, em 1428 o duque já estava de tal forma embruxado que anulou o seu primeiro casamento para ficar com Eleanor, em 1435 os efeitos da magia negra eram tais que o duque coloca todos os seus bens em nome dele e de Eleanor, e no final, em 1436 Eleonor casa-se e recebe o titulo de duquesa de Gloucester, tornando-se uma das mulheres mais influentes em Inglaterra. O caso tornou-se famoso, e os trabalhos de magia negra da bruxa tornaram-se lendários. Assim se testemunhava o poder das amarrações de magia negra, neste caso que ficou historicamente documentado.

Anne Boleyn (1507-1536) foi uma rainha inglesa que casou com o rei Henrique VIII em 1553. Porem, consta nos círculos do oculto que antes de ser rainha, Anne Boleyn era uma bruxa. E havendo desejado casar-se com o rei Henrique VIII, lançou-lhe um forte trabalho de magia negra, na forma de uma amarração que foi celebrada através de missa negra. Com essa missa negra, a bruxa não apenas se tornou rainha de Inglaterra, como afrontou o poderio do Vaticano, desfeiteando um duro golpe na Igreja. O rei Henrique VIII já estava casado, e esse casamento era altamente patrocinado pela bênção da Igreja, que se opôs veementemente a qualquer dissolução do matrimónio real. Porem, diz-se que tal foi a força da magia negra que a bruxa lançou sobre o rei, que o monarca cego de desejos pela bruxa, levou em frente a sua pretensão, e casou-se com  Anne Boleyn. O casamento deu-se em privado e secretamente, enquanto que ainda estavam em curso as negociações para a dissolução do anterior casamento do rei com a Catarina de Aragão, através da qual se havia celebrado uma aliança com o reino de Espanha. Anne Boleyn foi secretamente uma bruxa, e celebrou um rito de amarração ao rei Henrique VIII, conseguindo assim aquilo que parecia impossível, que foi suceder como rainha de Inglaterra a um casamento que era quase impossível de dissolver. A igreja de Roma e o Papa opunham-se fortemente á dissolução do matrimonio real, pelo que há rumores que a bruxa se terá virado para os poderes opostos aos da Igreja de Roma, e terá celebrado uma Missa Negra para desposar do rei não pela lei de Deus, mas sim pela lei da magia negra e do Diabo, coisa que conseguiu com sucesso.

È também reconhecido que Catarina de Medici, a mulher mais poderosa de França, realizou uma bruxaria de magia negra celebrada numa Missa Negra para salvar a vida do seu filho quando ainda em criança, quando todos os médicos davam o caso por perdido. A Missa Negra resultou, e pela força da bruxaria o seu filho viveu para se tornar rei de França, o notório Henrique III ( 1551-89), que foi monarca de 1574 a 1589. Tal como este lendário trabalho de magia negra, Catarina de Medici usou também de amarrações que funcionaram conforme todos os seus desejos e caprichos.

