Amarrações do fascínio

Amarrações do fascínio

No reinado da rainha Elisabete I de Inglaterra ( 1533 – 1603)., o poder das amarrações amorosas era de tal forma testemunhado em casos verídicos, que a pratica deste tipo de bruxedo foi prevista na lei. Nessa época, ocorreram diversos casos daquilo a que se chamava o «fascínio» ou «encantamento» de diversas pessoas, todos eles causados por magia negra, e que causaram muito espanto na sociedade, pois que faziam as pessoas embruxadas agirem como se não estivessem em sí mesmas, tal a forma como ficavam «fascinadas» ou «encantadas» por quem as tinha mandado embruxar. A verdade, é alguns bruxedos de amarração são famosos por lançarem uma espécie de estado de fascínio ou hipnotizante sobre a vítima daquela magia negra, de tal forma que a pessoa parece não andar em sí mesma. Ela segue a pessoa que a mandou embruxar como se não estivesse em sí mesma, e fica até incapaz de escutar á voz da razão. Usado exageradamente, este bruxedo pode até levar a estados obsessivos, nos quais a pessoa embruxada se debate com ciúmes incontroláveis, ou não consegue afastar o pensamento de uma pessoa a ponto de andar a persegui-la. Há por isso que usar desta magia negra com extremo cuidado e apenas na medida adequada, até porque se a vitima embruxada teimar em lhe resistir, grandes serão os tormentos que a infestarão. Havendo também presenciado estes eventos verídicos que assolaram a Inglaterra do século XVI e XVII, James I ( 1566 –1625) foi não apenas rei de Inglaterra, como o autor de um dos mais influentes compêndios de demonologia, um tratado sobre bruxaria e magia negra intitulado «Demonology» (1597).

A obra Demonology do rei James I, foi a maior autoridade do seu tempo em assuntos de magia negra. Do ponto de vista jurídico, o rei James I tornou ilegal invocar qualquer tipo de espírito maligno, ou ter relação com qualquer tipo de demónio. Isso incluía os espíritos demoníacos familiares das bruxas, que frequentemente incorporavam em animais como cães, gatos, coelhos ou outros animais de estimação, a fim de passarem despercebidos junto da bruxa. A lei também passou a prever a busca corporal pela marca da bruxa, com que o Diabo após celebração do Pacto, marcava a suas bruxas. Tornava-se assim ilegal e extremamente perigoso , ( e citando a lei), «invocar consultar, alimentar, recompensar, entreter ou empregar qualquer tipo de espirito maligno», assim como realizar-se qualquer tipo de bruxaria e trabalho de magia negra. Como ninguém proíbe aquilo que não existe, e ninguém faz leis para coisas que não existem nem causam efeitos, estava assim historicamente provada e comprovada a realidade da magia negra e da bruxaria. A obra demonoligy do rei James I foi traduzida para holandês em 1604, e as edições em Latim saíram entre 1604 e 1607.Um ano após a sua coroação, o rei James I conseguiu aprovar o Estatuto da Bruxaria, de 1563. E porem, a verdade é que ninguém escapa á magia negra. Prova disso, é que ironicamente, o mesmo rei que tanto oprimiu e lutou contra a bruxaria, quando se encontrava no leito e morte usou da magia negra para prolongar a sua própria vida, usando de um rito de bruxaria para transferir algum do mal que o afligia para um porco.

Nos tempos do rei James I, houve uma bruxa que se tornou famosa pelo bruxedo que executou contra a o rei. A notória bruxa chama-se Agnes Sampson, e tinha um forte Pacto firmado com Satanás, que respondia sempre aos seus bruxedos.

Sabia-se que a bruxa Agnes Sampson tinha a marca da bruxa na sua área genital, e que se tinha entregue á luxuria com o demónio, com ele celebrando Pacto. A bruxa tinha também recebido um espírito demoníaco familiar de nome Elva, e que incorporava num cão. A bruxa tinha participado em vários Sabbat satânicos, sendo que num deles que foi realizado num certo Halloween, o Diabo fez manifestar pessoalmente, incorporando num homem. Essa célebre Sabbat foi realizado numa Igreja de North Berwick, e iluminado apenas por velas negras. O diabo fez manifestar por possessão demoníaca num homem vestido com uma toga negra, e as bruxas presentes juraram-lhe fidelidade, e prestaram-lhe devoção de formas impuras e ímpias. A bruxa Agnes Sampson foi famosa pelos seus trabalhos de magia negra, especialmente aqueles celebrados através de bonecos e imagens das vitimas da bruxaria. Certa vez a bruxa dirigiu um desses feitiços ao próprio rei James I, por encomenda de seus inimigos. O objectivo era atingir o rei durante uma viagem de barco. A verdade é que uma vez feita a bruxaria, uma serie de estranhos e sinistros eventos levaram a que os navios da armada que acompanhava a nau do rei se afundassem trágica e misteriosamente, e o próprio navio do rei só por pouco escapou ao naufrágio. Apenas um único bruxedo feito numa noite solitário por uma bruxa,  tinha feito mais danos á poderosa escolta militar e imperial do rei, que um exercito inteiro. O caso tornou-se tão famoso, que a reputação da bruxa chegou aos quatro cantos do reino. A bruxaria e os trabalhos de magia negra são por isso – e desde há séculos que se o sabe – , fenómenos muito verídicos e reais, como efeitos muito verídicos e reais. Foi inspirado nos temíveis e poderosos resultados destes trabalhos de magia negra, que James I escreveu e em 1597 publicou o notório compêndio de bruxaria e demonologia chamado «Demonologie».

