Trabalhos de magia negra para o amor

Trabalhos de magia negra para o amor

Alguns dos mais fortes bruxedos e trabalhos de magia negra para o amor, foram realizados no decorrer da celebração de notórios Sabbats satânicos, e na presença de demonios invocados por bruxas, pelo que eram dos mais fortes trabalhos de magia negra. E disso, existem vários registos historicamente documentados. Martin del Rio ( 1551 – 1608), um teólogo e demonologista espanhol, ingressou da ordem Jesuíta em 1580. O jesuíta del Rio foi autor da notório obra «Disquisitiones Magicae» ou «Investigações sobre a Magia», assim como do «Disquisitionum Magicaum» em 1599. Sendo um forte crente na existência de bruxas , de magia negra e de bruxaria, del Rio afirmou nas suas obras que a própria negação da bruxaria era prova da sua existência, pois os factos que ele testemunhara pessoalmente comprovavam que a magia negra e a bruxaria não eram meras ilusões, mas sim uma realidade muito concreta. Por isso, argumentava o Jesuíta que quem tentava negar uma realidade tão óbvia e repleta de provas, é porque a queria esconder essa realidade por algum motivo, e isso em sí já era prova da sua existência, uma vez que ninguém tenta esconder algo que não existe. E o célebre demonologistra tinha fortes motivos para acreditar na magia negra e na bruxaria, uma vez que a presenciou e testemunhou, dando disso conta nas suas obras.

Outros escritos históricos, se bem que escritos pessoais porque se tratam de correspondência privada, dão testemunho sobre a realidade e a existência da magia negra, das bruxas e da bruxaria. Em Agosto de 1629, o chanceler do Bispo de Wurzburg na Alemanha, escrevia numa missiva pessoal escrita a um amigo, que havia testemunhado eventos satânicos na comunidade de Frau-Rengburg. Ali haviam sido celebradas várias missas negras, onde o Diabo se havia manifestado pessoalmente através de possessão demoníaca de um padre satânico, administrando á sua congregação de bruxas uma liturgia profana na qual rodelas de nabos eram servidos ao invés de hóstias sagradas, e varias obscenidades lascivas eram praticadas diante de um altar da Igreja. Nessas missas várias bruxas iniciadas eram baptizadas, pedindo de livre vontade que os seus nomes fossem riscados do Livro da Vida de Deus, e fossem inscritos no Livro da Morte do Diabo. Eram essas mesmas bruxas, eram procuradas por uma inúmera clientela de pessoas vindas de todos os cantos da Alemanha, tal era a reputação dos seus trabalhos de magia negra, especialmente os trabalhos de magia negra para o amor.

Na mesma altura, outras correspondências privadas davam conta de outros casos de bruxas e magia negra. Um deles, era o do notório bruxo alemão de nome Johannes Junius ficou conhecido por ser amante de uma bruxa, e ter um relacionamento com um demonio sucubbus. Os eventos ocorreram por volta do ano de 1628, e bruxo Johannes Junius pertencia á mesma comunidade de bruxos que George Haan. O bruxo Hann havia sido seduzido por um demonio sucubbus na forma de uma jovem donzela, e sido levado aos caminhos da magia negra. Uma vez caído pelos caminhos da bruxaria, também a sua esposa e filha fossem seduzidas pelo Diabo: Mulher e esposa converteram-se em bruxas, celebrando pacto com o demonio, e transformando-se assim aquela família antes cristã, numa heresia satânica.  O mesmo demonio sucubbus abordou depois Johannes Junius, através de uma linda bruxa, na qual havia incorporado por possessão demoníaca. Dessa forma o demonio sucubbus seduziu o homem, levando-a a celebrar pacto com o demonio, e com ele saciando-se em actos lascivos. Tudo isso sucedeu quando Junius foi levado pela bruxa ao seu primeiro Sabbat satânico, onde a Hóstia sagrada foi profanada, e o bruxo recebeu a sua marca do Diabo, que no seu caso consistia numa mancha na forma de uma folha de um trevo. Junius recitou depois a fórmula que a bruxa lhe ensinara, dizendo «Renuncio a Deus no Céu e todas as suas hostes, e reconheço o Diabo como meu Deus». Depois disto dito, o bruxo Junius foi baptizado em nome do Diabo. Foi após ter recebido o seu baptismo – segundo o qual o seu nome de bruxo era Krix –,  que o Junius ficou a saber que o demonio feminino que o acompanhava se chamava Vixen. Depois da cerimónia estar concluída, todas a demais bruxas e bruxos acolheram Junius na comunidade, dizendo que agora sim, eram todos iguais. Dai em diante Junius passou a celebrar trabalhos de magia negra, a frequentar os Sabbats satânicos, sempre acompanhado do demonio sucubbus que o seduzira. Sendo um demonio succubus uma entidade particularmente poderosa em assuntos de sedução, os trabalhos de magia negra para o amor celebrados pelo bruxo Junius – e auxiliados pelo seu demonio feminino –  tornaram-se famosos, pois tinham espantosa eficácia.

