Magia negra e os Templários

Magia negra e os Templários

Em 1818, foi descoberto entre as antiguidades do Museu Imperial de Viena, uma cabeça dourada de Baphomet, o ídolo venerado pelas bruxas nos seus Sabbat, mas era igualmente a herética divindade adorada pelos Templários nas suas Missas Negras e ritos satânicos. A ordem religiosa dos templários ficou famosa pelo seu culto ao Diabo, pelas suas missas negras e aos seus ritos satanistas. Os Templários chamavam ao demónio Baphomet a divindade «Mêté» , que significava «Sabedoria». Já nos Sabbat das bruxas, era Baphomet que trazia sabedoria ás bruxas, ensinando-lhes os segredos da magia negra, e instruindo-as sobre as mais ocultas e poderosas formulas de trabalhos de magia negra. Durante muito tempo estas cabeças douradas de Baphomet foram conservadas em Marselha, na França.

È também historicamente reconhecido que a ordem religiosa dos Templários teve uma forte presença em Portugal. Lewis Spence (1874 – 1955), um notório ocultista Escocês, sublinha no seu compêndio «Encyclopaedia of the Occult» (1920),a presença dos Templários em Portugal. Na Idade Media, ordens religiosas como Cátaros, Valdesianos e Templários praticaram a doutrina satanista e a magia negra, fazendo culto a Satanás e ás antigas divindades pagãs da antiguidade. Os templários como seu secreto culto satânico, começaram como um pequeno grupo de pobres e humildes monges, para se converterem na ordem religiosa mais rica e poderosa da Europa cristã, de tal forma que era temida até pelo próprio Vaticano. Fundada por Hugo de Payens (1118 – 1312) Quando a ordem dos Templários foi extinta, o seu último grão mestre foi aprisionado e condenado á morte pela pratica de magia negra, e por celebração de culto adoração ao Diabo. Sabe-se que antes da sua execução, ( em 18 Março 1314), Jacques de Molay – o ultimo grão-mestre dos templários – rabiscou encantamentos de magia negra nas paredes da cela onde estava detido, e disse na hora da sua morte, que no prazo de um ano, todos os seus carrascos iam morrer. A verdade é que meses após a sua morte, os nomes por ele rabiscados nas fórmulas de magia negra faleceram todos, fosse por estranhos acidentes, ou de sinistras doenças que subitamente os infestaram. O próprio rei que o mandou matar, morreu ainda relativamente jovem, e nesse mesmo ano, 9 meses depois do monge templário ter lançado a sua maldição. A bruxaria de magia negra não falhou. Nenhum deles sobreviveu á maldição do grão-mestre cuja a ordem esteve profundamente enraizada em Portugal.

Sobre os Templários e a sua crença satanista, fez menção ao célebre ocultista Francês Eliphas Levi ( 1810-75), na sua gravura de um bode sabático, ou o bode de Mendes, ou Baphomet. O demónio com cabeça de bode, era o demónio das bruxas que presidia á celebração dos seus Sabbat, mas também era o Deus venerado pelos templários. Na visão de Eliphas Levi, o bode representava o poder supremo do Universo, visão que os Templários também partilharam.

Os Satanistas desde a Idade Média, em especial os Templários, apontam uma frase bíblica, na qual Jesus nomeia o Diabo ao invés de Deus, enquanto Pai, (João 8:44). Outra passagem é mencionada, onde é confirmado que o Diabo é o príncipe e senhor deste mundo (João 12:31), e outra onde se atesta que o Diabo é o Deus deste mundo ( 2 Coríntios 4:4) . Essas teses, também apontam que Jesus esteve diante de um Pacto demoníaco ,( Lucas 4:5-8 , Mateus 4:8-9), e que observou os poderes que o Diabo concede a quem com ele faz Pacto, conforme o Diabo lhos descreveu a Jesus, nas suas tentações do deserto. Curiosamente, estas mesmas passagens são usadas por vários demonologistas da Idade Media para confirmar Biblicamente a existência de Pactos com o Diabo, e dos poderes que daí advém para as bruxas e bruxos. Foi com fundamento nestas passagens que muitas praticas ritualísticas satânicas foram adoptadas em ritos de bruxas e bruxos, assim como por padres satânicos e freiras satânicas, incluindo pelos Templários.

