Trabalhos de amarração amorosa de magia negra

Trabalhos de amarração amorosa de magia negra

O Malleus Maleficarum ( 1486), dos demonologistas Jacob Sprenger ( 1438 – 1495), e Heinrich Kramer,  ( 1430 – 1505), afirma na sua questão VIII que «Deus dá poder ao Diabo sobre aqueles que procuram á luxuria», e isso explica porque motivo as bruxas, mestras que são das artes da magia negra e da invocação do Diabo e todos os seus demónios, conseguem lançar trabalhos de magia negra particularmente poderosos, em especial quando se tratam de assuntos amorosos, ou de desejo ou de luxuria.

O poder desses trabalhos desde há séculos que vem sendo observado e testemunhado em diversos casos historicamente documentados. Um desses casos sucedeu na França do século XIII, e foi testemunhado por Pedro Paladanus ( 1275 – 1342), um teólogo e arcebispo Francês, que na sua obra faz notar como observou que um homem que habitava em Lyon, havendo sido embruxado devido a um assunto amoroso, casou-se com uma bela e jovem donzela, e porem de cada vez que se aproximava do seu leito matromonial, não conseguia consumar o acto carnal. Observou o padre Paladanus que este homem havia sido vítima de uma bruxa que durante uma missa negra, encostou uma imagem sua a um ídolo demoníaco. Conforme a imagem ali ficou encostada a ídolo satânico durante a celebração da  missa negra, pois também a moléstia da impotência encostou-se ao homem, e por muito que ele se entregasse aos braços da medicina e dos melhores médicos, porem nada nem ninguém o conseguia ajudar. Assim persistiu a aflição e o tormento do homem, até que o casamento foi dissolvido para seu grande desgosto, e para grande alegria da mulher rejeitada que lhe mandou fazer uma amarração, pois que quanto mais o homem insistia em afastar-se e despreza á mulher, mais tormentos e padecimentos ele sofria. Nunca mais o homem de Lyon se livrou da sombra da sua antiga amante, e o caso tornou-se famoso. Muitos caso iguais sucederam em Franca, especialmente nas áreas de Toulouse e Lyon. A localidade de Lyon, na França,  tornou-se famosa devido á existência de freiras satânicas e padres satânicos. O primeiro grimório escrito em Francês, é o La Vauderie Lyonois, uma compilação feita pelo padre e inquisidor de Lyon, região na qual existiram notórios cultos satânicos, alguns deles dentro da própria Igreja, em conventos e abadias. Soube-se assim da existência de freiras e padres satânicos, e das suas lendárias missas negras.

No século XVII, foi existiu uma celebre bruxa em França, de nome Catherine Deshayes.( f. 22 Fevereiro 1680) O nome pelo qual era comummente conhecida, era «La Voisin». A bruxa Catherine Deshayes era famosa pelos trabalhos de magia negra afrodisíacos que preparava, pelos trabalhos de magia negra que celebrava para a fertilidade, mas também cuidava de interromper a gravidez de quem se desejasse. Todas as figuras da alta-sociedade eram clientes frequentes, e no decurso da sua carreira, a bruxa Catherine Deshayes enriqueceu. Com parte da sua fortuna, comprou uma propriedade e nos jardins mandou erguer uma capela. A capela era secreta, privada, e nela eram celebradas Missas Negras. Apenas um círculo muito restrito de pessoas tinha acesso ás cerimonias de magia negra ali oficiadas, e onde a bruxa fazia o culto dos antigos deuses pagãos, agora tidos como demónios pelo cristianismo. Catherine celebrava culto a Astaroth e Asmodeus, dois demónios particularmente poderosos em assuntos de luxuria, de fertilidade, e até mesmo de disputas. A verdade dos factos demonstrava que os seus trabalhos de magia negra eram fortíssimos, pois a sua clientela era vasta, exclusiva, e sempre disposta a pagar qualquer preço, pois os seus resultados eram surpreendentes. Sabe-se que entre os seus clientes estavam princesas, membros da família real, alta-aristocracia, frequentadores da corte do rei Luís XIV, e até o duque de Buckingham. Soube-se que através da bruxa, o duque conseguiu tornar-se amante de uma nobre que sempre se recusara aos avanços e galanteios. Porem, depois da bruxaria, passados tempos a senhora da alta-nobreza cedeu ao duque, e entregou-se-lhe. Os seus trabalhos de amarração da bruxa tornaram-se lendários. E eram tao poderosos, como definitivos.

