Magia negra e os demonios Sucubbus

Magia negra e os demonios Sucubbus

O próprio Papa Inocencio VIII ( 1432- 1492), emitiu uma bula papal em 1484, confirmando a existência dos demónios sucubbus e incubbus. Da mesma forma, afirmam vários grimórios satânicos, que um demonio incubbus é um demonio masculino que procura a mulher durante a noite, deitando-se sobre ela durante o sono, e tendo com ela relações carnais. A vítima pode nem sequer se aperceber do ocorrido, como pode até ter uma experiência de grandes prazeres, ou ao contrario, viver autênticos terrores nocturnos na forma de fortes pesadelos, ou sentindo um grande peso sobre si, e que a paralisa. Seja como for, este demonio vampiriza a sua vítima, alimentando-se da sua energia vital. Porem, tratando-se de uma bruxa, o caso muda consideravelmente, pois ao passo que o demonio se alimenta da bruxa, porem também lhe retribuiu auxiliando-a nas suas artes de magia negra. Quando assim acontece, o demonio incubbus passa a ser um espirito familiar da bruxa. Ao longo da Idade Media, os demonios incubbus foram conhecidos por vários nomes: na França chamavam-lhes Follet, na Alemanha chamavam-lhes Alp, na Itália eram conhecidos por Folleto, e na Espanha diziam-se ser o Duendes. A célebre obra Malleus maleficarum (1486), cataloga os faunos e sátiros como sendo demónios Incubus. Na França da Antiguidade, tais demónios eram chamados de Dusii. Entre os antigos povos gauleses, o Dusii ou Dusios era a divindade que os Gregos conheceram como Pan, ou os Faunos da religião Romana. Os demónios Incubbus já caminham por isso entre a humanidade há séculos e séculos, sendo que cada povo da antiguidade lhes atribuiu nomes diferentes, e porem a entidade era sempre a mesma observada fosse em que cultura fosse, ou fosse em que data fosse. E tantos povos juntos ao longo de tantos séculos, não podiam estar todos enganados, ou a ver as mesmas miragens. Os Incubbus são por isso demónios muito reais, e deles há incontáveis registos históricos.

O demonio sucubbus é o género feminino do demonio incubbus.

Sobre os demonios sucubbus, sabe-se que a primeira de todas as demónios sucubbus foi Lilith, que quando seduziu e copulou com Adão já caminhando nesta terra, vindo manchado de pecado após a sua expulsão do Paraíso, então gerou uma descendência de sucubbus e incubbus que tem existido e vindo a multiplicar-se até aos dia de hoje.

Nos ensinamentos hassídicos do judaísmo medieval, já se mencionava a criatura de nome Aluqa , uma demonio feminino de atraente beleza, que levava os homens ao esgotamento, e muitas das vezes ao suicídio.

Foram vários os registos históricos que testemunham sobre o fenómeno de demónios Incubbus que se deitavam com mulheres, estando alguns desses relatos descritos em obras como De rerum uarietate ( 1557), do famoso medico, matemático e filosofo Italiano Giralomo Cardano ( 1501 -1570), ou na obra  De Miraculis Occultis Naturae (1559), de Levin Lemne ( 1505 – 1568).

Quando estes espíritos Sucubbus ou Incubbus se associam a um bruxo ou a uma bruxa, tornam-se naquilo que é conhecido como um espírito demoníaco familiar das bruxas.

No «compendium maleficarum» , ou o «Compêndio das Bruxas» de 1608, do padre Italiano Francesco-Maria Guazo (n. 1570)  , são descritos os fenómenos da magia negra e da bruxaria, assim como os meios solenes através dos quais a bruxa faz Pacto com o Diabo, e nessa altura recebe o seu espírito demoníaco familiar, que na verdade se trata  de um demonio Incubbus atribuída á bruxa, ou um demónio Sucubbus atribuído ao bruxo.

