Trabalhos de magia negra para amarrar o amor

Trabalhos de magia negra para amarrar o amor

Desde os mais idos e ancestrais tempos, que se tem testemunhado o poder dos trabalhos de magia negra e da bruxaria, e isso assim sucedeu até mesmo com nobres e reis. Um desses famosos casos que comprova sobre o poder dos trabalhos de magia negra, encontra-se historicamente documentado.

No «compendium maleficarum» , ou o «Compêndio das Bruxas» de 1608, do padre Italiano Francesco-Maria Guazo (n. 1570)  , o demonologista faz menção de Giovani Pontano ( 1426- 1503), cronista, poeta e fundador da Academia Napolitana. Giovani Pontano conta na sua obra como testemunhou os espantosos eventos produzidos pela magia negra. O compendium maleficarum menciona como Giovani Pontano testemunhou que Fernando II, rei de Nápoles ( 1469 – 1496), certa vez ergueu cerco a uma cidade de nome Sessa Aurunca, e que esperava força-la a rende-la através da falta de água. Porem, foi nesse local que o rei encontrou prova dos prodígios da magia negra. Ao abrigo da noite, dois padres escaparam-se da cidade, e levaram consigo o crucifixo da Igreja para a costa do mar, sempre arrastando a cruz pelo chão, enquanto que murmuravam perversas heresias e blasfemos sacrilégios. Os padres eram na verdade padres satânicos, que já tinham profanado o sacramento dos seus votos sacerdotais, e feito pacto com o Diabo. Ali, junto ás escarpas rochosas e do mar, os padres fizeram encantamentos ao demónio, profanaram a cruz com heréticos chamamentos a Satanás, atirando-a depois ao mar, e então regressando secretamente á cidade. Já na cidade, os padres satânicos pediram um jumento, que levaram á porta da Igreja. Os padres entoaram cantos fúnebres para uma alma viva, deram a tomar a hóstia consagrada ao jumento, celebraram a santa Eucaristia para o jumento, continuaram com os seus cantos fúnebres, e depois sepultaram o animal á porta da Igreja. Não havia o rito acabado, e já o céu começava a ser invadido por um estranho negrume. O mar começou a ser açoitado pelo vento, ao meio-dia a escuridão da noite desceu sobre os céus, tudo era escuridão negra, a terra tremeu, o céu rasgou-se em trovões assustadores, arvores foram lançadas pelo ar, rochas partiram-se ao meio, e a chuva caiu das nuvens com tamanha intensidade que não havia cisternas na cidade que conseguissem acolher tanta água. Assim que a cidade ficou abastecida de água, o céu voltou ao normal, o calor regressou, o sol brilhou novamente, e rei que planeava cercar a cidade até os fazer render por falta de água teve de desmontar o seu cerco, e abandonar a cidade em paz. Assim ficou historicamente registado este evento, que atesta do poder dos trabalhos de magia negra e da bruxaria. Conforme estes dois padres satânicos de Sessa Aurunca realizaram este célebre feito, também outros feitos eles proporcionavam a quem naquela cidade e arredores os procurava até por assuntos amorosos e matrimoniais, que através dos seus bruxedos eram resolvidos com temível poder. Nesses casos, os dois bruxos eram célebres por usar de fortes trabalhos de magia negra para amarrar o amor.

Em assuntos amorosos, os trabalhos de magia negra para amarrar o amor tem alcançado feitos notáveis, alguns deles tendo ficado até historicamente famosos.