O Malleus Maleficarum afirma no seu capitulo XI que:

«quando a bruxa faz uma figura de cera para embruxar alguém, e faz algo ao boneco para ferir a pessoa como como perfura-la, embora o dano esteja a ser causado ao boneco, porem o Diabo está a ferir o homem tal conforme foi feito pela bruxa ao boneco.»

E há exemplos historicamente documentados de casos reais que comprovam esse facto. Um caso que ficou famoso, foi o da bruxa de Norwich ocorrido em 1843, no qual a bruxa lançou uma amarração a pedido de uma mulher enamorada, que desejava um homem que era casado. A bruxa de nome Mrs. Bell usou de um boneco de cera sobre o qual derramou três gotas do seu próprio sangue de bruxa, aparas de unhas do homem desejado, estando o boneco assentada na concha de uma ostra, símbolo de Vénus e dos demónios da luxuria. Baptizando a figura de cera pelo nome do homem, e depois cravando na vela de agulhas metálicas ao mesmo tempo que proferia um encantamento em Latim, a bruxa lançou uma imensa maldição sobre a vitima. Passados tempos, o homem não conseguia mexer as pernas, e ficou acamado. A verdade é que o homem sendo casado, tentou resistir ao chamamento da bruxa, não querendo ser infiel á esposa. Porem, quanto mais resistia, mais a infestação de bruxaria alastrava na sua alma, infectando-o de pestilência e trevas. Tanto o homem teimou, que acabou prostrado numa cama, e com o casamento arruinado.

O mesmo Malleus Maleficarum  conta no seu capitulo XII como uma bruxa da cidade de Innsbruck, na Áustria, lançou um trabalho de magia negra a um homem jovem, que era amante de uma dama casada. O homem passados dias começou a sentir uma grande fraqueza, abatimento, e dores no corpo, assim como um calor insuportável como se alguem o tivesse enfiado junto de brasas ardentes, que era justamente aquilo que a bruxa tinha feito com um objecto que o representava. Depois, começou a sentir picadas de um alfinete que lhe percorriam todo o corpo, que era aquilo que a bruxa tinha feito ao objecto usado na bruxaria. Por fim, o homem começou a  ver que a sua pele estava coberta de postulas, com uma grave erupção cutânea, brotando pus. Foi nessa altura que havendo sido visitado pelo marido da sua amante, o jovem foi por este levado á taverna da vila, onde numa mesa estava um pedaço de pão. O marido da amante do jovem disse-lhe que abrisse o pão, pois que se iria sentir melhor. «Abra o pão», disse o marido « E veja atentamente o que está lá por dentro». O jovem abriu o pão, e encontrou lá dentro pequenas borbulhas brancas que eram como as pústulas do seu corpo, e deitavam pus como as suas feridas. Encontrou também ervas estranhas, e ossos de serpente, e alfinetes, que lhe lembraram as alfinetadas que tinha sentido por todo o seu corpo. Na verdade, a bruxa tinha feito aquele pão adicionando-lhe ingredientes infernais para chamar ao demónio, depois havia baptizado o pão com o nome da vitima, depois havia perfurado o pão com agulhas, depois havia infestado o pão com uma doença repulsiva retirada das entranhas de um animal doente, e então havia cozido o pão. Foi quando o cozeu o pão em brasas ardentes e recitou um encantamento satânico, que o jovem sentiu o calor insuportável, e que sentiu as pontadas das agulhas, e que ficou com as postulas virulentas por todo o corpo. O marido da sua amante disse-lhe então «Atire o pão para o fogo. Verá que se sentirá melhor». O jovem assim o fez, e passados momentos a sua saúde estava miraculosamente restabelecida. Assim o marido quis dar ao jovem uma lição, e terminou ali o caso de adultério, pois assim agem os trabalhos de magia negra: eles castigam e infestam a vítima até ela ceder aos desejos do bruxedo. Cedendo, os castigos cessam. Porem, teimando e resistir, então os castigos perduram até á desgraça da vítima. Seja como for, não há escapatória para um bruxedo de magia negra. Nunca.