Louis Jean-Baptiste Gaufridi, (.f. 1611), era um padre de Marselha, assim como um reputado bruxo que viveu no seculo XVII. O padre Gaufridi é mencionado por Jacques Collin de Plancy ( 1793 – 1881) célebre ocultista e demonologista Francês, autor do influente «Dictionnaire Infernal», um tratado de demonologia publicado em 1818. Tal como Plancy, o padre era um ocultista, e um grande estudioso de antigos e raros grimórios de magia negra. De tanto os estudar e praticar os seus ensinamentos, o Diabo agradou-se e apareceu-lhe. Fascinado pelos poderes do Demónio, o padre profanou os seus votos de sacerdócio cristão, fez Pacto com o Diabo, e tornou-se um padre satânico. O bruxo Gaufridi lançou tão fortes amarrações, que a sua fama se espalhou pelos quatro cantos de França. Sabia-se que o bruxo conseguia ter qualquer mulher que desejasse, desde mulher madura a jovem donzela, sempre conforme os apetites dos seus próprios caprichos. Nenhuma mulher uma vez embruxada com uma amarração sua, alguma vez lhe resistiu. Nenhuma há excepção de uma.  Madeleine de la Palud era uma jovem e linda donzela, filha de um nobre. A jovem donzela foi de tal forma invadida pela bruxaria do padre satânico, que se via infestada de ânsias carnais incontroláveis, e porem teimava em não se entregar ao bruxo. Ao invés, decidiu entregar-se aos braços da Igreja e ingressar num convento Ursulino, procurando protecção na reclusão do convento. O bruxo desagradado com a fuga da donzela, aumentou ainda mais o poder do bruxedo de amarração. A verdade é que o estado de saúde da freira noviça começou a piorar, até que inexplicavelmente começou a sofrer de ataques demoníacos. Chamados ao convento, os médicos não encontravam explicação para o estado da freira Madeleine. A jovem chegou a ficar com o corpo todo negro, a sua face distorceu-se horrivelmente, a sua boca torceu até quase chegar á parte de trás do pescoço, e os seus membros deslocavam-se e contorciam-se dentro da carne como se de uma boneca de trapos se tratasse. A freira noviça chegou a ser elevada no ar, como se uma mão invisível a estivesse a manobrar pela sua cela como um trapo. Os eventos foram tão assustadores, que confirmaram imediatamente a bruxaria do padre satânico. Pois assim actuam as amarrações, infestando a vítima de uma fortes possessão de espíritos de trevas, para ceda aos desejos no bruxedo. Cedendo os tormentos cessam. Porem, teimando e insistindo em resistir, então os tormentos demoníacos aumentam e persistem em castigar a vitima. Seja como for, nunca mais a vitima se livra do bruxedo, nem de quem a mandou amarrar. Nunca mais.