A bruxa Agnes era uma das célebres bruxas de North Berwick e realizou diversos bruxedos para Francis Stewart, o conde de Bothwell,( 1562 – 1612), que grandes proveitos sempre colheu daqueles trabalhos de magia negra. Num desses trabalhos a bruxa Agnes fez uma imagem de cera de um inimigo do conde, e perpassando-a com alfinetes. A verdade é que o inimigo do conde começou a ver o seu estado de saúde progressivamente fragilizado, a um ponto que pouco mais conseguia fazer senão manter-se miseravelmente deitado na sua cama. Outra das famosas bruxas de North Berwick, foi uma bruxa de nome Gilly Ducan, de Edimburgo. Os Sabbat da bruxa Gilly eram famosos, especialmente os realizados na noite de Halloween. Nessa noite as bruxas juntavam-se por volta da meia noite no North Berwick Kirk para se embriagar, e dançar ao som de uma harpa tocada por um demónio. Depois, as bruxas entravam na igreja local para se encontrar com o Diabo, pois que esse local agradava particularmente a Satanás, uma vez que a heresia da bruxaria celebrada em solo sagrado era um deleite irresistível para Satanás. O Diabo incorporado num homem através de possessão demónica, assumia o púlpito da igreja que estava cercado de velas negras. Do púlpito, o Diabo chamava cada uma das bruxas pelo seu nome de bruxa, o nome satânico com o qual elas haviam sido baptizadas pelo demonio, e não pelo nome de baptismo com que se faziam conhecer á sociedade. As bruxas respondiam á chamada, e depois saudavam ao demónio desnudando-se, ajoelhando-se a ele, e praticando-lhe actos abomináveis e obscenos. E também ajoelhadas e desnudadas, recebiam nas suas bocas, faces e cabeças o blasfemo liquido com que o demónio lhes servia a impura Eucaristia, assim como lhes renovava o seu baptismo satânico de bruxas. Seguia-se depois um festim de abomináveis enlaces lascivos que ocorriam indiscriminadamente com demónios invocados, e que se realizam no centro da igreja, para grande corrupção e sacrilégio daquele templo e solo sagrado. A bruxa Gilly várias vezes afirmou que a pele dos demónios era fria como a de um cadáver feito mármore, e dura como ferro. Depois, o demónio lia ás bruxas os seus evangelhos, nos quais constavam os feitos históricos de outras grandes bruxas que viveram em tempos idos, assim instruía as suas serva satânicas em ensinamentos de magia negra para a feitura dos mais fortes bruxedos. Um desses ensinamentos era a forma necromântica de como recolher pedaços de defuntos como dedos, ossos e mãos para as deixarem a secar, depois pulverizando-as e tornando-as num mágico capaz de ser empregue nas mais temíveis bruxarias. Este clã ou colmeia de bruxas de North Berwick existiu por volta dos anos de 1590, e os seus trabalhos de magia negra geravam efeitos espantosos. De tal forma, que as bruxas de North Berwick eram procuradas pelos mais elevados graus da nobreza, duques, condes, príncipes, marqueses, e alta-sociedade que lhes requisitavam todo o tipo de bruxarias, sempre com efeitos vastamente satisfatórios. Outra das famosas bruxas de North Berwick foi a bruxa Barbara Napier. A bruxa era senhora de uma beleza magnética, e os seus trabalhos de magia negra versando sobre amarrações, conseguiam lançar um efeito de tal forma sedutor sobre qualquer homem, que a bruxa ganhou a fama de ser como uma serpente hipnotizante. De tal forma assim era verdade, que até os juízes que a tinham condenado pela prática de bruxarias malignas, acabaram inexplicavelmente por deixa-la sair em liberdade, como se estivessem encantados por algum fascínio misterioso. Depois disso, a misteriosa bruxa desapareceu, e nunca mais ninguém a incomodou. Tao misteriosa como magnética, a bruxa Barbara ficou na historia do oculto em Inglaterra. As suas amarrações eram infalíveis e lendárias.

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