No compêndio das bruxas, assim podemos ler que «Toda as bruxas juram obediência e sujeição para com o Diabo. Prestam homenagem e vassalagem ao demónio através de cerimónias obscenas, de devassas luxurias e de heréticas perversões. Depois, colocam as mãos sobre um grande livro negro do Diabo que lhes é apresentado. Trata-se do Livro dos Mortos do Diabo, o oposto do Livro da Vida do Deus cristão. Colocando a mão em cima do livro, as bruxas ligam-se ao Diabo através de juramentos blasfemos de nunca retornar á fé cristã, não observar os preceitos cristãos, e não realizar nenhuma obra da Igreja. Não aceitarão mais os divinos preceitos de Deus, mas sim os impuros desejos do Diabo. Jamais frequentarão novamente os sagrados ritos da Igreja, mas sim atenderão apenas aos profanos Sabbat e Missas Negras da magia negra. Estes juramentos nocturnos são prestados á meia-noite, em sabbat satânico.» Mais assim diz o compêndio das bruxas «Nesta altura, a bruxa recebe a sua marca do Diabo. È o próprio diabo que lhe imprime a marca no corpo com a sua garra .Após receber a marca do Diabo, a bruxa profere juramentos de abjurar a santa-trindade, e todas as crenças e praticas da Igreja. Em troca, o Diabo promete conceder a sua protecção á bruxa, auxiliar em todos os seus trabalhos de magia negra, e após a morte garantir que a alma da bruxa vive eternamente aqui na terra, e investida de poder demoníaco. Estando isto solenemente professado, a cada bruxa é designado demónio chamado demónio «Magistellus», ou um espírito demoníaco familiar.» Frequentemente, no decorrer do Sabbat o demonio familiar incorporava por possessão demoníaca num homem, e a bruxa entregava-se-lhe em devassa luxuria. Também ocorreu por vezes o demónio familiar incorporar num animal como um bode negro, e terem depois ocorrido profanas obscenidades. O espírito demoníaco familiar é um presente do Diabo para a bruxa, e esse demonio familiar acompanhará para sempre a bruxa. Conforme um anjo acompanha um santo, pois um demónio familiar acompanha uma bruxa. E se através dos anjos os santos alcançam a pureza, então pela perversidade dos demónios familiares as bruxas contaminam-se todo o tipo de profana luxuria. Pois na verdade, o espírito demoníaco familiar é  um demónio Incubbus ou Succubus que escolhe a bruxa ou o bruxo. Sendo bruxa tratar-se-á de um demonio Incubbus, e sendo bruxo será uma demoniza Sucubbus. Henri Boguet ( 1550-1619),  notório demonologista e jurisconsulto, afirma no capítulo XII do seu «Discours des Sorciérs» (1602), que na conexão carnal entre o Diabo e as bruxas, o Diabo conheceu todas as bruxas e bruxos, porque ele assume uma forma feminina para agradar aos bruxos, e uma forma masculina para seduzir as bruxas. O próprio Boguet testemunhou um caso em que o demónio apareceu a um homem de nome Pierre Gandillon e George o seu filho, havendo a ambos seduzido e com eles simultaneamente mantido relações pecaminosas, para depois os converter em bruxos. O mesmo sucedeu com uma mãe e filha, a quem um demónio Incubbus se insinuou, havendo com elas cometido em simultâneo igual abominação lasciva, depois levando-as a tornarem-se bruxas.

Nicolas Remy( 1530 – 1612), foi um demonologista Francês que presenciou pessoalmente vários casos verídicos de bruxas, bruxaria e trabalhos de magia negra.  Com as conclusões que retirou das suas experiências e observações, Nicolas Remy escreveu a obra «Demonolatreiae», publicado em 1595. Na sua obra Demonolatreiae, o demonologista Remy faz nota que as bruxas que tiveram relações carnais com Incubbus, assim como os bruxos que se entregaram á luxuria com Sucubbus, são unânimes em afirma que nada é mais frio que possa ser imaginado ou descrito. Todas as bruxas e bruxos tem relações carnais com um demónio Incubbus ou demoniza Sucubbus quando entram ao serviço de Satanás, pois isso faz parte da celebração do seu Pacto infernal. Muitas das vezes, esse acto carnal é selado com o espírito demoníaco familiar que escolhe a bruxa, sendo que já houve várias historias de espíritos demoníacos familiares que acabaram por casar com a sua bruxa, e viver em matrimonio com elas até ao fim da vida da bruxa, sendo-lhe leal, e servindo-a com ternura, fidelidade e diligencia. Por volta dos anos de 1678, há um caso que ficou historicamente documentos e ocorrido na Inglaterra, que atesta deste facto. Por volta dos anos de 1678, havia uma célebre bruxa em Lawford, Essex, de nome Rebecca West. A bruxa Rebecca West ficou conhecida pela bruxa de Lawford, sendo ela por sua vez filha de uma outra bruxa com o mesmo nome. Quando ainda na sua juventude, apareceu-lhe um demónio que seria para sempre o seu espírito demoníaco familiar. A primeira vez que o demónio lhe apareceu,  fê-lo em forma humana, e foi ter com ela á noite, enquanto a jovem estava na sua cama. O demónio pediu-lhe que ela o convidasse a dormir com ela, prometendo-lhe que se o fizesse casaria com a jovem, e seria um bom esposo, e que a protegeria de todos os seus inimigos, assim como favoreceria todas as suas bruxarias. A bruxa aceitou, e o demónio possuía-a numa noite de lasciva concupiscência carnal. O demónio conforme prometido casou com a bruxa nessa mesma noite, sendo que nessa noite a bruxa lhe prometeu ser sua esposa obediente até que a morte a levasse, e renegou a sua fé cristã. Uma das coisas que a bruxa sempre afirmou, foi que o contacto com o demónio era frio, que o beijá-lo era como beijar mármore.