Em 1428, a Itália da Idade Media teve uma das suas mais famosas bruxas da época, a bruxa Matteuccia. A bruxa residia nos arredores de Perugia, perto de Umbria, no centro de Italia. A bruxa era conhecida por usar uma unção esfregada pelo seu corpo nu, que invocava irresistivelmente o Diabo. A fórmula da unção havia sido escrita há muito por uma velha bruxa, e foi-lhe dada pelo próprio Demonio. Usando-se da unção no corpo de uma bruxa, a sua fragância atraia o Demonio de forma quase imediata, vindo ele sempre com desejo ardente de possuir a bruxa, para depois lhe conceder todos os favores que lhe fossem pedidos. A formula era feita a partir de alguns ingredientes conhecidos, e outros desconhecidos. Entre aqueles que se conheciam, estava a gordura de defuntos que não houvessem sido baptizados, cascos de mula-fêmea, penas de certas aves, ossos de defuntos pagãos da antiguidade, e outros mais ingredientes, tudo ardido e reduzido a um pó, que depois era usado para fabricar o unguento. Por dominar tais fórmulas que até ao Diabo seduziam, é que a bruxa ficou famosa pelas suas fortes amarrações,  pois que se nem demónios lhe resistiam, então ainda menos os homens embruxados. A bruxa Matteuccia celebrava os seus sabbat satânicos junto da árvore de nogueira de Belavento, onde ali se reuniam bruxas e demónios para prestarem culto a Satanás. Nesses sabats, juravam fidelidade a Satanás, entregavam-se a obscenos festins de devassa luxuria com demónios, prometiam espalhar a obra da magia negra pelo mundo, e produziam trabalhos de magia negra, alguns feitos de ingredientes como gordura de abutres, pó de morcego, e sangue de criaturas de tenra idade. A bruxa Matteuccia visitava a árvore de nogueira ás segundas, sábados e domingos, que foi quando o Demonio lhe ordenou que ali fosse. Porem, noutros casos é sabido que o Diabo indicava que os Sabbat deviam ser celebrados ás quintas, sábados e domingos. Nicolas Remy, ( 1530-1616), na sua obra Demonolatreiae ( 1595), descreve que nos Sabbats, Satanás determinou que as bruxas deveriam «conspurcar-se aos santos domingos entregando-se a demónios incubus e sucubus, contaminar-se com o pecado da sodomia ás quintas-feiras, e ao sábado cometerem a herética prostituição com a abominação da bestialidade». Dai a bruxa ia para a casa de uma senhora de nome Andreucia, no castelo de Montefalco, onde a mulher lhe reservava criaturas de tenra idade para se lhe sugar o sangue, usado que era nos ritos de magia negra. A rica mulher do castelo encomendava todo o tipo de trabalhos de magia á bruxa Matteuccia, pois as bruxarias eram fortes e a sua fama era reconhecida por toda a Italia. A bruxa Matteuccia era famosa pelas suas ajudas maritais, ou seja, realizando fortes trabalhos de magia negra para trazer o amor e volta. Muitas mulheres desesperadas e desprezadas pelos seus maridos ou amantes, recorriam dos préstimos ocultos da bruxa italiana. Um desses casos ficou famoso quando a senhora do castelo de Collemezo foi abandonada, humilhada e maltratada pelo seu esposo. A bruxa Matteuccia fez um trabalho de magia negra no qual usou um ovo que foi baptizado com o nome do marido, e colocado no seu caldeirão de bruxa, onde foi ardido e consumido em chamas juntamente com ingredientes ali derramados no caldeirão. Enquanto a fórmula ardia em chamas que pareciam invocar as próprias labaredas do inferno, a bruxa lançou uma forte maldição através de um encantamento em Latim. O bruxedo foi de tal forma forte, que o marido da senhora do castelo de Collemezo foi seriamente atacado de indisposições. Os mal-estares eram de tal forma, que o homem recolheu ao seu lar, pois não tinha forma de andar e sair para ir ter com a sua amante. E nos cuidados do regaço da sua esposa, lá o homem acalmou e ficou com a mulher. E a verdade, é que os padecimentos do marido apenas cessaram quando ele se entregou novamente á esposa. Enquanto teimou em resistir ao bruxedo, as suas agonias apenas pioravam, e não havia médicos que o conseguissem ajudar. Assim se ficou a saber como actuam os trabalhos de magia negra para trazer o amor de volta: ou a vítima cede a quem a mandou amarrar, ou então ela sofre atrozes padecimentos até ceder. Cedendo, os padecimentos cessam. Porem, teimando em resistir então os padecimentos persistem até ao ponto da sua desgraça. È esse o resultado, e por isso, seja como for, nunca mais a vítima se livrará do bruxedo, nem da pessoa que a mandou embruxar. Nunca mais.

Outro caso ficou celebre, quando por volta do ano de 1427, uma senhora do castelo de Prodo no distrito de Orvieto, se queixou que o seu homem ao invés de cuidar das suas necessidades e fazer amor com ela, antes lhe batia. A bruxa realizou um trabalho de magia negra através de bonecos de cera, e passados tempos soube-se que para grande alegria da mulher, o assunto estava resolvido, e o homem cumpria apaixonadamente com os seus deveres. A fama da bruxa Matteuccia tornou-se de tal forma célebre, que chegou aos ouvidos de são Bernardino ( 1380 – 1444), que curioso se deslocou de Sena a Todi – onde a bruxa Matteuccia residia na altura – para assistir a tais prodígios heréticos de magia negra, e assim dando-se testemunho dos seus lendários trabalhos de magia negra.