Também o Malleus Maleficarum afirma no seu capítulo XII, que este mundo está cheio de homens que tomam prazer em se recrearem a seduzir certo tipo de mulheres, para depois as rejeitarem quando se trata de irem casar com outras mulheres por motivos mais sérios. Porem, esses homens raramente conseguem fazer isso sem serem vítimas da vingança da mulher rejeitada, pois não há nada mais perigoso neste mundo que a mulher rejeitada. Nesses casos, os homens acaba por ver a vingança recair sobre si, e sobre a sua esposa, pois – diziam os demonologistas Kramer e Sprenger – a vingança da mulher desprezada incorre não apenas no homem, mas especialmente sobre a mulher dele, na esperança que se a esposa morrer, então o marido regressa á sua antiga amante. E por isso, esses castigos ocorrem sempre de forma a atormentar persistentemente a vida da esposa, tanto ou mais que a do homem. No século XVI, contam os demonologistas Kramer e Sprenger no seu Malleus Maleficarum, que sucedeu certa vez um célebre cozinheiro de um arquiduque na Alemanha casar-se com uma jovem estrangeira. Mal soube do evento, a sua antiga amante apressou-se a procurar por uma bruxa, que infestasse o casal de padecimentos, e lançasse ao homem uma forte amarração de magia negra. Dias depois, estando a jovem esposa a passar na rua, não faltaram testemunhas que ouviram a bruxa lançar um fúnebre encantamento á mulher, ao que seguidamente apenas lhe disse «Não será por muito tempo que se alegrará com o seu marido». Imediatamente, no dia seguinte a jovem começou a padecer de assombrações, começou a enfraquecer do corpo, e caiu á cama. Algum tempo depois, a jovem esposa faleceu. O caso ficou famoso na altura, e é bem demonstrativo do poder das amarrações amorosas de magia negra.

Conforme faz notar a encyclopedia de Oxford sobre «Witchcraft in the early Modern Europe and Colonial America», a magia erótica ou amorosa sempre foi particularmente forte, e particularmente violenta, pois que funciona essencialmente por meios coercivos. Nela, a vítima é castigada até ceder ao mandante da magia negra. Usam-se de todos os meios, desde queimar a efígie de uma pessoa em caldeirão para que a  alma da vitima arda como se ardesse no fogo do inferno em padecimentos ate que ceda aos fins do bruxedo; usam-se de agulhas que trespassando um boneco baptizado com o nome da vitima, então essa criatura sofra padecimentos e aflições ate ceder ao mandante da bruxaria; entoam-se encantamentos nos quais se diz «Sofrerás até que te entregues», etc. Tal facto é intemporal, e pode ser historicamente comprovado, conforme se pode observar no caso da bruxa Ganbrina. A bruxa Ganbrina era abundamente requisitada devido ás suas amarrações, e imensas era as mulheres de todas as condições sociais que a procuravam, desde a mais humilde camponesa á mais elevada dama da realeza, umas procurando que o marido largasse a concubina, e outras desejando ser as concubinas preferidas do marido de outrem.  E a todas a bruxa dizia o mesmo: o meio para isso é apenas um, e é a coerção. Apenas forçado o homem se entregará, porque se fosse para se entregar de seu livre humor ou capricho, então ele já o teria feito por si mesmo. Logo: se não o faz de sua livre vontade, é porque não o quer. E se não quer, então apenas forçando-o é que ele cederá. A linguagem da força é a única linguagem que o homem conhece, pois que o homem não é dado ás subtilezas que são típicas do reino feminino. O caso da bruxa Ganbrina foi célebre, e acabou registado na obra «Una strega reggiana» de 1906.