Outros trabalhos de magia negra para o amor foram celebrados no decorrer de notórios Sabbats satânicos, cujos os efeitos eram imparáveis e impressionantes. Foi por volta dos anos de 1669 que se soube sobre os famosos Sabbats satânicos de Blocula, ocorridos na Suécia. Blocula era um vasto prado com um fim a perder de vista. O local é mencionado na obra «Saddicismus Triumphatus» de 1862 de Joseph Glaville ( 1636 – 1680) . Glaville  foi um filosofo e um clérigo, também autor de um compêndio sobre bruxas e bruxaria, o «Philosophical considerations about Witches and Witchcraft», de 1666. Consta que havia uma grande casa nesse longínquo prado, onde se celebravam sabbats satânicos aos quais o Diabo. aparecia fisicamente através de possessão demoníaca , fosse incorporando num animal, ou num homem. Nesses sabbats realizava-se um banquete, no qual se serviam várias iguarias acompanhadas de doces, cerveja e vinho, tudo providenciado pelo Diabo. Depois do banquete seguiam-se as danças, e as cópulas lascivas entre bruxas e demónios. As bruxas faziam juramento a Satanás, assim como se comprometiam a realizar a sua obra neste mundo. O fenómeno das bruxas, longe de ser um fenómeno de camponesas incultas e esfomeadas, fez-se presente até nos mais elevados círculos intelectuais. Um dos bruxos que frequentou estes Sabbats satânicos em Blocula, era um doutor de nome Anders Stjernhok, um professor universitário da Upssala University. Tambem um outro professor fez Pacto com Demonio frequentando esse Sabbat, tendo depois – por favores concedidos pelo Diabo. – sido promovido a reitor da sua escola. As bruxas que frequentavam os sabbats de Blocula era temidas pelos seus poderosos trabalhos de magia negra. Uma dessas bruxas era Karen Snedkers, e um dos seus trabalhos de magia negra ficou famoso por volta do ano de 1670. Foi nessa data que um vereador de nome Niels Pedersen, aquando de uma viagem para Copenhaga, foi acometido de terríveis dores, e perdeu a capacidade de falar. A bruxa Karen Snedkers tinha-lhe lançado um fortíssimo trabalho de magia negra de amarração, enterrando uma efígie representativa do vereador junto de ossos de um defunto, e sobre ela lançando uma forte maldição, fosse por encantamento entoado verbalmente, fosse olhando fixamente a imagem da vítima e lançando-lhe um mau-olhado. O bruxedo infestou o homem passado algum tempo, e porem o homem teimava em não ceder á mulher que encomendara o bruxedo á bruxa Karen Snedkers. Havendo por isso teimado em resistir ao bruxedo, Pedersen começou então a sentir atrozes padecimentos, que apenas cessariam uma vez cedendo-se aos fins da bruxaria.  Assim actuam os trabalhos de magia negra para o amor: ou a vitima cede a quem a mandou amarrar, ou então ela sofre atrozes padecimentos até ceder. Seja como for, nunca mais a vítima se livrará do bruxedo, nem da pessoa que a mandou embruxar. Nunca mais.

Outra notória notória bruxa escandinava, foi a bruxa Ingebrigt, que ficou famosa por volta do ano de 1680. A bruxa tinha sido seduzida pelo demonio, e celebrou com ele Pacto demoníaco, renegando a fé cristã enquanto dando três voltas a uma sepultura andando para trás, e o Diabo respondeu aparecendo-lhe. Também a bruxa participou em vários Sabbats satânicos,  neles realizado fortes trabalhos de magia negra para amor, e que se tornaram imensamente requisitados.

Uma das famosas bruxas de Connecticut nos Estados Unidos, foi a bruxa Mary Johnson. Em 1647, a própria bruxa  admitiu ter sido visitada e seduzida pelo Diabo, que lhe apareceu primeiramente incorporado na forma de um gato preto, e depois manifestando-se – através de possessão demoníaca – num homem. Johnson teve relações luxuriosas com o demonio, celebrando Pacto com o Diabo, e entregando-se aos caminhos da magia negra. O sangue usado na celebração de um pacto, torna-se sangue de bruxa, por contacto com o pacto. Usando de gotas do seu próprio sangue com que havia celebrado pacto, derramadas no seu caldeirão de bruxa onde eram mergulhadas efígies representativas das vítimas, e lançado o seu mau-olhado sobre as figuras que ardiam no caldeirão, a bruxa conseguia infestar fosse quem fosse de forte bruxedo. Era como se as labaredas do próprio inferno fossem chamadas a entrar nas criaturas embruxadas. Mary Johnson celebrou diversos trabalhos de amarração, uns dos quais afectou o bebé de um casal. Teimando o homem embruxado em resistir ao bruxedo, e teimando em não se separar da mulher para ir assumir a amante que o mandou embruxar, então a maldição gerada pelo bruxedo acabou por enfraquecer a saúde do bebé do casal, assim como gerando todo o tipo de problemas matrimoniais, que jamais cessariam senão com o homem regressando á mulher que o mandou embruxar. O caso tornou-se célebre na altura, e a bruxa tornou-se tão lendária como temida.

