Amarrações para amarrar o amor

Amarrações para amarrar o amor

Jean Bodin ( 1520-96), foi um jurista e filosofo francês, autor da notória obra «De lá Demonomanie des Sorcieres» , publica em Paris, no ano de 1580 . As obras deste celebre demonologista descreveram as suas observações pessoais sobre casos verídicos de bruxas, de bruxaria, de magia negra e de trabalhos de magia negra. Também em França, no ano de 1582, o padre dominicano da paroquia de Avignon, Sabastian Michaelis, descrevia as suas observações sobre a actividade das bruxas, o seu culto satanista e adoração a Satanás, e os trabalhos de magia negra por elas celebrados. Conforme Bodin, também o padre Michaelis, dando testemunho das suas observações, relatava que as bruxas quando são iniciadas são baptizadas, muitas das vezes pelo próprio Diabo incorporado num homem através de possessão demoníaca. Ao serem baptizadas, as bruxas pedem ao Diabo que risque o seu nome do Livro da Vida de Deus, e o inscreva no Livro da Morte do Diabo. Ao fazê-lo, entregam um pedaço da sua roupa a Satanás, como homenagem ao Demónio. Depois, a bruxa deixa-se para sempre amarrar ao Diabo, entregando-lhe o seu corpo, no qual o demónio deixa a sua marca, a marca do Diabo, ou a marca da bruxa. Ao receber a marca da bruxa, esta faz-lhe um solene juramento de submissão e obediência. Depois, o Diabo manda as bruxas colocarem-se num círculo traçado na terra, sendo que o circulo é símbolo da divindade, e a terra onde foi traçado representa o mundo que é o escabelo de Deus, e ali as bruxas aceitam a Satanás como o Deus da Terra, por oposição ao Deus do Céu. Depois, por ordem do Demónio a bruxa desnuda-se, e usando um bastão entregue pelo demónio, a bruxa unta o corpo com um unguento feito pelo próprio Diabo, colocando no final ao bastão no meio das pernas. O unguento gera um êxtase indescritível na bruxa, um arrebatamento que lhe permite contemplar a divindade de Satanás. Perdida nesse entorpecimento e arrebatada por voluptuosas sensações, a bruxa entrega-se ao Diabo plenamente ardente, apaixonada, caída em fantásticos delírios de estar a voar, e cavalgando nas luxurias do Diabo. È nessa altura que o Diabo possui a bruxa numa copula lasciva, selando assim o seu contrato com ela. Seguidamente, sucede um festim no qual bruxas e bruxas dançam, banqueteiam-se em iguarias e vinho, num festim celebrado em honra de Beelzebub, que faz a sua aparição na forma de um bode negro, que é venerado como sendo Deus. Nessa cerimonia, as bruxas beijam o traseiro do bode negro em sinal de submissão ao Diabo, dão louvores a Satanás, e rogam-lhe que este as proteja dos seus inimigos, assim como que amaldiçoe aqueles que negaram os seus pedidos. Ao fazê-lo, a bruxa faz o sacrifício de crias de tenra idade, cujo o sangue oferenda ao demónio. Com este acto, a bruxa amarra-se ainda mais ao Demónio, e é nessa altura que se dá a aparição de demónios Incubbus e Sucubbus. Mais tarde, tais demónios Incubbus ou Sucubbus acompanharão a bruxa ao longo de toda a sua vida, na forma de espíritos demoníacos familiares. A bruxa entrega-se á luxuria com esse demónio, e á pratica de profanas abominações, enquanto que exalta o nome do seu Deus e Senhor que é Satanás, glorificando-o com toda a honra, louvor, dignidade, majestade autoridade e adoração. Consumam-se assim, em acto carnal e veneração satânica simultâneos, as mais deliciosas profanações, heresias e blasfémias aos olhos do Diabo.

No final, a bruxa recebe então ensinamentos de magia negra directamente do Diabo, onde aprende como realizar os mais obscuros trabalhos de magia negra. Nesses trabalhos de magia negra, a bruxa aprende as formas de empregar o mau olhado através do bruxedo, assim como as formulas de trabalhos de magia negra que favoreçam e patrocinem a disseminação de todo o tipo de adultério pela parte de adúlteros e fornicadores, dessa forma ajudando essas almas perdidas a caírem nos perdidos caminhos da magia negra que leva ao Diabo, e assim afastando-se eles dos caminhos de Deus. São com esses ensinamentos, que depois a bruxa pratica as suas bruxarias. Algumas das mais famosas bruxarias, eram as amarrações, sendo algumas das mais celebres amarrações para amarrar o amor, ou as amarrações do .