Martin Delrio ( 1551- 1608), foi um padre de origem Espanhola que ingressou na ordem jesuíta em 1580, e viveu também na Holanda. Delrio foi o autor do notório Disquisitionum Magicarum , ou Magical Investigations , ou Investigações sobre a Magia ( 1599-1600), onde faz nota de um caso verídico e historicamente documentado sobre um célebre trabalho de magia negra para amarrar o amor, ocorrido em Espanha. Nesse relato, o padre constata um caso de que foi testemunha, e que comprova a realidade dos efeitos da magia negra, das amarrações e dos trabalhos de magia negra. O caso ocorre em Espanha, com personagens muito reconhecidas da realeza, pelo que os nomes foram omitidos por Delrio. Sucede que havia um nobre cujo grande amigo tinha uma esposa lindíssima. A sua beleza era notada na corte, e não havia quem a ignorasse. De tal forma era bela, que o amigo tomou-se de incontrolável paixão e cobiça pela mulher do amigo. A nobre mulher desejando manter-se fiel, repudiou os avanços do nobre, embora houvesse nela a vacilação típica de quem sente o fervilhar da tentação. Porem, como deitar água sobre a nafta em chamas, apenas a incendeia ainda mais, e como o mesmo sucede com a paixão, então quanto mais água procurava a nobre senhora lançar sobre aquele fogo do amigo do marido, mais ele ardia no amigo de seu esposo. Foi então que o nobre não hesitou em recorrer de uma bruxa.

Jacques Collin de Plancy ( 1793 – 1881) foi um célebre ocultista e demonologista Francês, autor do influente «Dictionnaire Infernal», um tratado de demonologia publicado em 1818. No seu tratado, Plancy descreve que nos Sabbat satânicos, as bruxas dançavam com demónios que incorporavam na forma de bodes ou outros animais. O demonologista Pierre de Lancre testemunhou todas estas realidades, e foi com fundamento nas suas observações e notas pessoais que o demonologista escreveu varias obras influentes, tais como Tableau de L’Constance de Mauvais Anges de 1612, L’Incredulité et Mescréance du Sortilége de 1622, e De Sortilége de 1627. Foi nessas obras que Lancre descreve como os demónios incorporados na forma de animais copulavam com as bruxas, e como elas a partir desse momento nunca mais eram iguais, e nunca mais readquiriam uma única réstia de pureza que ainda houvesse nas suas almas. Porem, desse dia em diante os seus poderes espirituais aumentavam substancialmente, tornando-se os seus bruxedos muito mais virulentos e pestilentos. Era durante a celebração dos Sabbat satânicos, que os demónios ensinavam pessoalmente ás bruxas varias formulas, encantamentos e técnicas ocultas para a celebração dos mais fortes trabalhos de magia negra.

Foi com fundamento nesses saberes demoníacos, que a bruxa espanhola concedeu os seus préstimos satanicos ao nobre.  Numa certa noite já combinada, a bruxa fez arder uma tocha, e sobre as chamas da tocha entoou um encantamento chamando ao fogo dos infernos, para que naquela tocha ardessem não as chamas deste mundo, mas sim as chamas do inferno, e do mundo-dos-mortos. Deu a tocha ao nobre, instruindo-lhe que o fogo daquela chama nunca se poderia apagar senão ao nascer do dia. Salvaguardando o nobre que aquele fogo ardesse toda a noite, então a bruxa assegurou-lhe que ele teria a oportunidade de satisfazer os seus desejos.

Assim sendo, e aproveitando-se da penumbra da noite, o nobre apressou-se a ir visitar o palácio do seu amigo, sempre empunhando a tocha. Conforme se ia aproximando do palácio, também uma névoa começou a cercar a propriedade. A misteriosa neblina nocturna cercou o palácio, e todos dentro dele adormeceram tão fortemente, que era como se estivessem mortos. Era como se sono do eterno descanso do mundo-dos-mortos houvesse descido e entranhado por aquele palácio dentro. Ninguém nem nada conseguia acordar os habitantes do casarão, inclusive o próprio marido da nobre senhora. Ao mesmo tempo, toda a iluminação do palácio esvaneceu-se, ficando apenas o nobre com a sua tocha ardente acesa para iluminar os corredores, salões e quartos onde entrava. Dessa forma o nobre acabou por se encontrar secretamente com a sua desejada, e seduzindo-a, consumou-se o desejo do nobre, e sem quaisquer impedimentos. No dia seguinte, os servos do palácio acordaram do seu sono, e encontraram uma tocha já apagada no chão do quarto da nobre senhora. A tocha ainda fumegando, foi a única testemunha silenciosa do bruxedo. Esta história tornou-se mítica na altura, e a bruxa espanhola tornou-se extremamente procurada por nobres cavalheiros e damas da alta sociedade, para vencerem nos seus intentos de luxuria, mesmo nas mais difíceis circunstâncias.