Já o bruxo Pétrone de Armentiéres também teve relações carnais com a sua demoniza Sucubbus, igualmente o seu espírito demoníaco familiar. A demoniza Succubus chamava-se Abrahel, manifestou-se na forma de uma mulher de estonteante beleza, e porem o bruxo dizia que o momento máximo do acto carnal com ela, era como entrar numa cavidade de gelo. Todas as bruxas afirmavam que o demónio possuía órgãos genitais excessivamente grandes e rígidos com madeira ou pedra, assim como frios como gelo, e que a sua semente era gélida como água vinda das frias montanhas. A bruxa Alexée Drigie, por volta dos anos de 1586 afirmava para quem quisesse ouvir, que o membro do seu demónio Incubbus era de tamanho volume tais, que não havia como pudesse ser inteiramente contido por qualquer mulher, sem que se sofresse algum padecimento.  No mesmo ano, também a bruxa Nicole Moréle dizia que depois de copular com o seu demónio Incubbus, havia dias em que ficava acamada de exaustão, tal não tinha sido o nível de exigência e violência do acto luxurioso, que por vezes chegava a deixar os lençóis ensopados em sangue, e o corpo severamente marcado com nódoas negras e arranhões.

Por volta dos anos de 1660, uma bruxa de Suffolk, a viúva Bush de Barton, disse que o demónio lhe apareceu incorporado num jovem moreno, mas que era mais frio que um cadáver. A famosa bruxa escocesa Isobel Gowdie afirmava abertamente haver copulado com um demónio, havendo este aparecido na forma de um homem através de possessão demoníaca de um jovem, mas que o contacto com seu corpo era frio como uma rocha, e que quando ele se encontrava no interior da sua intimidade, o seu falo e a sua semente eram frias como água da nascente.

