Amarrações de magia negra

Amarrações de magia negra 

O poder da magia negra é real, e foi testemunhado ao longo da história, e foi mesmo usado por príncipes e Reis. È um facto historicamente documentado que em 1563, o Rei Eric XIV da Suécia ( 1533 – 1577),  usou de quatro bruxas quando esteve em batalha contra o reino da Dinamarca, de modo a que elas pudessem desencadear eventos e influencias que fossem desfavoráveis ao inimigo. E de facto, assim aconteceu. E por isso mesmo, o Rei da Suécia várias vezes recorreu das bruxas para vencer disputas, ou fazer eventos alterarem-se em seu favor, sempre com sucesso. E conforme o fez nesses assuntos, também os usou para os seus próprios assuntos amorosos, sempre com grande sucesso, e sempre conseguindo satisfazer os seus apetites.

O notório ocultista Ernest Alfred Wallis Budge ( 1857 – 1934), começou a estudar línguas antigas, e acabou por se formar em línguas semíticas em Cambridge , tendo depois sido admitido no departamento de antiguidades orientais no British Museum. Ao longo da vida fez diversas expedições ao Egipto, participando em escavações de lugares ocultos da Antiguidade, onde recolheu papiros e tábuas de argila milenares, e povoadas de ensinamentos mágicos. Ernest Budge haveria, como resultado dos seus estudos e expedições, acabar por produzir o famoso Livro dos Mortos, de 1901. Ali é possível constatar que já os antigos Egípcios sabiam que o poder da bruxaria vem dos segredos e do contacto com o mundo-dos-mortos, aquele reino dos espíritos onde habitam as almas dos mortos e os demónios.

Na demonologia medieval, o nome do anticristo é Sorath. Sorath é o demónio do Sol, é a besta com dois chifres mencionada no verso XVIII do capítulo XIII do Book of Revelations ou Livro do Apocalipse. O célebre filosofo e ocultista  Rudolf Steiner ( 1861 – 1925), descodificou um ancestral processo cabalístico usado para encriptar o nome do Anticristo, por forma a torna-lo um nome secreto e inefável, como o nome de Deus. Este é um dos poderosos demónios do Inferno, cujo o verdadeiro nome apenas as verdadeiras bruxas conheciam. E na verdade, a própria origem das próprias bruxas foi muitas vezes ligada ao fruto da união entre demónios e humanas.

Os Schedim são uma classe de demónios que nasceu da união entre Adão e Lilith. Apos ter sido expulso do Paraíso, Adão passou um período de cem anos separado de Eva, porquanto foi seduzido por Lilith. Por seu lado, Eva foi seduzida pelo demónio Asmodeus. Da união de cem anos entre Adão e Lilith nasceu uma descendência, uma linhagem meio-humana e meio-demoníaca, a que se chamam os Schedim. Alguns ocultistas da Idade Media afirmavam que as bruxas eram descendentes dessa linhagem de Lilith.

O celebre filosofo e escritor Lucius Apuleius ( 124 – 170), mencionava nos seus escritos como o próprio tinha sido pessoalmente designado em Larissa para proteger o corpo de um morto contra os desígnios de bruxas que pretendiam obter partes daquele defunto para usarem nos seus trabalhos de magia negra, e conta como viu as bruxas acercarem-se do morto para dele recolher as partes que necessitavam para os seus bruxedos. Com esses diabólicos procedimentos, as bruxas invocavam os mais poderosos demónios, a quem rogavam todo o tipo de finalidades, que acabavam sempre por acontecer conforme as bruxas tinham pedido nos seus bruxedos. Por isso mesmo, desde a antiguidade que a magia negra era altamente respeitada, porquanto os seus efeitos eram prodigiosos.

Nicolas Remy( 1530 – 1612), o notório demonologista Francês, autor do célebre grimório «Demonolatreiae», publicado em 1595, dá nota na sua obra de uma celebre bruxa de nome Jana de Masmunster, que por volta dos anos de 1585 celebrava fortes trabalhos de magia negra, com a ajuda de um bruxo chamado Jacobus, que se encontrava estabelecido em Ligny, e como esses trabalhos eram de tal forma poderosos que atraíram as atenções das autoridades da Igreja.

No capitulo V do Livro II do célebre grimório Demonology (1597) do Rei James I de Inglaterra ( 1566 –1625), dá-se de como as bruxas usam figuras de cera ou barro que passavam lentamente pelo fogo, fazendo-as derreter ou estorricar, ao mesmo tempo que entoavam encantamentos de magia negra. Desse modo, a pessoa embruxada era atormentada até fazer aquilo que o bruxedo desejava, e os tormentos apenas cessavam quando a pessoa cedia e aceitava fazer conforme a bruxa tinha designado. E por isso, as pessoas acabavam sempre por ceder. Não havia alternativa. A vitima do bruxedo cedia sempre, e acabava sempre por fazer aquilo que o bruxedo lhe mandava fazer.

Na obra «compendium maleficarum» , ou o «COMPENDIO DAS BRUXAS» de 1608, do padre e demonologista Italiano Francesco-Maria Guazo (n. 1570)  , o notório demonologista dá nota de existência de uma celebre bruxa de nome Isabella. A bruxa Isabella residia na cidade de Epinal, França, e era uma famosa praticante das artes de magia negra. por volta dos anos de 1588, a Isabella era uma reputada bruxa, sobejamente procurada por uma vasta clientela que requisitava avidamente os seus préstimos ocultos. A bruxa Isabella era uma mulher muito atraente, e tinha no seu belo corpo uma marca que lhe foi dada pelo Diabo, como se tivesse sido marcada a ferro ou tatuada, e que lhe foi cravada na carne pelo demonio na noite em que ela se lhe entregou lascivamente, e celebrou pacto com o Diabo. Alguns dos mais famosos bruxedos da bruxa Isabella eram amarrações de magia negra. Eram amarrações completamente arrebatadoras. O homem ou mulher embruxados pelas celebres amarrações de magia negra da bruxa Isabella, acabavam sempre por ir entregar-se perdidamente apaixonados a quem os tinha mandado embruxar. Não havia escapatória. E por isso as amarrações de magia negra da bruxa Isabella tornaram-se lendárias.

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