Jean Bodin ( 1520-96), foi um jurista e filosofo francês, autor da notória obra «De lá Demonomanie des Sorcieres» , publica em Paris, no ano de 1580 . As obras deste celebre demonologista descreveram as suas observações pessoais sobre casos verídicos de bruxas, de bruxaria, de magia negra e de trabalhos de magia negra. Algumas das mais famosas bruxarias de magia negra, eram as amarrações, sendo que na Idade Media as amarrações tinham o nome de «Ligatures», ou «ligaduras», ou «nós das bruxas», ou «Escada das bruxas».

As amarrações das «ligaduras» ou das «Escada das bruxas», são  um dos mais antigos bruxedos conhecidos da história europeia. È na verdade uma das mais antigas amarrações de que há registo histórico. Em trabalhos de magia negra, essa bruxaria era feita através de uma corda ou de uma longa tira de couro. No caso de se tratar de couro, eram tiras de couro de boi preto, ou de cobra. Nesta amarração do , diversos nós eram enlaçados ao longo da corda ou tira de couro, sendo que em cada laçada era enfiada uma pena de ave negra como um galo preto, um corvo, ou qualquer outra ave completamente negra, sem a mínima ponta de branco. Colocavam-se também ossos de defunto que houvesse morrido sem ser baptizado, ou de um condenado á morte que não recebeu extrema unção, ou de suicidas, ou de falecidos abandonadas sem devidos ritos funerários. Eram assim e sempre ossos de uma alma amaldiçoada e penada. Nos enlaçamentos ou nós da corda, podia-se também enlaçar um pedaço de cabelo da vítima, ou um pedaço da sua roupa, um pequeno objecto da sua pertença, ou até um efígie representativa da vitima. Dessa forma, o bruxedo celebrado na escada da bruxa ficava ligado á vitima, e conforme era feito na corda, também sucederia á vitima. Os nós iam sendo enlaçados pela corda, o que lhe concedia a aparência de uma escada de corda.  Vários nós eram dados ao longo da corda, e para cada nós havia um encantamento. Havia também dezenas de tipos de nós diferentes para cada tipo de finalidade que se desejava alcançar, assim como os seus respectivos encantamentos. Alguns dos nós e seus respectivos encantamentos, destinavam-se a lançar horrificas maldiçoes, e uma vez estando o trabalho de magia negra feito, então a corda era escondida num local secreto. Enquanto a corda não fosse descoberta e os seus nós desfeitos, a maldição não abandonaria a sua vítima. Houve vários casos historicamente documentados de como este trabalho de magia negra podia infestar pessoas com temíveis maldiçoes. Em 1711, houve sete bruxas na Irlanda, conhecidas pelas bruxas de Magee. Nessa altura, uma mulher de nome Mary Dunbar sofreu de uma inesperada indisposição, teve terríveis convulsões, e a sua saúde começou a debilitar-se de um dia para o outro, quase ao ponto de quase morte. Ninguém encontrava explicação para o estado de saúde da mulher, mas a verdade é que as bruxas Magee lhe tinha lançado o bruxedo do « da bruxa», no qual havia sido amarrado um napperon que tinha sido furtado da casa de Miss Dunbar por uma mulher que queria o seu noivo. A mulher encomendou uma bruxaria para afastar Mr. Dunbar do caminho, assim abrindo alas á prespectiva de um casamento. Uma vez estando o bruxedo feito e a corda escondida num local secreto como manda o ensinamento deste tipo de trabalho de magia negra, imediatamente a Miss Dunbar caiu sob o efeito da maldição, e sucumbiu á doença do dia para a noite, e sem que os médicos encontrassem qualquer explicação. Anos depois dos seus padecimentos, em 1886 foi acidentalmente descoberto num campanário de uma igreja uma corda com nós enlaçados nos quais estava um napperon, assim como penas de ave, e ossos de um animal. Uma das idosas da aldeia reconheceu o objecto, dizendo tratar-se de uma «Escada das bruxas», aquela mesma que tinha sido responsável pela maldição de Miss Dunbar. Uma das pessoas que viu a corda era de origem italiana, e imediatamente reconheceu o que era, afirmando que se tratava de «la ghuirlanda delle streghe», que era o nome pelo qual a bruxaria era conhecida em Itália.  Assim se comprovava o poder da magia negra, e deste tipo de trabalho de magia negra.

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