Amarrações do Jejum Negro

Amarrações do Jejum Negro

No capitulo V do Livro II do célebre grimório Demonology (1597) do Rei James I de Inglaterra ( 1566 –1625), dá-se nota de que. «As bruxas podem atingir a vida de homens ou mulheres, derretendo figuras de cera no fogo, pois conforme as derretem é como se estivesse assar a vitima em carne viva, e a sua alma sofre os maiores tormentos. Então o espírito das vitimas enfraquece. Elas também podem por esses meios incomodar ou assombrar pessoas ou casas, e fazer alguns serem até possuídos por espíritos.»

È desta forma que o Demonology do Rei James I de Inglaterra descreve como age a bruxaria numa vitima, e é precisamente deste modo que agem as amarrações na criatura amarrada: atormentando-a até que ela se vá entregar a quem a mandou embruxar. Entregando-se, acabam-se-lhe os padecimentos. Porem: teimando em resistir ao bruxedo, então os padecimentos persistem a insistir e castigar sem cessar. Não há escapatória a uma amarração de magia negra. Nunca.

Por volta dos anos de 1649, existiu na Inglaterra a famosa bruxa Isabella Billington. A bruxa habitava em Pocklington, uma pequena localidade do condado de Yokrshire, e os seus trabalhos de magia negra eram temidos. Um dos seus mais fortes trabalhos de magia negra era feito com recurso ao sacrifico de um galo preto, que era colocado numa cruz em forma de crucificação, escarnecendo da crucificação de Jesus. Havia também um outro rito no qual era feito o sacrifício de um bezerro preto, que depois também era colocado numa cruz, simulando a crucificação de Cristo. Tratava-se de um forte rito satânico, através do qual a bruxa fazia um forte chamamento ao demonio, que diante da abominável heresia praticada naquele rito de magia negra, respondia ao chamamento da bruxa, e satisfazia o pedido que lhe era endereçado através do bruxedo, fazendo-o cumprir-se. No auge da sua reputação, a bruxa tinha por volta de trinta anos, e era uma mulher bonita. O diabo agradou-se pela forma como Isabella executava os mais profanos sacrilégios com afinco e sem remorso, desde que os seus fins fossem alcançados. O Diabo também se agradou pelo marido da bruxa, pois o seu consorte aceitava sem disputas que a bruxa se entregasse á lasciva copula com o demónio, num completo sacrilégio para com os votos matrimoniais jurados numa igreja de Deus. Para grande regozijo do Diabo, o santo matrimónio era assim profanado, tornando-se num ímpio casamento através das bruxarias e perversa lascívia da bruxa Isabella, o que muito agradava ao demónio que retribuía ensinando-lhe ocultos segredos de magia negra, e providenciando-lhe espantosos resultados nos seus bruxedos. Assim, tanto a bruxa como o seu companheiro celebraram Pacto com o Diabo, em troca recebendo do demónio os mais obscuros ensinamentos de magia negra, com os quais celebravam os mais poderosos bruxedos. Nesses bruxedos, incluíam-se amarrações ás quais não havia quem escapasse.

Já por volta dos anos de 1538, outra notória bruxa viveu na localidade de Holmpton, na área de Holderness, em Inglaterra. Tratava-se da bruxa Mabel Brigge. A bruxa Mabel era viúva, como o eram a grande maioria das bruxas. O Diabo tinha-lhe aparecido apos o falecimento do esposo, e tinha-a seduzido, assim como encantado a enlutada mulher para os caminhos da magia negra. A bruxa Mabel era conhecida por praticar o Jejum Negro. O Jejum era uma prática religiosa comum na época, e muitas pessoas o praticavam conjuntamente com orações diárias, como forma de apelar á benevolência de Deus, ou dos santos, ou da Virgem, ou dos anjos. Tais jejuns chegaram a ser um instrumento religioso oficial da Igreja, sendo por vezes feitos com o conhecimento, com o prévio consentimento e até com a supervisão dos padres. Porem, a bruxa praticava um Jejum em nome de Satanás, e com a finalidade de lançar bruxedo. A isso, chamava-se o Jejum Negro. O Jejum negro envolvia a abstenção de carne e leite e qualquer alimento que contivesse leite, no qual a bruxa concentrava a sua mente e força de vontade no objecto do bruxedo durante o Jejum. Assim, de cada vez que a fome por esses alimentos a atormentasse, a bruxa dirigia as suas pragas e encantamentos á vítima do bruxedo, assim como desejava-lhe aquilo que entendia.

Uma das bruxarias que tornou Mabel famosa, sucedeu quando a nobre e enciumada Isabel Buck contratou os serviços da bruxa para atingir o Duque de Norfolk, em 1538. A bruxa Mabel usou de magia negra através do Jejum Negro apelando a Satanás, e o duque sofreu todo o tipo de padecimentos até ceder á nobre dama.

A verdade é que quanto a bruxa fazia este Jejum Negro, as suas vítimas caiam sob forte influencia de bruxedo. E muitas desses bruxedos eram amarrações.

A verdade é que conforme a bruxa ansiava e sofria pelo alimento durante o seu Jejum Negro, também a vitima da amarração ansiava e sofria por quem a tinha mandado amarrar. A vitima da amarração era tomada por desejos que ninguém conseguia saciar, por uma ansia que nada conseguia acalmar, por um desassossego que nada conseguia aplacar, por uma sofreguidão que não tinha explicação nem remedio, e que apenas acalmava quando a vitima se ia entregar a quem a mandou embruxar com a amarração. Com estes Jejuns Negros amparados por orações a Satanás e litanias a demónios, as mulheres entregava-se a amantes, os esposos amantizava-se em adultério, e todo o tipo de pecados matrimoniais ocorriam conforme as amarrações que a bruxa Mabel lançava.

Com aquelas amarrações tanto eram forjadas as mais libertinas infidelidades, como fincadas as mais autoritárias fidelidades. E quem teimava em resistir ao bruxedo, sofria tamanhos padecimentos que iam até ao ponto da sua desgraça. Fosse como fosse, ninguém escapava ao bruxedo, nem a quem tinha encomendado o bruxedo. Ninguém. Não havia escapatória. Por isso mesmo, os préstimos ocultos da bruxa eram abundantemente requisitados.

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