As amarrações para amarrar o amor, ou as amarrações do , também conhecidas pelo « das bruxas» ou a «Escada das bruxas», são um dos mais antigos bruxedos conhecidos da história europeia, e são das mais fortes amarrações para amarrar o amor. È na verdade uma das mais antigas amarrações de que há registo histórico. Em trabalhos de magia negra, essa bruxaria era feita através de uma corda ou de uma longa tira de couro. No caso de se tratar de couro, eram tiras de couro de boi preto, ou de cobra. Nesta amarração do , diversos nós eram enlaçados ao longo da corda ou tira de couro, sendo que em cada laçada era enfiada uma pena de ave negra como um galo preto, um corvo, ou qualquer outra ave completamente negra, sem a mínima ponta de branco. Colocavam-se também ossos de defunto que houvesse morrido sem ser baptizado, ou de um condenado á morte que não recebeu extrema unção, ou de suicidas, ou de falecidos abandonadas sem devidos ritos funerários. Eram assim e sempre ossos de uma alma amaldiçoada e penada. Nos enlaçamentos ou nós da corda, podia-se também enlaçar um pedaço de cabelo da vítima, ou um pedaço da sua roupa, um pequeno objecto da sua pertença, ou até um efígie representativa da vitima. Dessa forma, o bruxedo celebrado na escada da bruxa ficava ligado á vitima, e conforme era feito na corda, também sucederia á vitima. Os nós iam sendo enlaçados pela corda, o que lhe concedia a aparência de uma escada de corda.  Vários nós eram dados ao longo da corda, e para cada nós havia um encantamento. Havia também dezenas de tipos de nós diferentes para cada tipo de finalidade que se desejava alcançar, assim como os seus respectivos encantamentos. Alguns dos nós e seus respectivos encantamentos, destinavam-se a lançar terriveis maldiçoes, e uma vez estando o trabalho de magia negra feito, então a corda era escondida num local secreto. Enquanto a corda não fosse descoberta e os seus nós desfeitos, a maldição não abandonaria a sua vítima. Houve vários casos historicamente documentados de como este trabalho de magia negra podia infestar pessoas com temíveis maldiçoes.

Em 1711, houve sete bruxas na Irlanda, conhecidas pelas bruxas de Magee. Nessa altura, uma mulher de nome Mary Dunbar sofreu de uma inesperada indisposição, teve terríveis convulsões, e a sua saúde começou a debilitar-se de um dia para o outro, quase ao ponto de quase morte. Ninguém encontrava explicação para o estado de saúde da mulher, mas a verdade é que as bruxas Magee lhe tinha lançado o bruxedo do « da bruxa», no qual havia sido amarrado um napperon que tinha sido furtado da casa de Miss Dunbar por uma mulher que queria o seu noivo. A mulher encomendou uma bruxaria para afastar Mr. Dunbar do caminho, assim abrindo alas á prespectiva de um casamento. Uma vez estando o bruxedo feito e a corda escondida num local secreto como manda o ensinamento deste tipo de trabalho de magia negra, imediatamente a Miss Dunbar caiu sob o efeito da maldição, e sucumbiu á doença do dia para a noite, e sem que os médicos encontrassem qualquer explicação. Anos depois dos seus padecimentos, em 1886 foi acidentalmente descoberto num campanário de uma igreja uma corda com nós enlaçados nos quais estava um napperon, assim como penas de ave, e ossos de um animal. Uma das idosas da aldeia reconheceu o objecto, dizendo tratar-se de uma «Escada das bruxas», aquela mesma que tinha sido responsável pela maldição de Miss Dunbar. Uma das pessoas que viu a corda era de origem italiana, e imediatamente reconheceu o que era, afirmando que se tratava de «la ghuirlanda delle streghe», que era o nome pelo qual a bruxaria era conhecida em Itália.  Assim se comprovava o poder da magia negra, e deste tipo de trabalhos de magia negra.

Um dos aspectos da amarração do permanece porem geralmente oculto, e esse é o uso do sangue da própria bruxa nesse trabalho de magia negra. Não basta por isso saber os nós certos acompanhados dos encantamentos correspondentes para se produzir o efeito desejado. Para além disso, a corda ou o tira de couro de serpente ou boi-preto com que a bruxaria é celebrada, deve ser ungida com algumas gotas do sangue da bruxa que está a oficiar esse bruxedo.

