Amarrações do homem feito Zombie


Amarrações do homem feito Zombie

As noções de amarração aparecem bem traduzidas em certos encantamentos mágicos do século XIV, onde se dizia «Diabolus ligat, Angelus solvit, Christus sanat», ou seja, «o Diabo amarra, o anjo resolve, e Cristo cura». Isto quer dizer: quando se quer amarrar, invoque-se o Diabo; quando se quer resolver invoque-se um anjo; e quando se quer curar invoque-se a Cristo. Logo: já há séculos e séculos que se sabe que não há maior autoridade a que recorrer quando se quer amarrar uma criatura, senão á magia negra e á bruxaria.

Um dos mais reputados autores medievais sobre grimórios, foi o notório abade germânico Joahannes Trithemius ( 1462 – 1516). O abade beneditino foi autor de mais de oitenta títulos versando sobre preciosos saberes ocultos, e leu todos os grandes grimórios. Entre esses famosos grimórios, estava o «The Book of the Four Kings», ao qual Trithemius chamou de uma obra «pestilenta», e que atribui a origem destes «trabalhos amaldiçoados» a são Cipriano. A fama duradoura de são Cipirano vem não da sua vida religiosa, mas sim do facto dele ter sido um grande bruxo antes da sua conversão, e ter celebrado um Pacto com o Diabo. E foi através desse pacto e dos auxílios do demónio, que o famoso bruxo Cipriano realizou alguns dos mais espantosos bruxedos, cujos os efeitos lhe deram reputação pelos quatro cantos do mundo. Alguns desses trabalhos de magia negra eram fortes amarrações destinadas a assuntos eróticos e de luxuria.

Louise Madelaine era uma freira a quem demónios visitaram, e conseguiram seduzir, possuindo-a e levando a celebrar pacto demoníaco, assim tornando-se uma freira satânica. Por volta de 1611, a bruxa e freira satânica quando questionada por Sebastião Michaelis, grão Inquisidor de Avignon, confessou sem hesitações que durante a celebração de vários sabbats satânicos, tinha mantido actos de luxuria pecaminosa com vários demónios incorporados em corpos masculinos, e que nesses momentos heréticos havia jurado fidelidade a Satanás. Depois de se entregar a estas heréticas abominações, os demónios ensinavam á bruxa os mais poderosos segredos de magia negra, os quais a freira satânica se lançava imediatamente a empregar nas amarrações que lhe pediam. A bruxa ganhou assim uma fama que foi muito para alem dos muros do seu convento, e recebia incontáveis solicitações dos seus préstimos ocultos em assuntos de fortes amarrações de magia negra. Assim se confirmava que as obras da magia negra são as que operam mais  fortemente em assuntos relacionados com a luxuria.

Em 1669 sucedeu o célebre caso das bruxas de Mora, que assumiu tais proporções que levou á intromissão do rei Carlos XI da Suécia. Na região da Dalecarlia – Suécia – , começaram a suceder estranhos fenómenos e eventos que começaram a causar estranheza e temor na população. Começaram ali a surgir aparições fantasmagóricas, mortes inexplicáveis, possessões demónicas, e os sinistros eventos causaram uma onde de receio pelas povoações. Suspeitou-se da actividade de bruxas, o que veio a confirmar-se. Houve relatos documentados sobre a existência de 23 bruxas envolvidas em actividades do oculto. O grupo das 23 bruxas constituía uma colmeia de bruxas satânicas que se havia fundado na zona. Mesmo quando questionadas separada e individualmente, as bruxas contavam os mesmos factos. As bruxas de Mora confessavam que tinham reuniões ocultas – sabats satânicos – onde se fazia a invocação de demónios. Homens havia sido seduzidos e levados a participar nessas reuniões fosse por influencia de bruxas, ou de demónios sucubus, e ao participar nessas reuniões, eles acabavam irremediavelmente possessos pelos demónios invocados, tornando-se também eles bruxos.  As reuniões ocorriam numa grande casa existente num prado ermo chamado Blocula, mas também houveram sabats negros celebrados em encruzilhadas. Nessas reuniões os participantes renunciavam á Igreja, eram baptizados pelo demónio, e depois seguiam participando em festins lascivos onde se praticavam actos de promiscuidade, assim como se planeava a feitura de trabalhos de magia negra e bruxarias. Nestas reuniões satânicas, o demónio invocado fazia-se incorporar num cavalheiro que aparecia trajando um longo casado negro. As reuniões eram frequentadas tanto por bruxas já maduras, como por jovens donzelas que se submetiam ao baptismo pelo Diabo, e depois se entregavam a ritos orgiásticos com os demónios. Como resultado, varias bruxas engravidaram, e deram á luz crianças que eram descendência de demónios. Algumas dessas mulheres foram mais tarde vistas a dar á luz bebes que eram imediatamente baptizados com sangue de serpentes ou sapos, confirmando assim a sua progenitura demoníaca. Este grupo ou colmeia de bruxas teve tamanho poder na Suécia do século XVII, que até o próprio rei temendo a sua proliferação e temíveis actos de magia negra, teve de intervir.

Desde então, há séculos que se atribui a estas bruxas e estas bruxarias, invulgares poderes em assuntos de fertilidade, assim como em trabalhos relacionados com a luxuria. Há diversos relatos de como um homem embruxado pelas bruxas de Mora caia num estado hipnótico de tal forma profundo, que acabava por procurar a mulher que o mandou embruxar com ardentes desejos carnais, como se possuído por um impulso irresistível. Alguns homens pareciam «Zombies» dominados por uma vontade que nem eles conseguiam compreender, e muitas das vezes nem se lembravam daquilo que fizeram. O poder dominador do bruxedo era tal, que o homem perdia controlo sobre sí mesmo, e acabava – querendo, ou não querendo – na cama da mulher que o tinha mandado embruxar. E se teimasse em resistir, então caia em tamanhos padecimentos, que muito ficavam á beira de uma fatalidade. Fosse como fosse, o homem embruxado nunca mais se conseguia livrar do bruxedo, nem da sombra da mulher que o mandou embruxar. Nunca mais.

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