Outro caso sucedeu na Irlanda do século XIV, onde uma bruxa de nome Alice Keyteler (n. 1263) – a bruxa mais famosa da Irlanda desses tempos – usava de amarrações de magia negra tão poderosas, que apenas para si mesma – através de amarrações de magia negra –  tomou quatro maridos ricos, e herdou as suas fortunas. Os seus trabalhos de magia negra eram muitas das vezes celebrados em cemitérios. Os cemitérios são locais desde sempre frequentados por bruxas, até pela necessidade de ali ser um local onde se podem colher alguns dos mais raros ingredientes para algumas dos mais fortes trabalhos de magia negra. De acordo com Paulus Grillandus, um jurista italiano do século XVI, nos cemitérios as bruxas recolhiam pedaços de corpos, especialmente daqueles pertencentes a condenados á forca, pois que tinham sofrido uma morte amaldiçoada aos olhos de Deus, e por isso as suas almas podiam facilmente ser invocadas para trabalhos de magia negra. Por isso, as bruxas recolhiam desses condenados pedaços de unhas, cabelos, ossos, dentes, etc. Todos esses pedaços eram usados em temíveis ritos oficiados para trabalhos de magia negra, muitas das vezes também, celebrados em cemitério. Tal como os corpos de condenados, dizia-se que a bruxas também procuravam por crianças que houvessem falecido sem serem baptizadas, pois as suas almas estando ausentes de salvação, podiam facilmente ser invocadas para fins de magia negra. Alice Keyteler, a bruxa mais famosa da Irlanda, usava nos seus trabalhos de magia negra o crânio de um ladrão condenado.  Alice Keyteler teve quatro maridos ricos, todos eles seduzidos por meios de bruxaria e amarrações. Em 1324 a sua fama era lendária, e a bruxa tinha já uma colmeia de bruxas seguidoras. Keyteler tinha um demónio que a acompanhava sempre, chamado Robin Artinson, um espírito demoníaco familiar. Era nas encruzilhadas que a bruxa Alice invocava esse demónio, oferendando o sangue de 3 galos pretos. Houve sabbats e missas negras realizadas dentro de Igrejas, e oficiados pela bruxa Alice Keyteler. Os trabalhos de magia negra de Alice Keyteler eram celebrados em cemitérios ou encruzilhadas, e os seus efeitos eram temidos, fosse para assuntos amorosos com amarrações, fosse para assuntos de vingança e retribuição.  Conforme as suas amarrações trouxeram quatro maridos ricos á bruxa, pois muitos mais maridos e amantes trouxeram a quem procurava pelas lendárias amarrações da bruxa Alice.

Nanny Morgan ( 1789 – 1857), foi uma celebre bruxa que viveu Westwood Common, na Inglaterra. Conta-se que na sua juventude conviveu com ciganas, que lhe ensinaram as ocultas artes da bruxaria e dos trabalhos de magia negra. Os seus vizinhos mencionavam e que Nanny Morgan mantinha sapos vivos em sua casa, a quem alimentava, sendo que neles incorporavam demónios que ela usava para os seus trabalhos de magia negra. Alguns dos seus trabalhos de magia negra, eram feitos com recurso ao lançamento de mau-olhado ou olho-gordo, feito num ritual dirigido á vítima de bruxedo, no qual a bruxa usava de uma imagem da pessoa, vertendo sobre ela três gotas do seu próprio sangue, e depois fixando intensamente o boneco com o seu olhar, e murmurando encantamentos que eram uma mistura de Latim, e do dialecto cigano que aprendeu. Com esse mau olhado lançado numa bruxaria á qual era adicionado o de sangue de bruxa e o encantamento em Latim e antigos dialectos ciganos, a vitima era embruxada sem escapatória. Nanny Morgan era terrivelmente temida pela sua vizinhança, e porem havia quem viajasse centenas e centenas de quilómetros para a ir visitar, e  pedir-lhe trabalhos de magia negra, tal não era a forte reputação da sua magia negra. Dizem relatos históricos que foi com essa sua magia negra, que a pedido de uma cliente feminina, a bruxa lançou uma amarração a um certo homem de nome William Davis com tamanho bruxedo, que o homem ficou amarrado ao seu lar de uma tal forma, que nem sequer tinha forças para sair de casa. A reputação da bruxa era lendária, até no seu próprio tempo.