Desde o início dos tempos que o sangue é considerado um selo inviolável para ratificar um compromisso, ou para selar um certo acto. Heródoto, um historiador Grego nascido no século V a.C, narrava como compromissos entre grandes Reis e nobres senhores era por vezes selado enchendo-se uma taça de vinho, na qual gotas do sangue de ambos os outorgantes era derramadas, e sendo depois a taça bebida por ambos, estabelecendo-se assim um laço de irmandade entre os homens, e um vinculo inquebrável quanto á palavra dada. Pompónio Mela, um outro autor grego do século I a.C, relatou igualmente semelhante costume de usar o sangue como selo de honra para outorgar compromissos de forma solene e inviolável. Já na Idade Media, Giraldus ( 1479 – 1552), um poeta e estudioso Italiano, também descrevia na sua obra Topographia Hibernorum, como os homens quando concluíam tratados, bebiam o sangue um do outro, que ambos derramavam voluntariamente.  O sangue tem por isso, desde sempre assumido um valor precioso quando se trata de selar contratos ou outorgar actos solenes. E no caso das bruxas, o sangue associado a bruxarias assume um papel fundamental. O sangue da bruxa ao entrar em contacto com o pacto demoníaco, assume certas propriedades demoníacas. È como se o sangue da bruxa e do Demónio se tivessem cruzado naquele momento. Daí em diante, uma das formas mais poderosas de invocar aos espíritos infernais para que eles acorram a uma bruxaria e a façam cumprir-se, é que a bruxa empregue nessa magia negra algumas gotas do seu próprio sangue. Esse constitui um chamamento irresistível e inegável para com espíritos de trevas e demónios, que são assim compelidos a comparecer, e a aceitar a demanda que lhes é feita através daquele trabalho de magia negra. Dizem a maioria dos antigos grimórios e tradições, que o pacto de uma bruxa é celebrado com sangue da própria aspirante a bruxa. O notório padre e ocultista Montagne Summers (1880- 1948),  ao debruçar-se sobre o assunto do Pacto com o Diabo,  faz nota de um certo homem de nome Joseph Egmund Schultz que vivia na Baviera. Na noite de 15 de Maio do ano de 1671, o cavalheiro bávaro dirigiu-se a uma encruzilhada de três estradas, onde ali lançou ao chão dessa encruzilhada um pergaminho. No pergaminho, constava um pacto com o Satanás escrito e assinado com o seu próprio sangue. As velhas tradições dizem que assim deve ser feito, e já na lendária historia de Fausto pode-se constatar como cortando ao de leve o seu próprio polegar, o mesmo usou das gotas do seu sangue que escorreu, para escrever de corpo e alma ao Diabo, repudiando á cristandade, e oferecendo-se como fiel servidor satanista. Pois conforme é feito pela bruxa ou o bruxo no seu pacto, também o sangue da bruxa é empregue em certos ritos, conforme sucede nesta amarração para amarrar o amor .

Nas sinuosas montanhas de Auvergne em França, por volta dos anos de 1597, haviam dois célebres bruxos, conhecidos pelos seus famosos bruxedos do , ou amarrações do . De acordo com o Malleus Maleficarum de 1486, estas amarrações do eram usadas com efeitos impressionantes pelas bruxas alemãs. Também de acordo com o Compendium Maleficarum de 1608, fazem-se alusões a estas amarrações do nós, ás quais na Italia se chamavam «la ghuirlanda delle streghe». As bruxas Janet Clark e Janet Grant, eram duas bruxas famosas na Escócia, onde por volta dos anos de 1590 faziam as mais fortes amarrações do . Sabe-se assim que estas amarrações do existem há séculos, e são fortíssimas.  Estas amarrações uma vez feitas, acabavam por tornar os homens sexualmente impotentes, ou as mulheres ficarem frígidas. Dessa forma, o homem ou a mulher embruxada eram impedidos de ter relações sexuais dentro de seu matrimonio, apenas conseguindo satisfazer-se carnalmente com a pessoa que os mandava embruxar. O aprisionamento tanto persistia, que a vítima do bruxedo, já em desespero, acabava por se ir entregar e saciar-se com quem a mandou embruxar. E teimando em não o fazer, então o seu padecimento persistia até á sua desgraça, fosse pela ruína do seu casamento, fosse pela depressão causada pela moléstia. Fosse como fosse, uma coisa é certa: a vítima da amarração do nunca mais se livrava do bruxedo, nem da pessoa que a mandou embruxar. Nunca mais.

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