Porem, as amarrações e os trabalhos de magia negra para amarrar o amor podem agir de outras formas, caso a criatura embruxada pela magia negra teime em resistir á amarração. São Vicente de Beauvais ( 1190- 1264), juntou-se á ordem dominicana em 1218, havendo permanecido desde então como frei ao serviço do mosteiro de Beauvais, conta como em Roma, no tempo do Imperador Henrique III ( 1017-1056), havia um jovem rico recentemente casado com uma linda esposa, que por efeito de um bruxedo, não conseguia consumar a sua união. Todas as noites, de cada vez que tentava unir-se maritalmente, sentia-se invadido por uma possessão demoníaca de tal forma forte, que perdia todas as forças. O bruxedo tinha sido lançado por uma bruxa cujos os serviços tinham sido requisitados por uma mulher apaixonada pelo jovem, e que queria acabar com o seu matrimonio. O trabalho de magia negra foi feito conforme mencionado na obra «compendium maleficarum» , ou o «compêndio das bruxas» de 1608, do padre Italiano Francesco-Maria Guazo (n. 1570)  , onde demonologista faz menção que muitos dos trabalhos de amarração a que o Compendio das Bruxas chama de «atamento de nós» ( Cap. IV),  infestam a vitima de espíritos e assombrações de uma forma tal, que apenas largam a criatura quando ela ceder aos objectivos do bruxedo. Cedendo, os padecimentos cessam. Porem, persistindo em teimar contra aquilo que a bruxaria determinou, então esses padecimentos persistem a atormentar a vítima, até ao ponto da sua desgraça. E por isso, a pessoa não tem alternativa senão ceder. O padre e demonologista Guazo, menciona assim no compêndio das bruxas as famosas «ligature», ou «atamentos», ou aquilo a que hoje em dia se chamam de amarrações. Na verdade, as amarrações são trabalhos de magia negra tao poderosos, que são mencionados pela Igreja no Concelho ecuménico de Laudicéia ( 364 d.C.),  que não apenas proibia os sacerdotes de praticarem magia negra, como no seu Canon trinta-e-seis, mencionava especialmente a proibição das chamadas Ligatures – hoje em dia conhecidas por amarrações – , pois considerava-se que era «prisões da alma». E ao fazer tal consideração, estavam desde já a explicar como funcionam as amarrações, ou seja, infestando a alma da vítima, aprisionando a alma da vitima a um constrangimento de padecimentos, até que a vitima ceda aos objectivos da amarração. Cedendo os tormentos cessam, e a alma tem alivio. Porem, teimando em resistir ao bruxedo, então o encaredamento da alma persiste, e os tormentos vao aumentando sempre sem cessar. E por isso, a pessoa não tem alternativa senão ceder. Seja como for, a vitima nunca mais se livra nem do bruxedo, nem da sombra da pessoa que a mandou embruxar. Nunca mais. E por isso, a pessoa não tem alternativa senão ceder.

Conforme faz notar a encyclopedia de Oxford sobre «Witchcraft in the early Modern Europe and Colonial America», a magia erótica ou amorosa sempre foi particularmente forte, e particularmente violenta, pois que funciona essencialmente por meios coercivos. Nela, a vítima é castigada até ceder ao mandante da magia negra. Usam-se de todos os meios, desde queimar a efígie de uma pessoa em caldeirão para que a  alma da vitima arda como se ardesse no fogo do inferno em padecimentos ate que ceda aos fins do bruxedo; usam-se de agulhas que trespassando um boneco baptizado com o nome da vitima, então essa criatura sofra padecimentos e aflições ate ceder ao mandante da bruxaria; entoam-se encantamentos nos quais se diz «Sofrerás até que te entregues», etc. Tal facto é intemporal, e pode ser historicamente comprovado, conforme se pode observar no caso da bruxa Ganbrina. A bruxa Ganbrina era abundamente requisitada devido ás suas amarrações, e imensas era as mulheres de todas as condições sociais que a procuravam, desde a mais humilde camponesa á mais elevada dama da realeza, umas procurando que o marido largasse a concubina, e outras desejando ser as concubinas preferidas do marido de outrem.  E a todas a bruxa dizia o mesmo: o meio para isso é apenas um, e é a coerção. Apenas forçado o homem se entregará, porque se fosse para se entregar de seu livre humor ou capricho, então ele já o teria feito por si mesmo. Logo: se não o faz de sua livre vontade, é porque não o quer. E se não quer, então apenas forçando-o é que ele cederá. A linguagem da força é a única linguagem que o homem conhece, pois que o homem não é dado ás subtilezas que são típicas do reino feminino. O caso da bruxa Ganbrina foi célebre, e acabou registado na obra «Una strega reggiana» de 1906.