Henri Boguet ( 1550-1619), foi um notório demonologista Francês que em 1602 publicou a obra «Discours Exécrable des Sorciers», fruto das suas investigações e observações pessoais de casos reais de magia negra, bruxas e bruxaria.  Boguet, no seu Discours des Sorciérs faz nota que nas missas negras as bruxas entregavam-se á mais promiscua devassiadão e luxuria com demonios Incubbus incorporados em corpos de homens através de possessão demoníaca, não havendo obscenidade nem heresia que não fosse perseguida naquelas profanas Eucaristias satânicas, pois que ao fazê-lo estava-se a oferendar sacrilégios que são uma deleitosa iguaria para o Diabo, assim lançando-se um poderosíssimo chamariz aos demónios. O Malleus Maleficarum ( 1486), dos demonologistas Jacob Sprenger ( 1438 – 1495), e Heinrich Kramer,  ( 1430 – 1505),descreve como nessas missas as bruxas copulam com demónios Incubbus que incorporam em corpos humanos através de possessão demoníaca. Na maioria das vezes os demónios que se fazem manifestar nas missas negras com a finalidade de copularem com as bruxas e bruxos, são demónios Incubbus e Sucubbus, que incorporando em corpos através de possessão demoníaca, satisfazem os seus próprios apetites carnais através do pecado e da luxuria. são Tomás de Aquino, ( 1225-74), deixou um legado de escritos nos quais se descreveu sobre as bruxas, e sobre a forma como os demónios Incubbus as procuravam para com elas realizarem actos lascivos, e através da luxuria firmarem com elas Pactos demoníacos, depois auxiliando-as na feitura dos mais fortes trabalhos de magia negra, especialmente aqueles ligados ao erotismo e á luxuria, conforme as amarrações. No caso dos bruxos eles seriam procurados por demónios Succubus,  e o mesmo sucederia. O demonologista renascentista Girolamo Menghi , autor do Compendium of the Arts of Exorcism , a firmava que infinitas eram as formas que os demónios podiam assumir para se aproximar e perverter ou corromper o homem e a mulher. O demonologista aderiu á ordem dos franciscanos 1552. Foram varias as obras que escreveu, tais como Flagellum Daemonum ( 1557), Fustis Daemonun ( 1588), e o Compendium ( 1576). Nessas obras Menghi afirma que os demónios são espíritos, e por isso não tem sexo, isto é, não são macho nem fêmea. Por isso, eles apresentam-se ao ser humano conforme a própria inclinação natural do ser humano aos qual eles se estão a manifestar, de forma a favorecer o desejo da pessoa que o demónio deseja possuir. Se se trata um homem que goste de mulheres, o demónio far-se-á apresentar num corpo de uma linda mulher do agrado desse homem, nesse caso convertendo-se numa demoniza Sucubbus; se for uma mulher que se agrade com homens, então far-se-á apresentar na forma de um belo homem que lhe agrade, assim convertendo-se num demónio Incubbus; a carnalidade é por isso um meio para chegar a um fim. Ora, o meio é a sedução e o desejo, sendo que o fim é a corrupção daquela pessoa, levando-a aos caminhos da magia negra. Foi justamente por este meio, que muitos padres e freiras foram seduzidos por demónios, levados a subverter os seus sacramentos, e a celebrar Pacto com o diabo, por meio do qual receberem os ímpios sacramentos satânicos, e passaram oficiar nas artes da magia negra, celebrando os mais poderosos trabalhos de magia negra. Foi também por esse meio que muitas bruxas e bruxos foram recrutados para o oficio da magia negra, e tal facto é detalhadamente descrito no «compendium maleficarum» , ou o «O COMPÊNDIO DAS BRUXAS» de 1608, do padre Italiano Francesco-Maria Guazo (n. 1570)  , onde são descritas as varias finalidades para que uma bruxaria podia servir, assim como os seus poderosos  efeitos. O notório padre e demonologista observou pessoalmente casos de bruxaria, de magia negra e possessões demónicas, tendo sido testemunha dos poderosos efeitos da magia negra, assim como da existência de Incubbus e Sucubbus.

Lewis Spence ( 1874 – 1955), um notório ocultista Escocês, afirma no seu compêndio «Encyclopaedia of the Occult» (1920), que um Sucubbus é um demonio feminino que pode assumir forma humana, fazendo-o normalmente através de possessão demoníaca de uma mulher.