Um outro celebre caso de magia negra, bruxas e bruxaria relacionado com amarrações, ocorreu na Escócia do século XVII. A bruxa Isobel Haldane era famosa por volta do ano de 1623, quando muitos dos seus trabalhos de magia negra eram já conhecidos. A bruxa Isobel Haldane certa vez visitou uma encosta, onde ali permaneceu desaparecida por tres dias, de quinta feira a domingo. Muita gente procurou pela mulher, porem ninguém a encontrou, nem mesmo nessa encosta. Haldane parecia ter-se esfumado no ar, havendo reaparecido apenas do domingo, ao meio-dia em ponto, quando os sinos da Igreja dobravam para a celebração de Missa. Foi nesses tres dias que o Diabo se encontrou com a bruxa na forma de um homem com barba grisalha, tendo-a seduzido, tendo-lhe ensinado as artes da magia negra, e tendo ali sido celebrado Pacto com o Demonio.  O evento de o desaparecimento de uma mulher por dias, e que depois regressa já convertida em bruxa, sucedeu por diversas ao longo da historia, e em casos documentados. Foi o caso da bruxa Bridget Cleary (1868 – 94), uma bruxa irlandesa de vinte e seis anos que em 1894 tambem desapareceu durante tres dias na área de Kilegranach, uma zona conhecida por ser assombrada por espíritos de bruxas já falecidas. Diz-se que foi aí que Bridget foi atraída pelos espíritos de tais bruxas, deles recebeu ensinamentos, e durante esses dias transformou-se numa bruxa. Passados dias, Bridget voltou a reaparecer na sua vila, ainda estado de aparente confusão e desnorte. A bruxa Isobel Haldane regressou assim uma bruxa, e varias pessoas da localidade testemunharam o quão diferente Isobel Haldane tinha regressado dos seus dias de desaparecimento. Dai em diante, a bruxa Isobel Haldane passou a celebrar temíveis trabalhos de magia negra. Um dos mais célebres, sucedeu após o reaparecimento de Haldane, e ficou famoso. Certa vez um homem de nome James Christie estava a comprar um berço numa loja. A sua esposa estava gravida, e esperando um bebé que nasceria em breve. Tendo-se James Christie cruzado com a bruxa, ela lhe disse para que não tivesse muita pressa em fazer aquela compra, uma vez que o seu bebé que estava para nascer em cinco semanas nunca se deitaria naquele berço, que nasceria e beberia leite materno uma vez, mas logo depois seria levado. Foi horrorizado que James Christie escutou aquelas palavras, pois que tudo veio a suceder conforme a bruxa disse. A verdade é que a bruxa tinha recebido a encomenda de um trabalho de magia negra dirigido a James, e requisitado por uma mulher que amargurada por ter sido desprezada por James, lhe mandou lançar uma amarração. Como o homem teimava em resistir ao bruxedo, e não se separava da mulher, então o bruxedo persistiu em infestar a vida do homem, sempre a castiga-lo, até que atingiu o limite da desgraça, desgraçando-lhe o lar. Assim operam as amarrações de magia negra: ou a vitima do bruxedo cede, ou então os castigos persistem até a vitima ceder. Cedendo, os castigos cessam. Porem, teimando em resistir, então os catisgos persistem até ao ponto da desgraça. È esse o resultado, e por isso, seja como for, a vítima nunca mais se livra do bruxedo, nem da pessoa que o mandou embruxar. Nunca mais.

A historia está repleta de incontáveis exemplos verídicos e documentados de poderosos trabalhos de magia negra, bruxarias e amarrações que funcionaram. E ainda hoje, quem os sabe fazer conforme os ancestrais saberes ocultos, continua a celebrar esses trabalhos de magia negra, e eles continuam a funcionar nos dias de hoje, conforme há séculos atrás.

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