Na Suiça, por volta do ano de 1428, as bruxas do cantão suíço tornaram-se celebres pelos seus sabbats satânicos e trabalhos de magia negra. As  bruxas do lado francês do alpes eram conhecidas por serem devotas adoradoras de satanás, fazendo fortes pactos com o Diabo, e usando dos seus saberes satânicos para causarem todo o tipo de fenómenos, desde a união de casais á separação de casais, desde a fertilidade de mulheres inférteis á esterilidade dos úteros femininos, desde a potencia sexual á frouxidão masculina. Nos Sabbats nocturnos, as bruxas eram conhecidas por sacrificar crias de tenra idade, usando do seu sangue para os mais fortes trabalhos de magia negra. Alguns desses célebres trabalhos, eram os trabalhos de magia negra para amarrar o amor. O Diabo manifesta-se nesses Sabbats sobre a forma de um animal negro, ou num homem vestido de negro. Porem sabia-se que o Diabo conseguia mudar de um corpo masculino para um corpo feminino, conforme tinha relações carnais com bruxas ou bruxos durante os Sabbat satânicos. Era então que o Diabo deixava a sua marca nas bruxas. Durante os Sabbat, bruxas e bruxos apresentavam-se nus, e alguns dos ritos de submissão a Satanás implicavam beijar as nádegas ou o falo do Diabo, depois recitando o Credo Niceno ao contrário. Aproveitando as praticas pecaminosas, heréticas e satânicas praticadas nesses ritos, faziam-se fortes trabalhos de magia negra que favoreciam assuntos de luxuria e amorosos, assim se executando fortes os trabalhos de magia negra para amarrar o amor. A criatura infestada por estes trabalhos, ou cedia e se entregava a quem os mandou fazer, ou era molestada por tamanha infestação de espíritos de trevas e assombrações, que acabava em desgraça. E por isso, a pessoa não tem alternativa senão ceder. Não havia escapatória deste resultado, e por isso ou a criatura amansava e se entregava, ou então ficava condenada a um purgatório de tormentos sem cessar, e que crescia passo-a-passo até á sua desgraça. Não havia escapatória, e a criatura embruxada nunca mais se livrava do bruxedo, nem de quem a tinha mandado embruxar. Nunca mais. E por isso, a pessoa não tem alternativa senão ceder.