O rabino Elias afirmava que Adão depois de expulso do paraíso, foi visitado durante cento e trinta anos por varias demónios succubus, e teve relações carnais com elas. Uma dessas demónios Sucubbus, foi Lilith, a mãe de todas as sububbus, e a primeira de todas as sucubbus. Aos filhos e filhas nascidos das relações entre humanos e demónios Incubbus ou Sucubbus, chamam-se Cambions. A descendência dos demónios Incubus e Sucubus quando acasalam com humanos, chamam-se Cambions. Jean Bodin ( 1520-96), foi um jurista e filosofo francês, autor da notória obra «De lá Demonomanie des Sorcieres» , publica em Paris, no ano de 1580 . As obras deste celebre demonologista descreveram as suas observações pessoais sobre casos verídicos de bruxas, de bruxaria, de magia negra e de trabalhos de magia negra. De acordo com Bodin, alguns são mais predispostos a gostar da raça humana que outros. O célebre teólogo reformista germânico Lutero ( 1483 – 1546),  na sua obra Colloquies, diz que eles embora se mexam e hajam como crianças normais, porem não exibem sinais biológicos de vida senão após os sete anos, e que são anormalmente grandes para a idade que tem. Lutero afirmou ter visto pessoalmente um Cambion, que chorou quando ele lhe tocou. Henri Boguet ( 1550-1619), foi um notório demonologista Francês que em 1602 publicou a obra «Discours Exécrable des Sorciers», fruto das suas investigações e observações pessoais de casos reais de magia negra, bruxas e bruxaria.  Boguet, no seu Discours des Sorciérs (capitulo XIV), revela que um mendigo galego tinha o habito de causar piedade ao publico, carregando um Cambion bebé consigo. Certa vez um cavaleiro viu que o mendigo estava com dificuldades em atravessar um rio com o bebé ao colo, e ofereceu-se para ajudar, levando a criança consigo a cavalo. Grande foi o seu espanto quando o próprio cavaleiro e o cavalo quase se afundaram no rio, pois o bebé embora parecendo normal, porem era extremamente pesado. O mendigo explicou-se depois ao cavaleiro, confessando que a criança que ele carregava tratava-se na verdade de um pequeno demónio, a quem ele treinara de forma a que ninguém conseguia recusar esmola quando ele o exibia a uma pessoa. Sabe-se de vários casos historicamente documentados de crianças que nasceram desta união entre demónios Incubbus e bruxas. Dizem as tradições da Idade Media que acabam sempre por ser crianças deformadas, embora a sua deformação nem sempre seja visível aos olhos, pois trata-se de uma deformação espiritual.  A origem demoníaca dessas crianças confere-lhes uma natureza diabólica, e por isso são crianças que muitas das vezes nascem com fortes dons espirituais. Em Toulouse, por volta dos anos de 1275, houve uma bruxa de nome Angéle de la Barthe que tendo tido relações com vários demónios, gerou uma tal criança. Outro caso conhecido foi a da bruxa Sarah Smith, de Essex, que no final do século XVII também deu á luz uma criança que era fruto das suas copulas lascivas com o seu espírito demoníaco familiar, que era um demónio Incubbus. Thomas Malvenda ( 1566 – 1628), um famoso exegeta dominicano, afirmava que as crianças geradas das relações entre humanos e demónios são muito altas, muito resistentes, ousadas, arrogantes e más. Também o cardeal Italiano Jesuíta são Roberto Belarmino ( 1542 – 1621), sustentava que o Anticristo será descendente de um demónio e uma bruxa.

Há vários casos historicamente documentados sobre aparições de demónios Succubus. Um desses casos ocorreu na Itália da idade Media, no tempo do rei Roger Borsa ( 1060 – 1111). Roger Borsa foi um normando duque de Apulia e Calabra e regente do sul de Itália. Sob o seu reinado, e por volta de  1085, aconteceu o caso da célebre sucubbus, que chegou mesmo a ser mencionado ao Papa Urbano II ( f. 1099). Certa vez, numa noite de lua cheia, um jovem nobre da Sicília estava a banhar-se num lago com outros fidalgos amigos, quando lhe pareceu ver alguém afogar-se e lançou-se á sua salvação. Tendo retirado da água uma jovem e bela mulher, o nobre enamorou-se dela, casou com ela, a tiveram uma criança. Porem, logo após o parto, a mulher desapareceu misteriosamente, levando consigo o bebé. O jovem nobre procurou pela sua esposa e recém-nascido filho por todo o lado, porem inutilmente. A mulher e o bebé tinham-se esfumado como se nunca tivessem existido. E porem, todas as noites de lua cheia, a silhueta de uma jovem mulher desnudada com uma criança aparecia junto ao lago onde o nobre havia conhecido a sua mulher, para logo depois desaparecer antes que o nobre pudesse alcançá-la. Soube-se então que a jovem mulher era uma demonio Sucubbus que tinha acasalado com o jovem para gerar uma descendência, e de tempos a tempos manifestava-se-lhe, sem porem nunca mais ter regressado. Outro caso de uma aparição de uma demonio sububbus ocorreu na Escócia do seculo XV. Hector Boece ( 1465 – 1536), um filosofo escocês, mencionava na sua obra  «History fo Scotland» que certa vez um belo jovem foi perseguido pelo espectro de uma demonio feminina, que a dada altura atravessou a porta do seu quarto para o pedir em casamento. O jovem procurou a ajuda de um Bispo, que lhe recomendou jejuns e oração, sendo que passado algum tempo a demonio o deixou de seguir. O caso porem foi célebre, e ficou documentado. Outro caso da manifestação de uma demonio sububbus ocorreu no Egipto, embora tivesse sido presenciado e descrito por um empresário Francês do século XIX. Delandre ( 1883 – 1923), um empreendedor e empresário Francês, contava que no Egipto tinha testemunhado o caso de um ferreiro que estando a trabalhar á noite, do nada viu aparecer-lhe uma linda mulher desnudada diante dele. O ferreiro suspeitando que havia algo de errado com aquela situação, atirou um ferro ardente na direcção da mulher, que imediatamente levitou diante dos seus olhos, para depois desaparecer.