A bruxa Julian Cox ( 1593 – 1663), foi uma notória bruxa Inglesa, que ficou celebre por lançar fortes trabalhos de magia negra para o amor. A bruxa Cox tinha um espírito familiar demoníaco incorporado num sapo, e as suas bruxarias tem temidas. Ouvia-se que quando a Cox recitava o Pai Nosso diante de uma igreja ou da Bíblia, a bruxa escarnecendo da palavra de Deus, alterava sempre uma das passagens da oração, mudando-a de «não nos deixeis cair em tentação», para «deixai-nos cair em tentação». Uma das suas vítimas, foi uma mulher que jovem que se tinha afastado de um certo cavalheiro. O cavalheiro encomendou um bruxedo á bruxa Cox, e a verdade é que daí em diante a mulher nunca mais teve paz, senão regressando para o homem que a mandou embruxar. Daí em diante, todas as noites a mulher passou a ser assombrada por visões de espectros e aparições de mortos, de tal forma que com o passar do tempo, caiu num estado fragilizado que chamou a atenção das pessoas á sua volta.

Assim se comprovava de que forma é que operam os bruxedo, ou seja: ou a vitima cede á intenção do bruxedo, ou então – resistindo-lhe e teimando em não ceder – , a vitima é assombrada e infestada de espíritos até ao ponto da sua desgraça. Não há por isso escapatória de uma bruxaria de magia negra. Nenhuma escapatória.

Já na Espanha do século XVII, na região Basca de Labourd, o padre Pierre Bocal de Siboro, celebrou varias Missas Negras durante a celebração de Sabbats satânicos. As missas negras foram celebradas pelo padre satânico por volta do ano de 1609, e nessa mesma região, assim como nos Pirenéus, eram realizadas reuniões satânicas de bruxas, e ali haviam varias bruxas notórias, como a bruxa de dezasseis anos Marie de Naguille, e a sua mãe Saubadine. O Diabo havia seduzido mãe e filha, que firmaram pacto com o demonio, depois entregando-se a profanos actos de luxuria durante a celebração de Sabbats Satânicos e Missas Negras. As bruxas eram muito procuradas e requisitadas pelos seus fortes trabalhos de magia negra em todos os assuntos relacionados como amor, luxuria, adultério e todo o tipo de pecados da lascívia.

Em 1428, a Itália da Idade Media teve uma das suas mais famosas bruxas da época, a bruxa Matteuccia. A bruxa residia nos arredores de Perugia, perto de Umbria, no centro de Itália. A bruxa era conhecida por usar uma unção esfregada pelo seu corpo nu, que invocava irresistivelmente o Diabo. A fórmula da unção havia sido escrita há muito por uma velha bruxa, e foi-lhe dada pelo próprio Demonio. Usando-se da unção no corpo de uma bruxa, a sua fragância atraia o Demonio de forma quase imediata, vindo ele sempre com desejo ardente de possuir a bruxa, para depois lhe conceder todos os favores que lhe fossem pedidos. A formula era feita a partir de alguns ingredientes conhecidos, e outros desconhecidos. Entre aqueles que se conheciam, estava a gordura de defuntos que não houvessem sido baptizados, cascos de mula-fêmea, penas de certas aves, ossos de defuntos pagãos da antiguidade, e outros mais ingredientes, tudo ardido e reduzido a um , que depois era usado para fabricar o unguento. Por dominar tais fórmulas que até ao Diabo seduziam, é que a bruxa ficou famosa pelos seus trabalhos de magia negra para o amor, pois que se nem demónios lhe resistiam, então ainda menos os homens embruxados.