Outro dos casos historicamente conhecidos de trabalhos de magia negra para amarrar o amor ocorreu em 1583, quando uma bruxa conhecida por mãe Gabley da localidade de Lynn – Inglaterra  , usou de um bruxedo feito com ovos. A bruxa foi procurada para lançar um bruxedo que vingasse a uma amante desprezada por um certo homem que era marinheiro, e que tinha ido casar com outra mulher. A bruxa Gabley assegurou á amante que o marinheiro voltaria, e porem, se teimasse em não ceder e voltar pedindo-lhe perdão, então sofreria as consequências do seu desprezo. Assim sendo, eis que a notória bruxa lançou-se aos preparativos do trabalho de magia negra, que celebrou a mando da amante enganada e desprezada. Tendo cozido no caldeirão de bruxa um ovo que antes havia baptizado com o nome do marinheiro, a bruxa Gabley gotejou na água tres gotas do seu próprio sangue para cima do ovo, mexeu o ovo baptizado olhando-o intensamente ao mesmo tempo que recitava um encantamento em Latim proferido com a intenção de lançar bruxedo de amarração sobre o marinheiro, que na altura tinha zarpado num certo navio a caminho de Espanha. A verdade é que passando algum tempo, e teimando o marinheiro em contrariar a bruxaria, continuando desprezar a amante, então uma furiosa tempestade atingiu o navio, e os seus navegadores perderam-se para sempre com o naufrágio da embarcação.  O marinheiro embruxado nunca mais foi encontrado. A bruxa foi condenada conforme a lei de 1563 contra Conjurações de Magia Negra, a lei da rainha Elisabete I, «Norfolk Act against conjurations, enchantments and witchcraft». Nos dias de hoje, tal como a bruxa Gabley usava ovos representativos das vitimas da bruxaria, usam-se fotos das mesmas. O processo continua igual ao que era há séculos atrás, e igualmente contagiante. Este tipo de técnica de magia negra quando é aplicada a amarrações, gera amarrações completamente imbatíveis e infalíveis.

Um outro caso célebre do uso das amarrações de magia negra, foi o caso sucedido França, com a jovem Marie-Catherine Cadiére.( n. 1709). Marie-Catherine Cadiére era uma lindíssima jovem de dezoito anos, quando apesar da sua beleza decidiu entregar-se á vida religiosa. Decidiu integrar um grupo cristão de oração e devoção, para depois ingressar no convento de St Claire-d’Ollioules. Entregou-se então aos cuidados e orientação espiritual de um padre Jesuíta de cinquenta anos, de nome Jean-Baptiste Girard. Em pouco tempo a jovem e bela donzela de dezoito anos estava totalmente rendida ao padre Girard, privando com ele imenso tempo. Porem, a jovem começou a sofrer estranhos ataques espirituais. Marie-Catherine Cadiére estava a sofrer de uma forte possessão demoníaca. Sofria de episódios nos quais perdia o controlo sobre o próprio corpo, exibia olhos descolorados e feições demoníacas assustadoras, a sua voz mudava para a voz de um homem, e foi certa vez vista levitar até ao tecto, ou subir por uma parede como uma aranha. As autoridades da Igreja agiram imediatamente de forma a exorcizá-la, tentando por três vezes a libertação da jovem, porem sem sucesso. Foi durante um dos exorcismos, que o próprio demónio revelou a verdade: Marie-Catherine Cadiére tinha sido embruxada pelo padre Jean-Baptiste Girard. O padre era na verdade um padre satânico que havia corrompido os seus votos sacerdotais e feito pacto com o Diabo. Desejando possuir a jovem noviça, o padre Girard tinha-a embruxado por meios de uma amarração de vela. A amarração funcionou impecavelmente, pelo que a jovem se entregou inteiramente ás caricias e lascivos desejos do padre satânico. Porem, havendo a jovem começado a resistir á continuação daquele relacionamento herético e proibido, então a possessão demónica causada pelo bruxedo aumentou a tal ponto, que o malefício se tornou visível diante de todos quando os sintomas de possessão demoníaca se tornaram muito evidentes. Porem, quando a jovem noviça voltou a entregar-se ás caricias e á volúpia com o padre satânico, imediatamente desapareceram-lhe e esfumaram-se todos os seus tormentos, tão misteriosamnete quanto tinham aparecido. Assim se comprovava aquilo que dizem os mais antigos grimórios de magia negra: as amarrações e os bruxedos fazem a vítima ser invadida de forte possessão demoníaca, por forma a obriga-la a ceder aos desejos do mandante do bruxedo. Cedendo a vítima entrega-se a todos os caprichos do mandante do bruxedo. Porem resistindo, a vítima sofre um purgatórios de tormentos até ceder, e teimando em resistir então os tormentos aumentam até ao ponto da sua desgraça. Assim operam as amarrações de magia negra. E uma coisa é certa: a vítima nunca mais se livra do bruxedo, nem da sombra de quem a mandou embruxar. Nunca mais. E por isso, a pessoa não tem alternativa senão ceder.

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