Um outro caso famoso sobre a aparição de demónios sucubus, ocorreu dentro dos muros do próprio Vaticano. O Papa Silvetre II (946 – 1003), confessou que durante grande parte da sua vida tinha mantido relações carnais com uma demonio Sucubbus, de nome Meridiana. Foram assim inúmeras e celebres as aparições de demónios sucubuus, e que são uma realidade comprovada pelas evidencias, relatos e testemunhos.

Também no ano de 1453, na Normandia, houve o celebre caso do padre Guillaume Edeline, pior da paroquia de Saint-Germain-en-Laye, que admitiu abertamente ter um relacionamento com uma demonio Sucubbus, e que havendo-se enamorado dela, tinha participado num Sabbat Satânico onde se submeteu a Satanás, e dessacralizado os seus votos, converteu-se num padre satânico.

Brignoli, no seu Alexicacon, relata que em Bergamo, no ano de 1650, um jovem de vinte-e-dois anos idade quando estava no seu quarto de cama, quando lhe entrou pela porta uma linda empregada de nome Teresa, por quem ele havia antes estado enamorado. Para sua grande surpresa, a bela mulher conta-lhe que havia fugido de casa, e que procurava refugio junto dele. Embora receando que a situação fosse algum tipo de engano, o jovem aceitou ajudar a empregada. No decorrer na noite, as solicitações sensuais da mulher tornaram-se insuportáveis, e o jovem entregou-se indulgentemente aos braços da mulher. Porem, no meio da relação carnal, a ilusão desfez-se, e o jovem viu que estava não nos braços da empregada, mas sim de um demónio sucubbus. Porem, incapaz de interromper o decurso da lascívia, o jovem deixou-se levar pela tentação. Nas noites seguintes, repetiu-se a mesma luxuria. Noite após noite de devassidão, o jovem não conseguia parar com as visitas da demoniza sucubbus. Aquela relação demoníaca durou por meses e meses, até que o jovem se conseguiu libertar da demoniza. Os eventos acabaram documentados em registo histórico da época.

Um dos casos de demonios sucubbus que eram simultaneamente um espírito familiar demoníaco de um bruxo, ocorreu na Alemanha do século XVII. O caso ficou historicamente documentado, e sucedeu com o notório bruxo alemão de nome Johannes Junius ficou conhecido por ser amante e ter um relacionamento com um demonio sucubbus. A demonio succubus abordou depois Johannes Junius incorporando por possessão demoníaca no corpo de uma linda bruxa. Dessa forma o demonio sucubbus seduziu o homem, levando-a a celebrar Pacto com o Diabo, e com ele saciando-se em actos lascivos. Tudo isso sucedeu quando Junius foi levado pela demonio sucubbus ao seu primeiro Sabbat satânico, onde a Hóstia sagrada foi profanada, e o bruxo recebeu a sua marca do Diabo, que no seu caso consistia numa mancha na forma de uma folha de um trevo. O bruxo recitou depois a fórmula que a Sucubbus lhe ensinara, dizendo «Renuncio a Deus no Céu e todas as suas hostes, e reconheço o Diabo como meu Deus». Depois disto dito, o bruxo Junius foi baptizado em nome do Diabo. O seu nome cristão foi assim riscado do Livro da Vida de Deus, e um novo nome satânico foi inscrito no Livro da Morte do Diabo. O bruxo foi assim baptizado com o nome de Krix pelo próprio Diabo, e ficou nesse momento a saber que o demonio Sucubbus feminino que o acompanhava se chamava Vixen. Depois da cerimónia estar concluída, todas a demais bruxas e bruxos acolheram Junius na comunidade, dizendo que agora sim, eram todos iguais. Dai em diante Junius passou a celebrar trabalhos de magia negra, a frequentar os Sabbats satânicos, sempre acompanhado do demonio sucubbus que o recrutara. Sendo um demonio succubus uma entidade particularmente poderosa em assuntos de sedução e lascívia, os trabalhos de magia negra para o amor e luxuria celebrados pelo célebre bruxo Junies e auxiliados pelo seu demonio feminino, tornaram-se lendários, pois tinham espantosa eficácia. Há por isso inúmeros relatos historicamente documentados sobre a existência de demónios Incubbus e Sububbus, e das suas relações com a humanidade.

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