Trabalhos de magia negra de amarração

Trabalhos de magia negra de amarração

Jacques Collin de Plancy ( 1793 – 1881) célebre ocultista e demonologista Francês, autor do influente «Dictionnaire Infernal», um tratado de demonologia publicado em 1818, dá nota na sua obra que nas redondezas da cidade de Utrecht, nos Países Baixos,  existiu um famoso castelo, chamado o castelo do Diabo. O castelo é uma sombria edificação de pedra, com hediondos relevos de demónios e almas condenadas gravadas na rocha, e representando cenas dos horrores do Inferno. Durante muitos anos ninguém ousava aproximar-se da mansão, pois o Diabo tinha ocupado a residência senhorial. Todas as noites do 13 de cada mês, o Diabo visitava a mansão, onde se reuniam bruxas e bruxos em adoração satânica, prestando culto ao Demónio através de obscenos ritos, profana luxuria e devassas heresias. Depois, as bruxas empenhavam-se na feitura de poderosos trabalhos de magia negra, e a presença dos demónios invocados assombrava as imediações da mansão. Na cidade de Utrecht os habitantes evitavam o castelo, pois sabia-se que mais de duas dezenas de curiosos que ali foram tentar ver os Sabbat das bruxas, acabaram mais tarde por falecer em circunstâncias misteriosas. Era nestes Sabbat, que as bruxas realizam os seus fortes trabalhos de magia negra, fazendo-se valer de conhecimentos ancestrais, que remontavam ás civilizações da Antiguidade, como os Fenícios, Gregos, Babilónicos e Egípcios.

O Egipto sempre despertou um chamamento especial nos círculos do oculto. O Egipto foi lar do bíblico Moisés, que foi um bruxo que competiu com os bruxos do Faraó, foi lar de Hermes Trimegistus, o Sabio, foi fonte de alguns dos conhecimentos ocultos de s. Cipriano, o bruxo (f.258 d.C). Desde 1505 que os hieróglifos Egípcios vinham a ser representados em obras como Hirolglyphica, um manuscrito que explicava os simbolismos ocultos dos hieróglifos. Também o famoso Corpus Hermeticum foi descoberto no século XV, e era uma obra notável da autoria do bruxo Egípcio Horapollo, que viveu nos tempos do imperador Romano Zeno ( 425 – 491), que reinou de 474 a 491. O notório filosofo Francis Bacon ( 1561 – 1626), em 1605 debruçou-se sobre o estudo dos hieróglifos Egípcios. O notório matemático Jesuita Athanaseus Kicher ( 1601- 1680), foi o autor da obra Oedipus Aegyptiacus ( 1654), na qual expõem o significado dos hieróglifos, que afirma terem sido criados por Hermes Trismegisto, revelando que eles encerravam significados ocultos poderosos, e que eram no fundo como sigilos mágicos. As bruxas sabiam tudo isto, assim como dominavam os segredos dos sigilos mágicos que os demonios lhes revelavam, e usavam nesses conhecimentos ocultos para celebrar os mais fortes trabalhos de magia negra. Com estes símbolos ocultos, as bruxas chamavam á sua presença demonios antigos e poderosos, que lhes proporcionavam resultados espantosos nos seus bruxedos.

Lewis Spence ( 1874 – 1955), o notório ocultista Escocês, no seu compêndio «Encyclopaedia of the Occult» (1920), dá nota da existência de uma demoniza chamada Habondia., que era uma das demonizas invocadas pelas bruxas nos seus fortes bruxedos de magia negra. Habondia era a Rainha das fadas, das bruxas, e dos espíritos de trevas malignos. Este demonio muito semelhante á imagem de Lilith, é mencionado pelo célebre demonologista Pierre de Lancre , que testemunhou todas as realidades da bruxaria e magia negra, e vendo como eram reais e verídicas, e foi com fundamento nas suas observações e notas pessoais que o demonologista escreveu varias obras influentes, tais como Tableau de L’Constance de Mauvais Anges de 1613, L’Incredulité et Mescréance du Sortilége de 1622, e De Sortilége de 1627.

A magia negra desde sempre que produziu efeitos muito reais e concretos. Por isso, muitos foram os reis e rainhas que confrontados com o fenómeno, tomaram medidas para os reprimir, pois tratava-se de um poder que lhes escapava ás mãos. Na Escócia, a rainha Mary Stuart ( 1541-1587) quando confrontada com casos sobre casos que atestavam a existência e veracidade dos efeitos da magia negra, em 1563 emitiu uma lei que proibia a bruxaria, e ninguém proíbe algo que não existe, nem causa efeitos reais. Porem, a lei de nada serviu, e as bruxas continuaram a ser ainda mais procuradas que antes, pois os seus préstimos ocultos geravam efeitos espantosos. Nessa época, existiu na Escócia a notória bruxa Bessie Dunlop de Lyne, que habitava em Ayshire, um condado do sudoeste da Escocês, localizado nas margens do rio  Firth of Clyde. A bruxa Bessie era membro de uma colmeia de bruxas ou conventículo que fazia culto á Rainha das fadas. Nessa colmeia ou conventículo, o espírito demoníaco da Rainha era invocado, e prestavam-se-lhe agrados através de devassos ritos de herética luxuria, ao que a demoniza respondia revelando formulas e saberes para os mais poderosos trabalhos de magia negra. A demoniza ensinava os segredos das ervas magicas, assim como formulas para se produzir pós mágicos. Embora as bruxas fossem temidas e rejeitadas pela Igreja, a verdade é que até o Bispo de St. Andrews recorria aos serviços da bruxa. Nestas bruxarias, eram famosos os trabalhos de magia negra de amarração. A bruxa Bessie usou muitas vezes das invocações á Rainha das fadas ou Rainha dos demonios para celebrar fortes trabalhos de magia negra de amarração. E a verdade, é que inexplicavelmente as pessoas embruxadas apaixonavam-se perdidamente por quem as tinha mandado amarrar. As pessoas amarradas mudavam do dia para noite, sem explicação. Nem as próprias pessoas embruxadas conseguissem explicar a sua súbita alteração de sentimentos. Porem, elas acabavam sempre por ir-se entregar arrebatadamente enamoradas por quem as tinha mandado amarrar, e dispostas a seguir essa pessoa até ao fim do mundo, como se não houvesse mais ninguém ao cima da terra.

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