Amarrações para ter o amor

Amarrações para ter o amor

William Perkins ( 1555 – 1602) foi outro notório demonologista Inglês, cuja a obra «Discourse of the Damned Art of Witchcraft» rivalizou com a obra de James I, a maior autoridade nos assuntos da bruxaria e magia negra nos inícios do século XVII. Perkins não tinha paciência para as vozes que negavam a bruxaria, e alegavam que a magia negra era uma fantasia. O demonologista não apenas comprovava solidamente a existência da magia negra e dos trabalhos de magia negra através da Bíblia, como a acrescia provas empíricas e concretas de observações feitas a casos reais e testemunhados. A sua obra «Discourse» foi publicada na Alemanha em 1610, e o seu pensamento rapidamente espalhou-se por toda a Europa. Foram vários os casos que o demonologista Perkins testemunhou pessoalmente, e que demonstraram muito objectivamente o poder da magia negra, dos trabalhos de maia negra, e os efeitos dos trabalhos de amarração.

Um dos mais famosos casos de amarrações para ter o amor que ficou históricamente documentado, ocorreu na Irlanda do século XVII. Numa certa noite do ano de 1616, um homem de nome Jonet Irving dormia serenamente no seu leito matrimonial, quando o demónio apareceu-lhe á porta do seu quarto, na forma de uma mulher. O homem sobressaltou-se com a presença de uma mulher desconhecida na sua casa em plena penumbra da noite, e ao dizer o nome de Cristo, a mulher desceu pelo corredor sem fazer qualquer barulho ao mover-se, desceu as escadas, dirigindo-se para o exterior da casa. Quando indo atras da mulher desconhecida, o homem chegou á porta de casa, encontrou-a aberta, e do lado de fora estava um gato negro que o olhava fixamente. O gato esfumou-se depois na escuridão da noite. O homem persistiu em ser assombrado por esta mulher desconhecida que quase todas as noites lhe aparecia á porta do seu quarto de cama, atormentando o pobre homem com sinistras aparições. O homem já nem sabia se eram sonhos, pesadelos ou assombrações que o perseguiam, e porem as feições da aparição do espectro daquela mulher faziam-lhe lembrar uma senhora que ele conhecia, esposa de um vizinho seu. A verdade é que essa senhora casada estava secretamente enamorada de Irving, e pretendendo ter com ele um relacionamento adúltero, procurou os serviços de uma bruxa. A bruxa lançou um forte trabalho de magia negra ao sr. Irving, que assim andava noite após noite a ser assombrado com a lembrança daquela mulher, até que cedesse e a fosse procurar. Este caso ocorreu na Irlanda do século XVII, e ficou documentado nas actas de um procedimento judicial que procurava investigar a origem deste fenómeno que assombrava Irving. Assim se vê como trabalham as amarrações: elas geram padecimentos e assombrações que noite após noite atormentam a vítima do bruxedo, a fim de a fazer ceder a quem pediu a bruxaria. Cedendo os padecimentos cessam. Porem, teimando em resistir, então os padecimentos vão aumentado sem cessar, até ao ponto da desgraça da vitima. Por isso, ou a vítima cede, ou acaba desgraçada. Seja como for, a criatura vítima da amarração de magia negra nunca mais se livrará do bruxedo, nem da pessoa que a mandou embruxar. Nunca mais.

A bruxa que lançou este bruxedo, era uma celebra bruxa conhecida pela bruxa de Orkney, uma localidade na Irlanda, conhecida pelas Ilhas Orkney. A bruxa de Orkney já era neta de uma outra célebre bruxa, e as artes da magia negra já vinham ao longo dos séculos a passar de geração em geração naquela família. A força a tradições da bruxaria nessa ilha é fortíssima, e remonta a tempos imemoriais. Ainda nos dias de hoje ali se podem ver o anel de Brodgar, uma edificação megalítica de grandes pedras misteriosamente alinhadas em círculo, tal conforme o famoso Stonehenge.  As bruxas daquela ilha eram especialmente célebres e temidas, tais eram os efeitos dos seus bruxedos, e as assombrações que causavam. Jessie Saxby, nascida em 1842, foi uma estudiosa das velhas tradições e mitos populares Irlandeses, e na sua obra menciona vários exemplos de como uma mulher se podia transformar em bruxa invocando ao Diabo, e firmar contrato ou pacto com ele. O Diabo apareceria a quem lhe agradasse aparecer, ignorando a quem desejasse ignorar. Porem: uma vez aparecendo ao chamamento de quem lhe agradasse, então a aspirante a bruxa tinha a sua oportunidade de ali firmar pacto com o diabo. O pacto uma vez feito, era inquebrável, e não havia retrocesso a partir da sua celebração. A partir desse momento, a bruxa tornava-se sua serva, ao passo que em troca, o Demónio lhe concedia poderes e sabedoria para a execução dos seus trabalhos de magia negra.