A bruxa Matteuccia celebrava os seus sabbat satânicos junto da árvore de nogueira de Belavento, onde ali se reuniam bruxas e demónios para prestarem culto a Satanás. Nesses sabbats, juravam fidelidade a Satanás, prometiam espalhar a obra da magia negra pelo mundo, e produziam trabalhos de magia negra, alguns feitos de ingredientes como gordura de abutres, de morcego, e sangue de criaturas de tenra idade. A bruxa Matteuccia visitava a árvore de nogueira ás segundas, sábados e domingos, que foi quando o Demonio lhe ordenou que ali fosse. Dai a bruxa ia para a casa de uma senhora de nome Andreucia, no castelo de Montefalco, onde a mulher lhe reservava criaturas de tenra idade para se lhe sugar o sangue, usado que era nos ritos de magia negra. A rica mulher do castelo encomendava todo o tipo de trabalhos de magia á bruxa Matteuccia, pois as bruxarias eram fortes e a sua fama era reconhecida por toda a Itália. A bruxa Matteuccia era famosa pelas suas ajudas maritais, ou seja, realizando fortes trabalhos de magia negra para o amor. Muitas mulheres desesperadas e desprezadas pelos seus maridos ou amantes, recorriam dos préstimos ocultos da bruxa italiana. Um desses casos ficou famoso quando a senhora do castelo de Collemezo foi abandonada, humilhada e maltratada pelo seu esposo. A bruxa Matteuccia fez um trabalhos de magia negra no qual usou um ovo que foi baptizado com o nome do marido, e colocado no seu caldeirão de bruxa, onde foi ardido e consumido em chamas juntamente com ingredientes ali derramados no caldeirão. Enquanto a fórmula ardia no caldeirão em chamas que pareciam invocar as próprias labaredas do inferno, a bruxa lançou uma forte maldição através de um encantamento em Latim. O bruxedo foi de tal forma forte, que o marido da senhora do castelo de Collemezo foi seriamente atacado de indisposições. Os mal-estares eram de tal forma, que o homem recolheu ao seu lar, pois não tinha forma de andar e sair para ir ter com a sua amante. E nos cuidados do regaço da sua esposa, lá o homem acalmou. E a verdade, é que os padecimentos do marido apenas cessaram quando ele se entregou novamente á esposa. Enquanto teimou em resistir ao bruxedo, as suas agonias apenas pioravam, e não havia médicos que o conseguissem ajudar. Assim se ficou a saber como actuam os trabalhos de magia negra para o amor: ou a vítima cede a quem a mandou amarrar, ou então ela sofre atrozes padecimentos até ceder. Cedendo, os padecimentos cessam. Porem, teimando em resistir então os padecimentos persistem até ao ponto da sua desgraça. È esse o resultado, e por isso, seja como for, nunca mais a vítima se livrará do bruxedo, nem da pessoa que a mandou embruxar. Nunca mais.

Outro caso ficou celebre, quando por volta do ano de 1427, uma senhora do castelo de Prodo no distrito de Orvieto, se queixou que o seu homem ao invés de cuidar das suas necessidades e fazer amor com ela, antes lhe batia. A bruxa Matteuccia realizou um trabalho de magia negra através de bonecos de cera, e passados tempos soube-se que para grande alegria da mulher, o assunto estava resolvido, e o homem cumpria apaixonadamente com os seus deveres.

Porem, a bruxa Matteuccia tanto podia agir para favorecer o desejo amoroso, como para o arruinar, causando impotência sexual aos homens. Para o fazer, acendia uma vela numa encruzilhada de três estradas, sendo a vela antes baptizada em nome do homem que se pretendia embruxar. O bruxedo era feito recitando um encantamento em latim, e dobrando ou vergando a vela enquanto a olhava fixamente, assim lançando-lhe um forte mau olhado. A vela era sepultada na encruzilhada, e enquanto ali permanece-se sepultada, dobrada e vergada, também vergado e morto permaneceria o sexo do homem, assim arruinando-se-lhe a vida sexual. A bruxa ficou famosa por ter feito este bruxedo a um rapaz que se tinha sido oferecido pelos pais em casamento a uma certa jovem, e cuja a mulher apaixonada e abandonada se quis vingar. Soube-se assim que a noite de núpcias do casal ficou arruinada, para grande infelicidade da jovem noiva.

Houve também o caso de uma mulher que amando um homem, desejava que ele se separasse da mulher. A bruxa Matteuccia lançou um trabalho de magia negra ao casal através uma água amaldiçoada preparada no seu caldeirão, e borrifada sobre efígies representando ao casal. Passados tempos os efeitos ocorreram, pois o casal odiava-se.

A fama da bruxa Matteuccia tornou-se de tal forma célebre, que chegou aos ouvidos de são Bernardino ( 1380 – 1444), que curioso se deslocou de Sena a Todi – onde a bruxa Matteuccia residia na altura – para assistir a tais prodígios heréticos de magia negra, e assim dando-se testemunho dos seus lendários trabalhos de magia negra.

Foram estes poderosos trabalhos de magia negra para o amor que se tornaram lendários ao longo dos séculos, havendo deles permanecido vários registos históricos. Hoje como há séculos atrás, quem ainda detém estes saberes ocultos, continua a celebrar as mais imparáveis amarrações de magia negra.

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