Há perspectivas históricas que defendem que o satanismo, com os seus ritos de magia negra, com as suas invocações aos mortos, com as suas conjurações a demónios, e com as perversões litúrgicas dos ritos oficiais da Igreja, tem raízes milenares no culto maniqueísta da antiga Pérsia.

Maniqueu (216-274) foi um teólogo, um religioso, um profeta e um escritor. Foi também fundador do maniqueísmo, uma religião gnóstica e dualista que se iniciou no século III, presentemente já extinta, mas que foi popular na Antiguidade. Esta religião no seu auge chegou a alcançar as fronteiras de China, e o norte de África. Foi por isso ferozmente combatida na Babilónia, assim como pelo império de Roma já sob governo de imperadores cristãos. Por todo o lado onde se espalhava, a religião de Maniqueu foi considerada herética, tal como o satanismo.  O maniqueísmo foi a grande religião rival do cristianismo durante séculos, e a sua tentativa de renascimento do pagão das antigas crenças era intolerável para a Igreja. Por isso, a Igreja perseguiu os crentes do maniqueísmo até a sua quase-extinção. E porque é que o maniqueísmo era uma heresia para a Igreja ? Porque a religião maniqueísta eram uma religião gnóstica e dualística. «Gnóstica», significa que se pode alcançar a salvação através do conhecimento, e não simplesmente através da fé cega, conforme defende a Igreja. «Dualística» significa que acredita que a Criação – o universo, os universos, e tudo aquilo que existe – provem da interacção e oposição de dois princípios opostos: o bem e o mal, a luz e as trevas, o calor e o frio, o positivo e o negativo. Sem esta oposição dualística entre dois opostos, não há movimento, não há energia, não há criação, não há nada. Logo, para haver uma criação, terão sempre de haver estes dois princípios opostos que se confrontam e interagem.  Ambos são iguais, e igualmente poderosos, e são a origem de tudo aquilo que existe. Em suma: uma tal filosofia, é diametralmente antagónica àquilo que defende a doutrina da Igreja, que é a existência de um único Deus Criador. Ora, toda esta doutrina religiosa maniqueísta, é uma pavorosa heresia para o cristianismo de Roma. Porem, foi o berço do Satanismo que Templários abraçaram. A crença num Deus da Terra tão igualmente poderoso como Deus Javé dos céus, e que se opõem ao Deus dos céus, sendo esse oposto o Senhor da Terra e do mundo dos mortos, por antagonismo ao Deus cristão que é o Senhor do Céu, são noções muito similares aos conceitos das religiões pagãs da Antiguidade. Tais noções podem ser encontradas na religião da Grécia Antiga, que via Zeus como um Deus no céu, sentado do alto do seu trono no Olimpo, e Hades como um Deus na terra e sentado no seu trono do Submundo, ou do mundo dos mortos. Da mesma forma o viam as religiões nórdicas, com a dualidade entre Odin de Hela ou Loki. No cristianismo, essa noção era preenchida pela oposição entre Deus e o Diabo, porem ambos – na perspectiva maniqueísta – vistos como dois Deuses Criadores de igual poder e estatuto.

Acredita-se que os célebres Templários foram beber aos conhecimentos desta ancestral religião, e foi a partir daí – tal como sucedeu com os Cátaros e Valdesianos – , que nasceu o Satanismo. Com os templários e o renascimento do interesse por um Arqui-Demónio todo-poderoso que se opõem em pé de igualdade com um Deus, deu-se inicio a uma violenta perseguição e condenação de bruxas e bruxos ao longo de toda a Idade Media, a até depois dela.  O termo «satanismo» ficaria soterrado nas areias do tempo, para apenas ressurgir em 1896, aquando da celebração de Missas Negras. Porem, os ancestrais conhecimentos e doutrinas satanistas dos templários não desapareceram. Elas ainda hoje subsistem em Portugal, onde por isso são feitos os mais fortes trabalhos de magia negra.

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