Também na Escócia do século XVII, na localidade de Tingwall, havia uma colina chamada colina de Kebister, também conhecida por colina do Luggie, porque havia ali uma moradia chamada Kebister, e nela morava um famoso bruxo chamado Luggie. O bruxo Luggie ficou famoso por dominar ventos e marés do mar com as suas bruxarias, o que causava assombro aos mais experientes marinheiros e velhos navegadores, que observavam como o mar perto do local onde o bruxo habitava, se comportava de forma diferente que o resto do mar em toda a restante costa da região. E mais assombrados ficavam os marinheiros, pois o mar comportava-se assim de cada vez que o bruxo se aproximava da costa, e lançando um bruxedo aos ventos então o oceano acalmava-se, permitindo a Luggie lançar redes á água, e pescar o seu peixe conforme queria e entendia. Porque o poder sobre o mar e os ventos é algo atribuível apenas a Deus, pois há-de observar-se que na Bíblia apenas Moisés e Cristo comandaram marés e ventos ( vide Êxodo 14:21 e Mateus 8:26-27), então parecia evidente que naquele local o Diabo troçava desses feitos, escarnecendo deles, e imitava-os através do bruxo Luggie. O bruxo Luggie tornou-se por isso lendário, e dizia-se que conforme o bruxo pescava o peixe que queria e entendia lançando redes ao mar perto de sua casa, também o mesmo ele fazia com homens e mulheres a quem lançasse as redes das suas amarrações. E essas amarrações para ter o amor, eram imparáveis.

Outro caso que demonstra o poder das bruxarias e das amarrações, sucedeu na Irlanda do século XIV, onde uma bruxa de nome Alice Keyteler (n. 1363) – a bruxa mais famosa da Irlanda desses tempos – usava de amarrações de magia negra tão poderosas, que apenas para si mesma – através de amarrações de magia negra –  tomou quatro maridos ricos, e herdou as suas fortunas. Os seus trabalhos de magia negra eram muitas das vezes celebrados em cemitérios. Os cemitérios são locais desde sempre frequentados por bruxas, até pela necessidade de ali ser um local onde se podem colher alguns dos mais raros ingredientes para algumas dos mais fortes trabalhos de magia negra. De acordo com Paulus Grillandus, um jurista italiano do século XVI, nos cemitérios as bruxas recolhiam pedaços de corpos, especialmente daqueles pertencentes a condenados á forca, pois que tinham sofrido uma morte amaldiçoada aos olhos de Deus, e por isso as suas almas podiam facilmente ser invocadas para trabalhos de magia negra. Por isso, as bruxas recolhiam desses condenados pedaços de unhas, cabelos, ossos, dentes, etc. Todos esses pedaços eram usados em temíveis ritos oficiados para trabalhos de magia negra, muitas das vezes também, celebrados em cemitério. Tal como os corpos de condenados, dizia-se que a bruxas também procuravam por crianças que houvessem falecido sem serem baptizadas, pois as suas almas estando ausentes de salvação, podiam facilmente ser invocadas para fins de magia negra. Alice Keyteler, a bruxa mais famosa da Irlanda, usava nos seus trabalhos de magia negra o crânio de um ladrão condenado.  Alice Keyteler teve quatro maridos, todos eles seduzidos por meios de bruxaria e amarrações. Em 1324 a sua fama era lendária, e a bruxa tinha já uma colmeia de bruxas seguidoras. Keyteler tinha um demónio que a acompanhava sempre, chamado Robin Artinson, um espírito demoníaco familiar. Era nas encruzilhadas que a bruxa Alice invocava esse demónio, oferendando o sangue de 3 galos pretos. Houve sabbats e missas negras realizadas dentro de Igrejas, e oficiados pela bruxa Alice Keyteler. Os trabalhos de magia negra de Alice Keyteler eram celebrados em cemitérios ou encruzilhadas, e os seus efeitos eram temidos, fosse para assuntos amorosos com amarrações para ter o amor, fosse para assuntos de vingança e retribuição.

Nos dias de hoje, nas amarrações para ter o amor, usam-se dos mesmo tipos de ritos que a a bruxa Alice Keyteler celebrava. O processo místico continua igual ao que era há séculos atrás,  igualmente contagiante e imparável.

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